Capítulo visual · Macroscopia e imagem

Astrocitoma difuso — caso 31D

CORTES SAGITAIS, T2, Aumento de volume da medula torácica baixa com hipersinal e pequenos cistos hidratados na face posterior. Detalhes na segunda fileira

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    Astrocitoma difuso — caso 31D

    CORONAL, T1 COM CONTRASTEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Axiais, T1 com contraste. Houve nítida progressão das lesões impregnadas na leptomeninge bulbar, agora visíveis em toda circunferência deste segmento. Também no ângulo ponto-cerebelar esquerdo e fossa interpeduncular. Passa a ser visível lesão arredondada na substância branca do lobo frontal esquerdo com impregnação a…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Axiais, T1 com contraste. Houve nítida progressão das lesões impregnadas na leptomeninge bulbar, agora visíveis em toda circunferência deste segmento. Também no ângulo ponto-cerebelar esquerdo e fossa interpeduncular. Passa a ser visível lesão arredondada na substância branca do lobo frontal esquerdo com impregnação a…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma difuso — caso 31D

    Axiais, T1 com contraste. Houve nítida progressão das lesões impregnadas na leptomeninge bulbar, agora visíveis em toda circunferência deste segmento. Também no ângulo ponto-cerebelar esquerdo e fossa interpeduncular. Passa a ser visível lesão arredondada na substância branca do lobo frontal esquerdo com impregnação a…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma difuso — caso 31D

    Medula tóraco-lombar, cauda eqüina, sagitais, T2. Segmento posterior da medula torácica baixa com hipersinal em relação ao restante da medula destaca-se, com limites nítidos. Na cauda eqüina, diminutas lesões nodulares lembrando contas de rosárioDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Medula tóraco-lombar, cauda eqüina, sagitais, T1 com contraste. Impregnação forte por contraste da lesão lentiforme posterior da medula torácica. Tênue impregnação da leptomeninge lombar. Lesões nodulares não impregnamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Medula tóraco-lombar, cauda eqüina, sagitais, T1 com contraste. Impregnação forte por contraste da lesão lentiforme posterior da medula torácica. Tênue impregnação da leptomeninge lombar. Lesões nodulares não impregnamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Medula tóraco-lombar, cauda eqüina, sagitais, T1 com contraste. Impregnação forte por contraste da lesão lentiforme posterior da medula torácica. Tênue impregnação da leptomeninge lombar. Lesões nodulares não impregnamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma difuso — caso 31D

    Medula tóraco-lombar, cauda eqüina, sagitais, T1 com contraste. Impregnação forte por contraste da lesão lentiforme posterior da medula torácica. Tênue impregnação da leptomeninge lombar. Lesões nodulares não impregnamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Medula torácica, sagitais,T2. Irregularidades / nodulações na superfície posterior da medula torácica acima da região expandidaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma difuso — caso 31D

    Medula torácica, sagitais,T2. Irregularidades / nodulações na superfície posterior da medula torácica acima da região expandidaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Medula tóraco-lombar, cauda eqüina, sagitais, T2. Área de alteração de sinal posterior na medula torácica baixa maior neste exame. Nodulações nas raízes da cauda eqüina mais volumosas e nítidas (presumíveis metástases liquóricas)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Medula tóraco-lombar, cauda eqüina, sagitais, T2. Área de alteração de sinal posterior na medula torácica baixa maior neste exame. Nodulações nas raízes da cauda eqüina mais volumosas e nítidas (presumíveis metástases liquóricas)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma difuso — caso 31D

    Medula tóraco-lombar, cauda eqüina, sagitais, T2. Área de alteração de sinal posterior na medula torácica baixa maior neste exame. Nodulações nas raízes da cauda eqüina mais volumosas e nítidas (presumíveis metástases liquóricas)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: Aumento de volume da medula torácica baixa com hipersinal e pequenos cistos hidratados na face posterior

Classificação original: Sistema nervoso