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Capítulo visual · Doenças e lesões

Cromogranina

CD56. CD56, uma molécula de adesão da superfície celular amplamente expressada por células neurais (para breve texto clique ), foi extensamente positiva em padrão membrana em virtualmente todas as células deste astrocitoma subependimário de células gigantes. Núcleo e citoplasm…

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    MAP2. Aumento fraco. Nesta imagem com objetiva panorâmica, a superfície meníngea com seus vasos está acima. O tecido abaixo supostamente seria de córtex cerebral, mas os neurônios têm distribuição e morfologia anômalas. Para córtex cerebral normal com MAP2, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    MAP2. Aumento médio. MAP2 mostra apenas os neurônios, astrócitos não são demonstrados. Com isso, as alterações morfológicas neuronais aparecem de forma proeminente. As células tendem a ser agigantadas, com dendritos espessos, numerosos, e dispostos em várias direções, sem regras. Os núcleos ficam negativos. Prolongame…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cromogranina. Neurônios aberrantes e vacuolados. Cromogranina, outra proteína associada a vesículas sinápticas (para breve texto, clique ), está presente no citoplasma de neurônios aberrantes, geralmente na forma de grânulos cuja distribuição lembra a dos corpúsculos de Nissl. Presumimos que a proteína seja demonstrad…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: cromogranina

Classificação original: Não classificado

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