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Aspergilose sistêmica. 4. Lesões cardíacas, HE, PAS, Grocott

Notar que o PAS cora o citoplasma do fungo (possivelmente glicogênio), ficando a parede celular clara. (Ao contrário do Grocott, que impregna a parede celular e deixa o conteúdo incolor)

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    Aspergilose sistêmica. 4. Lesões cardíacas, HE, PAS, Grocott

    Com Grocott, aqui sem contracoloração, chama a atenção a localização preferencial dos fungos no interior de vasos, denotando a chegada dos parasitas por via hematogênica. Os fungos crescem exuberantemente no espaço intravascular e atravessam as paredes para invadir secundariamente o tecido miocárdicoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Aspergilose sistêmica. 4. Lesões cardíacas, HE, PAS, Grocott

    Com Grocott, aqui sem contracoloração, chama a atenção a localização preferencial dos fungos no interior de vasos, denotando a chegada dos parasitas por via hematogênica. Os fungos crescem exuberantemente no espaço intravascular e atravessam as paredes para invadir secundariamente o tecido miocárdicoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • HistologiaGrocott/GMS Direitos aprovados

    Aspergilose sistêmica. 4. Lesões cardíacas, HE, PAS, Grocott

    Com Grocott, aqui sem contracoloração, chama a atenção a localização preferencial dos fungos no interior de vasos, denotando a chegada dos parasitas por via hematogênica. Os fungos crescem exuberantemente no espaço intravascular e atravessam as paredes para invadir secundariamente o tecido miocárdicoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Com Grocott, aqui sem contracoloração, chama a atenção a localização preferencial dos fungos no interior de vasos, denotando a chegada dos parasitas por via hematogênica. Os fungos crescem exuberantemente no espaço intravascular e atravessam as paredes para invadir secundariamente o tecido miocárdicoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Aspergilose sistêmica. 4. Lesões cardíacas, HE, PAS, Grocott

    Notar que o PAS cora o citoplasma do fungo (possivelmente glicogênio), ficando a parede celular clara. (Ao contrário do Grocott, que impregna a parede celular e deixa o conteúdo incolor)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Notar que o PAS cora o citoplasma do fungo (possivelmente glicogênio), ficando a parede celular clara. (Ao contrário do Grocott, que impregna a parede celular e deixa o conteúdo incolor)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Notar que o PAS cora o citoplasma do fungo (possivelmente glicogênio), ficando a parede celular clara. (Ao contrário do Grocott, que impregna a parede celular e deixa o conteúdo incolor)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Notar que o PAS cora o citoplasma do fungo (possivelmente glicogênio), ficando a parede celular clara. (Ao contrário do Grocott, que impregna a parede celular e deixa o conteúdo incolor)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Aspergilose sistêmica. 4. Lesões cardíacas, HE, PAS, Grocott

    A partir dos vasos os fungos cresciam livremente entre as fibras miocárdicas, praticamente sem reação inflamatóriaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Vegetações no endocárdio. Fungos cresciam na luz das cavidades cardíacas, formando exuberantes vegetações compostas por hifas, fibrina e células sanguíneas aprisionadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Vegetações no endocárdio. Fungos cresciam na luz das cavidades cardíacas, formando exuberantes vegetações compostas por hifas, fibrina e células sanguíneas aprisionadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Vegetações no endocárdio. Fungos cresciam na luz das cavidades cardíacas, formando exuberantes vegetações compostas por hifas, fibrina e células sanguíneas aprisionadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Vegetações no endocárdio. Fungos cresciam na luz das cavidades cardíacas, formando exuberantes vegetações compostas por hifas, fibrina e células sanguíneas aprisionadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Vegetações no endocárdio. Fungos cresciam na luz das cavidades cardíacas, formando exuberantes vegetações compostas por hifas, fibrina e células sanguíneas aprisionadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Vegetações no endocárdio. Fungos cresciam na luz das cavidades cardíacas, formando exuberantes vegetações compostas por hifas, fibrina e células sanguíneas aprisionadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Vegetações no endocárdio. Fungos cresciam na luz das cavidades cardíacas, formando exuberantes vegetações compostas por hifas, fibrina e células sanguíneas aprisionadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Aspergilose sistêmica. 4. Lesões cardíacas, HE, PAS, Grocott

    Infartos anêmicos, com necrose coagulativa das fibras miocárdicas, eram causados por invasão dos vasos pelos fungos e trombose secundáriaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Aspergilose sistêmica. 4. Lesões cardíacas, HE, PAS, Grocott

    Infartos anêmicos, com necrose coagulativa das fibras miocárdicas, eram causados por invasão dos vasos pelos fungos e trombose secundáriaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Aspergilose sistêmica. 4. Lesões cardíacas, HE, PAS, Grocott

    Infartos anêmicos, com necrose coagulativa das fibras miocárdicas, eram causados por invasão dos vasos pelos fungos e trombose secundáriaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Cardiovascular