Capítulo visual · Doenças e lesões
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hip…
- 34 lâminas catalogadas
- 34 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 34 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Córtex frontal
IH - GFAP, VIM no núcleo caudadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Córtex frontal
IH - GFAP, VIM no núcleo caudadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Córtex frontal
IH - GFAP, VIM no núcleo caudadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Córtex frontal
IH - GFAP, VIM no núcleo caudadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Córtex frontal
IH - GFAP, VIM no núcleo caudadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A intensidade das alterações diferia nas várias regiões corticais examinadas. A maior foi observada no lobo frontal, que apresentava hipersinal em difusão nas porções mesiais junto ao giro do cíngulo. As lesões recapitulam as já descritas nos núcleos da base e setor CA1 do hipocampoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A vacuolização do neurópilo predominava na camada molecular. O caráter mais frouxo da camada granulosa poderia também corresponder a lesão, mas deixa dúvida no diagnóstico diferencial com artefatos de retraçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A vacuolização do neurópilo predominava na camada molecular. O caráter mais frouxo da camada granulosa poderia também corresponder a lesão, mas deixa dúvida no diagnóstico diferencial com artefatos de retraçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A vacuolização do neurópilo predominava na camada molecular. O caráter mais frouxo da camada granulosa poderia também corresponder a lesão, mas deixa dúvida no diagnóstico diferencial com artefatos de retraçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imagem anatomopatológica Direitos aprovados
Córtex frontal
A vacuolização do neurópilo predominava na camada molecular. O caráter mais frouxo da camada granulosa poderia também corresponder a lesão, mas deixa dúvida no diagnóstico diferencial com artefatos de retraçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: córtex frontal
Classificação original: Não classificado