Capítulo visual · Doenças e lesões
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática.…
- 127 lâminas catalogadas
- 127 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 127 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Histologia Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
SMI32. SMI32, um anticorpo monoclonal de camundongo que reconhece um epítopo não fosforilado de uma proteína de neurofilamento pesada (200 kD), dá resultados semelhantes aos com os outros marcadores neuronais aqui empregados (à exceção de SNF). A positividade é citoplasmática. Alguns corpos hialinos também marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
Cromogranina. Áreas de ganglioglioma em aumento fraco, após reação para cromogranina. Tanto neurônios como corpos hialinos reagem, contrastando com o tecido glial de fundo e com vasos. A quantidade e tamanho dos neurônios varia área a área. Ver área rica em 'células plumiformes' observada em CD34Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
Cromogranina. Áreas de ganglioglioma em aumento fraco, após reação para cromogranina. Tanto neurônios como corpos hialinos reagem, contrastando com o tecido glial de fundo e com vasos. A quantidade e tamanho dos neurônios varia área a área. Ver área rica em 'células plumiformes' observada em CD34Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
Cromogranina. Áreas de ganglioglioma em aumento fraco, após reação para cromogranina. Tanto neurônios como corpos hialinos reagem, contrastando com o tecido glial de fundo e com vasos. A quantidade e tamanho dos neurônios varia área a área. Ver área rica em 'células plumiformes' observada em CD34Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
Cromogranina. Áreas de ganglioglioma em aumento fraco, após reação para cromogranina. Tanto neurônios como corpos hialinos reagem, contrastando com o tecido glial de fundo e com vasos. A quantidade e tamanho dos neurônios varia área a área. Ver área rica em 'células plumiformes' observada em CD34Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
Cromogranina. Áreas de ganglioglioma em aumento fraco, após reação para cromogranina. Tanto neurônios como corpos hialinos reagem, contrastando com o tecido glial de fundo e com vasos. A quantidade e tamanho dos neurônios varia área a área. Ver área rica em 'células plumiformes' observada em CD34Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
Cromogranina. Áreas de ganglioglioma em aumento fraco, após reação para cromogranina. Tanto neurônios como corpos hialinos reagem, contrastando com o tecido glial de fundo e com vasos. A quantidade e tamanho dos neurônios varia área a área. Ver área rica em 'células plumiformes' observada em CD34Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
Cromogranina. Áreas de ganglioglioma em aumento fraco, após reação para cromogranina. Tanto neurônios como corpos hialinos reagem, contrastando com o tecido glial de fundo e com vasos. A quantidade e tamanho dos neurônios varia área a área. Ver área rica em 'células plumiformes' observada em CD34Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
Cromogranina. Área de ganglioglioma rica em 'células plumiformes'. Estes campos continham grande número destas curiosas células demonstradas por CD34 . A mesma região foi fotografada em GFAP e vimentina . Com estas imagens foi criado um quadro comparativo . Com cromogranina, as 'células plumiformes' não foram identifi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
Cromogranina. Área de ganglioglioma rica em 'células plumiformes'. Estes campos continham grande número destas curiosas células demonstradas por CD34 . A mesma região foi fotografada em GFAP e vimentina . Com estas imagens foi criado um quadro comparativo . Com cromogranina, as 'células plumiformes' não foram identifi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Área rica em 'células plumiformes'
Cromogranina. Áreas de ganglioglioma em aumento fraco, após reação para cromogranina. Tanto neurônios como corpos hialinos reagem, contrastando com o tecido glial de fundo e com vasos. A quantidade e tamanho dos neurônios varia área a área. Ver área rica em 'células plumiformes' observada em CD34Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: área rica em 'células plumiformes'
Classificação original: Sistema nervoso