Capítulo visual · Colorações e marcadores
Astrocitoma pilocítico — caso 36B — CD34
GFAP. As células neoplásicas, sendo de linhagem astrocitária, marcam-se no citoplasma para GFAP, o que permite visualizar a arquitetura geral do tumor e a morfologia das células. Nas áreas melhor diferenciadas, as células mostram-se fusiformes, com prolongamentos saindo de pol…
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- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Tumor teratoide/rabdoide atípico — caso 4E — CD34
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Fonte e crédito de Tumor teratoide/rabdoide atípico — caso 4E — CD34Abrir lâmina virtual de Tumor teratoide/rabdoide atípico — caso 4E — CD34Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Tumor teratoide/rabdoide atípico — caso 4E — CD34
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Tumor teratoide/rabdoide atípico — caso 4E — CD34
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Tumor teratoide/rabdoide atípico — caso 4E — CD34
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34. O principal objetivo de usar este marcador de células endoteliais foi visualizar vasos na lesão. Surpreendeu que muitos astrócitos pilocíticos da área de gliose apresentaram forte marcação de suas membranas, produzindo um padrão de positividade intersticial semelhante ao que já observamos em displasias corticais…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34. O principal objetivo de usar este marcador de células endoteliais foi visualizar vasos na lesão. Surpreendeu que muitos astrócitos pilocíticos da área de gliose apresentaram forte marcação de suas membranas, produzindo um padrão de positividade intersticial semelhante ao que já observamos em displasias corticais…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34. O principal objetivo de usar este marcador de células endoteliais foi visualizar vasos na lesão. Surpreendeu que muitos astrócitos pilocíticos da área de gliose apresentaram forte marcação de suas membranas, produzindo um padrão de positividade intersticial semelhante ao que já observamos em displasias corticais…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34. O principal objetivo de usar este marcador de células endoteliais foi visualizar vasos na lesão. Surpreendeu que muitos astrócitos pilocíticos da área de gliose apresentaram forte marcação de suas membranas, produzindo um padrão de positividade intersticial semelhante ao que já observamos em displasias corticais…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34 em vasos. Além da marcação em membranas de astrócitos demonstrada acima, nota-se a habitual positividade de vasos para CD34. Mesmo nos granulomas de corpo estranho ricos em cristais de colesterol, há vários vasos positivos. A marcação ocorre na face luminal das células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34 em positividade difusa no interstício. O padrão intersticial difuso provavelmente corresponde a marcação da proteína nas membranas celulares, mas, na maioria dos campos, é difícil individualizar tais células. Macrófagos xantomatosos e corpos hialinos granulosos não se marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34 - Macrófagos. Macrófagos xantomatosos e células gigantes de corpo estranho são negativos para CD34. A positividade das luzes vasculares para este marcador ajuda a salientar os acúmulos perivasculares de macrófagos nos espaços de Virchow-Robin. Macrófagos são positivos para CD68 e HAM-56Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34 em positividade difusa no interstício. O padrão intersticial difuso provavelmente corresponde a marcação da proteína nas membranas celulares, mas, na maioria dos campos, é difícil individualizar tais células. Macrófagos xantomatosos e corpos hialinos granulosos não se marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34 em vasos. Além da marcação em membranas de astrócitos demonstrada acima, nota-se a habitual positividade de vasos para CD34. Mesmo nos granulomas de corpo estranho ricos em cristais de colesterol, há vários vasos positivos. A marcação ocorre na face luminal das células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34 em positividade difusa no interstício. O padrão intersticial difuso provavelmente corresponde a marcação da proteína nas membranas celulares, mas, na maioria dos campos, é difícil individualizar tais células. Macrófagos xantomatosos e corpos hialinos granulosos não se marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34 em positividade difusa no interstício. O padrão intersticial difuso provavelmente corresponde a marcação da proteína nas membranas celulares, mas, na maioria dos campos, é difícil individualizar tais células. Macrófagos xantomatosos e corpos hialinos granulosos não se marcamDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34 em vasos. Além da marcação em membranas de astrócitos demonstrada acima, nota-se a habitual positividade de vasos para CD34. Mesmo nos granulomas de corpo estranho ricos em cristais de colesterol, há vários vasos positivos. A marcação ocorre na face luminal das células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
CD34 - Macrófagos. Macrófagos xantomatosos e células gigantes de corpo estranho são negativos para CD34. A positividade das luzes vasculares para este marcador ajuda a salientar os acúmulos perivasculares de macrófagos nos espaços de Virchow-Robin. Macrófagos são positivos para CD68 e HAM-56Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
AE1AE3. Este anticorpo contra queratinas foi empregado para procurar remanescentes do tecido epitelial do tumor (que, com alta probabilidade, era um craniofaringioma). Contudo, foi negativo em toda a amostraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
AE1AE3. Este anticorpo contra queratinas foi empregado para procurar remanescentes do tecido epitelial do tumor (que, com alta probabilidade, era um craniofaringioma). Contudo, foi negativo em toda a amostraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
AE1AE3. Este anticorpo contra queratinas foi empregado para procurar remanescentes do tecido epitelial do tumor (que, com alta probabilidade, era um craniofaringioma). Contudo, foi negativo em toda a amostraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Craniofaringioma — caso 17C — CD34
EMA. Antígeno epitelial de membrana, pesquisado com mesma finalidade de AE1AE3, igualmente negativoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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EMA. Antígeno epitelial de membrana, pesquisado com mesma finalidade de AE1AE3, igualmente negativoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD34 em vasos. Além da marcação em membranas de astrócitos demonstrada acima, nota-se a habitual positividade de vasos para CD34. Mesmo nos granulomas de corpo estranho ricos em cristais de colesterol, há vários vasos positivos. A marcação ocorre na face luminal das células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: CD34
Classificação original: Não classificado