Capítulo visual · Doenças e lesões

Camada granulosa externa

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Camada granulosa externa

    IH - GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Camada granulosa externa

    VIM, EMA, 1A4, CD34, Ki67Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Camada granulosa externa

    VIM, EMA, 1A4, CD34, Ki67Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Camada granulosa externa

    VIM, EMA, 1A4, CD34, Ki67Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    Neuroimagem :Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    Neuroimagem :Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Camada granulosa externa

    Neuroimagem :Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    Meduloblastoma na localização clássica no vermis cerebelar. O tumor forma um nódulo acinzentado, arredondado, de cerca de 2 cm., que comprime o IV ventrículoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Camada granulosa externa

    Meduloblastoma na localização clássica no vermis cerebelar. O tumor forma um nódulo acinzentado, arredondado, de cerca de 2 cm., que comprime o IV ventrículoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Camada granulosa externa

    Infiltração neoplásica na leptomeninge da face dorsal da medula espinal torácica (segmento menor embaixo). A face ventral da medula lombosacra (em cima, com a causa equina) não mostra infiltração, sendo possível notar a artéria espinal anterior (seta)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    Mesmo caso, face superior do cerebelo. Leptomeninges espessadas por infiltração neoplásica (fina camada acinzentada), que oculta parcialmente as folhas cerebelares. Notar dilatação do aqueduto de Sylvius, devida ao represamento de líquor pelo tumor a nível do IV ventrículoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    Infiltração neoplásica na leptomeninge da face dorsal da medula espinal torácica (segmento menor embaixo). A face ventral da medula lombosacra (em cima, com a causa equina) não mostra infiltração, sendo possível notar a artéria espinal anterior (seta)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    Infiltração neoplásica na leptomeninge da face dorsal da medula espinal torácica (segmento menor embaixo). A face ventral da medula lombosacra (em cima, com a causa equina) não mostra infiltração, sendo possível notar a artéria espinal anterior (seta)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    Infiltração do tecido nervoso a partir da leptomeninge (em cima), ao longo dos espaços de Virchow-RobinDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    A capacidade infiltrativa do meduloblastoma, aqui demonstrada pela infiltração das leptomeninges cerebelares e espinais, exige que, além da extirpação cirúrgica, seja feito tratamento radioterápico de todo o neuroeixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    NF. Células de Purkinje com axônios em cesto. A reação foi feliz em demonstrar os axônios formando cestos em torno dos corpos celulares das células de PurkinjeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    NF. Células de Purkinje com axônios em cesto. A reação foi feliz em demonstrar os axônios formando cestos em torno dos corpos celulares das células de PurkinjeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    NF. Células de Purkinje com axônios em cesto. A reação foi feliz em demonstrar os axônios formando cestos em torno dos corpos celulares das células de PurkinjeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Camada granulosa externa

    NF. Células de Purkinje com axônios em cesto. A reação foi feliz em demonstrar os axônios formando cestos em torno dos corpos celulares das células de PurkinjeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    NF. Células de Purkinje com axônios em cesto. A reação foi feliz em demonstrar os axônios formando cestos em torno dos corpos celulares das células de PurkinjeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    NF. Células de Purkinje com axônios em cesto. A reação foi feliz em demonstrar os axônios formando cestos em torno dos corpos celulares das células de PurkinjeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    NF. Células de Purkinje com axônios em cesto. A reação foi feliz em demonstrar os axônios formando cestos em torno dos corpos celulares das células de PurkinjeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    NF. Células de Purkinje com axônios em cesto. A reação foi feliz em demonstrar os axônios formando cestos em torno dos corpos celulares das células de PurkinjeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Camada granulosa externa

    NF. Neurônios infiltrando a substância branca cerebelar. Essas curiosas células com feições morfológicas de neurônios e positividade citoplasmática para sinaptofisina e MAP2 foram totalmente negativas para neurofilamento. O achado ilustra a variabilidade dos resultados com diferentes anticorpos, o que aconselha o uso…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: camada granulosa externa

Classificação original: Não classificado