Capítulo visual · Doenças e lesões
Cistos da pineal
Pequeno segmento do cisto em detalhe. A face externa, constituída pelo parênquima da pineal, está para cima e a parede gliótica está para baixo. A pineal aparece mais arroxeada em HE e é negativa para GFAP, marcando-se fortemente para os antígenos neuronais, NSE, NF, SNF. A pa…
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Cistos da pineal
GFAP - Camada de tecido pineal. Os pineocitos, sendo de linhagem neuronal, são negativos para GFAP. Entre eles evidencia-se uma rede de prolongamentos astrocitários que lhes dá suporte. Alguns corpos celulares destes astrócitos são demonstráveisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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GFAP - Camada de tecido pineal. Os pineocitos, sendo de linhagem neuronal, são negativos para GFAP. Entre eles evidencia-se uma rede de prolongamentos astrocitários que lhes dá suporte. Alguns corpos celulares destes astrócitos são demonstráveisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP - Camada de tecido pineal. Os pineocitos, sendo de linhagem neuronal, são negativos para GFAP. Entre eles evidencia-se uma rede de prolongamentos astrocitários que lhes dá suporte. Alguns corpos celulares destes astrócitos são demonstráveisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP - Camada de tecido pineal. Os pineocitos, sendo de linhagem neuronal, são negativos para GFAP. Entre eles evidencia-se uma rede de prolongamentos astrocitários que lhes dá suporte. Alguns corpos celulares destes astrócitos são demonstráveisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP - Camada de tecido pineal. Os pineocitos, sendo de linhagem neuronal, são negativos para GFAP. Entre eles evidencia-se uma rede de prolongamentos astrocitários que lhes dá suporte. Alguns corpos celulares destes astrócitos são demonstráveisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP - Camada de tecido pineal. Os pineocitos, sendo de linhagem neuronal, são negativos para GFAP. Entre eles evidencia-se uma rede de prolongamentos astrocitários que lhes dá suporte. Alguns corpos celulares destes astrócitos são demonstráveisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP - Camada de tecido pineal. Os pineocitos, sendo de linhagem neuronal, são negativos para GFAP. Entre eles evidencia-se uma rede de prolongamentos astrocitários que lhes dá suporte. Alguns corpos celulares destes astrócitos são demonstráveisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP - Camada de tecido glial. A celularidade é baixa e as células astrocitárias expressam fortemente GFAP, formando densa trama de prolongamentos. Muitas células são alongadas ou fusiformesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP - Camada de tecido glial. A celularidade é baixa e as células astrocitárias expressam fortemente GFAP, formando densa trama de prolongamentos. Muitas células são alongadas ou fusiformesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP - Camada de tecido glial. A celularidade é baixa e as células astrocitárias expressam fortemente GFAP, formando densa trama de prolongamentos. Muitas células são alongadas ou fusiformesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fibras de Rosenthal. Estas inclusões proteicas intracitoplasmáticas, abundantes neste caso, tomam forma de cenoura ou de clava, e são vistas em todos planos de corte. O material constituinte da inclusão propriamente dito ( a -B-cristalina) é negativo, mas há uma fina orla positiva para GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cistos da pineal
VIM - Camada de tecido pineal. A grande maioria dos pineocitos é negativa para vimentina, destacando-se apenas os vasos. Há, porém, áreas onde pineocitos, isolados ou em grupos, mostram forte marcação citoplasmática para este filamento intermediário. O significado desta observação nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM - Camada de tecido pineal. A grande maioria dos pineocitos é negativa para vimentina, destacando-se apenas os vasos. Há, porém, áreas onde pineocitos, isolados ou em grupos, mostram forte marcação citoplasmática para este filamento intermediário. O significado desta observação nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM - Camada de tecido pineal. A grande maioria dos pineocitos é negativa para vimentina, destacando-se apenas os vasos. Há, porém, áreas onde pineocitos, isolados ou em grupos, mostram forte marcação citoplasmática para este filamento intermediário. O significado desta observação nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM - Camada de tecido pineal. A grande maioria dos pineocitos é negativa para vimentina, destacando-se apenas os vasos. Há, porém, áreas onde pineocitos, isolados ou em grupos, mostram forte marcação citoplasmática para este filamento intermediário. O significado desta observação nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM - Camada de tecido pineal. A grande maioria dos pineocitos é negativa para vimentina, destacando-se apenas os vasos. Há, porém, áreas onde pineocitos, isolados ou em grupos, mostram forte marcação citoplasmática para este filamento intermediário. O significado desta observação nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM - Camada de tecido pineal. A grande maioria dos pineocitos é negativa para vimentina, destacando-se apenas os vasos. Há, porém, áreas onde pineocitos, isolados ou em grupos, mostram forte marcação citoplasmática para este filamento intermediário. O significado desta observação nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM - Camada de tecido pineal. A grande maioria dos pineocitos é negativa para vimentina, destacando-se apenas os vasos. Há, porém, áreas onde pineocitos, isolados ou em grupos, mostram forte marcação citoplasmática para este filamento intermediário. O significado desta observação nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM - Camada de tecido pineal. A grande maioria dos pineocitos é negativa para vimentina, destacando-se apenas os vasos. Há, porém, áreas onde pineocitos, isolados ou em grupos, mostram forte marcação citoplasmática para este filamento intermediário. O significado desta observação nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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VIM - Camada de tecido pineal. A grande maioria dos pineocitos é negativa para vimentina, destacando-se apenas os vasos. Há, porém, áreas onde pineocitos, isolados ou em grupos, mostram forte marcação citoplasmática para este filamento intermediário. O significado desta observação nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: cistos da pineal
Classificação original: Não classificado