Capítulo visual · Doenças e lesões
Células fisalíforas
Imagem de Ressonância Magnética, corte coronal em T1 com contraste, mostrando massa tumoral na região do clivus, destruindo a sela túrcica e o seio esfenoidal, crescendo assimetricamente mais à E e escavando a face medial do lobo temporal E
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- Macroscopia Direitos aprovados
Células fisalíforas
Atipias nucleares. Neste espécime observa-se moderada anisocariose, com variação do volume e cromatismo nucleares e, ocasionalmente, pseudoinclusões intranucleares. Contudo, mitoses e necrose não foram encontradasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Células fisalíforas
Atipias nucleares. Neste espécime observa-se moderada anisocariose, com variação do volume e cromatismo nucleares e, ocasionalmente, pseudoinclusões intranucleares. Contudo, mitoses e necrose não foram encontradasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Células fisalíforas
S-100. Positividade nuclear e citoplasmática. Atipias. A marcação para proteína S-100 é observada tanto no núcleo quanto no citoplasma das células neoplásicas. Vários núcleos mostram atipias, e nucléolos são proeminentes. Apesar disso, o índice Ki-67 é baixo (quadro seguinte)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
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S-100. Positividade nuclear e citoplasmática. Atipias. A marcação para proteína S-100 é observada tanto no núcleo quanto no citoplasma das células neoplásicas. Vários núcleos mostram atipias, e nucléolos são proeminentes. Apesar disso, o índice Ki-67 é baixo (quadro seguinte)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
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S-100. Positividade nuclear e citoplasmática. Atipias. A marcação para proteína S-100 é observada tanto no núcleo quanto no citoplasma das células neoplásicas. Vários núcleos mostram atipias, e nucléolos são proeminentes. Apesar disso, o índice Ki-67 é baixo (quadro seguinte)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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S-100. Positividade nuclear e citoplasmática. Atipias. A marcação para proteína S-100 é observada tanto no núcleo quanto no citoplasma das células neoplásicas. Vários núcleos mostram atipias, e nucléolos são proeminentes. Apesar disso, o índice Ki-67 é baixo (quadro seguinte)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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S-100. Positividade nuclear e citoplasmática. Atipias. A marcação para proteína S-100 é observada tanto no núcleo quanto no citoplasma das células neoplásicas. Vários núcleos mostram atipias, e nucléolos são proeminentes. Apesar disso, o índice Ki-67 é baixo (quadro seguinte)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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S-100. Positividade nuclear e citoplasmática. Atipias. A marcação para proteína S-100 é observada tanto no núcleo quanto no citoplasma das células neoplásicas. Vários núcleos mostram atipias, e nucléolos são proeminentes. Apesar disso, o índice Ki-67 é baixo (quadro seguinte)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Células fisalíforas
Imagem de Ressonância Magnética, corte coronal em T1 com contraste, mostrando massa tumoral na região do clivus, destruindo a sela túrcica e o seio esfenoidal, crescendo assimetricamente mais à E e escavando a face medial do lobo temporal EDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Células fisalíforas
Arquitetura geral do tumor. As células neoplásicas formam agrupamentos sólidos ou cordonais em meio a abundante matriz amorfa e levemente basófila. Alguns agrupamentos são maiores, formando campos celulares mais extensosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Células fisalíforas
Neste caso, o tumor infiltrava extensamente o tecido ósseo da base do crânio, penetrando nos espaços medulares do osso esponjosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neste caso, o tumor infiltrava extensamente o tecido ósseo da base do crânio, penetrando nos espaços medulares do osso esponjosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neste caso, o tumor infiltrava extensamente o tecido ósseo da base do crânio, penetrando nos espaços medulares do osso esponjosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Células fisalíforas
Neste caso, o tumor infiltrava extensamente o tecido ósseo da base do crânio, penetrando nos espaços medulares do osso esponjosoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Células fisalíforas
Arquitetura geral do tumor. As células neoplásicas formam agrupamentos sólidos ou cordonais em meio a abundante matriz amorfa e levemente basófila. Alguns agrupamentos são maiores, formando campos celulares mais extensosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Arquitetura geral do tumor. As células neoplásicas formam agrupamentos sólidos ou cordonais em meio a abundante matriz amorfa e levemente basófila. Alguns agrupamentos são maiores, formando campos celulares mais extensosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Células fisalíforas
Arquitetura geral do tumor. As células neoplásicas formam agrupamentos sólidos ou cordonais em meio a abundante matriz amorfa e levemente basófila. Alguns agrupamentos são maiores, formando campos celulares mais extensosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Células fisalíforas
Grandes vacúolos citoplasmáticos dão aspecto bolhoso às células neoplásicas. Há também vacúolos na substância intersticialDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Grandes vacúolos citoplasmáticos dão aspecto bolhoso às células neoplásicas. Há também vacúolos na substância intersticialDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Células fisalíforas
Arquitetura geral do tumor. As células neoplásicas formam agrupamentos sólidos ou cordonais em meio a abundante matriz amorfa e levemente basófila. Alguns agrupamentos são maiores, formando campos celulares mais extensosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Arquitetura geral do tumor. As células neoplásicas formam agrupamentos sólidos ou cordonais em meio a abundante matriz amorfa e levemente basófila. Alguns agrupamentos são maiores, formando campos celulares mais extensosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Arquitetura geral do tumor. As células neoplásicas formam agrupamentos sólidos ou cordonais em meio a abundante matriz amorfa e levemente basófila. Alguns agrupamentos são maiores, formando campos celulares mais extensosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Arquitetura geral do tumor. As células neoplásicas formam agrupamentos sólidos ou cordonais em meio a abundante matriz amorfa e levemente basófila. Alguns agrupamentos são maiores, formando campos celulares mais extensosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Grandes vacúolos citoplasmáticos dão aspecto bolhoso às células neoplásicas. Há também vacúolos na substância intersticialDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: células fisalíforas
Classificação original: Não classificado