Capítulo visual · Doenças e lesões
Infarto cerebral recente (exemplo de infarto anêmico), já vista em Distúrbios Metabólicos
Infarto cerebral recente (exemplo de infarto anêmico) Lam. A. 349, já vista em Distúrbios Metabólicos
- 36 lâminas catalogadas
- 36 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 36 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Macroscopia Direitos aprovados
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas. São macrófagos com citoplasma espumoso, que fagocitam restos necróticos. Sua origem é cerca de um terço na micróglia (pré-existente), e o restante em monócitos do sangue. Estão presentes tanto no córtex como na substância brancaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas. São macrófagos com citoplasma espumoso, que fagocitam restos necróticos. Sua origem é cerca de um terço na micróglia (pré-existente), e o restante em monócitos do sangue. Estão presentes tanto no córtex como na substância brancaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas. São macrófagos com citoplasma espumoso, que fagocitam restos necróticos. Sua origem é cerca de um terço na micróglia (pré-existente), e o restante em monócitos do sangue. Estão presentes tanto no córtex como na substância brancaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas. São macrófagos com citoplasma espumoso, que fagocitam restos necróticos. Sua origem é cerca de um terço na micróglia (pré-existente), e o restante em monócitos do sangue. Estão presentes tanto no córtex como na substância brancaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas. São macrófagos com citoplasma espumoso, que fagocitam restos necróticos. Sua origem é cerca de um terço na micróglia (pré-existente), e o restante em monócitos do sangue. Estão presentes tanto no córtex como na substância brancaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas
Células grânulo-adiposas surgem na área de infarto em cerca de 24 horas. São macrófagos com citoplasma espumoso, que fagocitam restos necróticos. Sua origem é cerca de um terço na micróglia (pré-existente), e o restante em monócitos do sangue. Estão presentes tanto no córtex como na substância brancaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal. Isto se deve à tumefação e proliferação das células endoteliais, que é uma resposta do tecido à anóxia. Detalhes abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal. Isto se deve à tumefação e proliferação das células endoteliais, que é uma resposta do tecido à anóxia. Detalhes abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal. Isto se deve à tumefação e proliferação das células endoteliais, que é uma resposta do tecido à anóxia. Detalhes abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal. Isto se deve à tumefação e proliferação das células endoteliais, que é uma resposta do tecido à anóxia. Detalhes abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal. Isto se deve à tumefação e proliferação das células endoteliais, que é uma resposta do tecido à anóxia. Detalhes abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal
O córtex infartado mostra maior celularidade (concentração de núcleos por unidade de área) que o normal. Isto se deve à tumefação e proliferação das células endoteliais, que é uma resposta do tecido à anóxia. Detalhes abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Infarto cerebral recente (exemplo de infarto anêmico), já vista em Distúrbios Metabólicos
Infarto cerebral recente (exemplo de infarto anêmico) Lam. A. 349, já vista em Distúrbios MetabólicosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Infarto cerebral recente (exemplo de infarto anêmico), já vista em Distúrbios Metabólicos
Infarto cerebral recente (exemplo de infarto anêmico) Lam. A. 349, já vista em Distúrbios MetabólicosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex cerebral com infarto recente - neurônios necróticos
CÓRTEX CEREBRAL COM INFARTO RECENTE - NEURÔNIOS NECRÓTICOSDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex cerebral com infarto recente - neurônios necróticos
CÓRTEX CEREBRAL COM INFARTO RECENTE - NEURÔNIOS NECRÓTICOSDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex normal
CÓRTEX NORMALDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras. Aí é fácil observar as células grânulo-adiposas, cujo citoplasma espumoso contém restos dos axônios mielínicos necróticos. O grande e rápido afluxo das células grânulo-adiposas à area necrótica é o elemento principal para a liqüefação da necroseDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras. Aí é fácil observar as células grânulo-adiposas, cujo citoplasma espumoso contém restos dos axônios mielínicos necróticos. O grande e rápido afluxo das células grânulo-adiposas à area necrótica é o elemento principal para a liqüefação da necroseDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras. Aí é fácil observar as células grânulo-adiposas, cujo citoplasma espumoso contém restos dos axônios mielínicos necróticos. O grande e rápido afluxo das células grânulo-adiposas à area necrótica é o elemento principal para a liqüefação da necroseDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras. Aí é fácil observar as células grânulo-adiposas, cujo citoplasma espumoso contém restos dos axônios mielínicos necróticos. O grande e rápido afluxo das células grânulo-adiposas à area necrótica é o elemento principal para a liqüefação da necroseDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras. Aí é fácil observar as células grânulo-adiposas, cujo citoplasma espumoso contém restos dos axônios mielínicos necróticos. O grande e rápido afluxo das células grânulo-adiposas à area necrótica é o elemento principal para a liqüefação da necroseDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras. Aí é fácil observar as células grânulo-adiposas, cujo citoplasma espumoso contém restos dos axônios mielínicos necróticos. O grande e rápido afluxo das células grânulo-adiposas à area necrótica é o elemento principal para a liqüefação da necroseDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras
Na substância branca, focos de edema são vistos como áreas mais claras. Aí é fácil observar as células grânulo-adiposas, cujo citoplasma espumoso contém restos dos axônios mielínicos necróticos. O grande e rápido afluxo das células grânulo-adiposas à area necrótica é o elemento principal para a liqüefação da necroseDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: A. 349
Classificação original: Não classificado