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Astrocitoma difuso temporal E, evolução para anaplasia em 4 anos

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    Astrocitoma difuso temporal E, evolução para anaplasia em 4 anos

    ESPECTROSCOPIA DE PRÓTONS. Duas medições, uma no tumor (1a. fileira) e outra no tecido nervoso normal no hemisfério D. No tumor há um grande pico de colina, que domina o espectro, indicando alto turnover de membranas, próprio de tecido neoplásico. O pico de NAA é baixo, compatível com poucos neurônios remanescentes. E…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Gastrointestinal

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