Capítulo visual · Doenças e lesões
Ependimoblastomas
A positividade quase universal dos núcleos tumorais para este marcador de proliferação celular atesta o rápido crescimento da neoplasia, em comum com outros PNETs. Cromossomos em mitose também se destacam
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Ependimoblastomas
p53. Apesar da elevada percentagem de marcação (estimada em 80-90% sem contagem), há núcleos não marcados (corados em azul pela hematoxilina de fundo), que são também importantes para validar a reação. Núcleos em apoptose aparecem com cromatina densa e homogênea, não marcadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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p53. Apesar da elevada percentagem de marcação (estimada em 80-90% sem contagem), há núcleos não marcados (corados em azul pela hematoxilina de fundo), que são também importantes para validar a reação. Núcleos em apoptose aparecem com cromatina densa e homogênea, não marcadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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p53. Apesar da elevada percentagem de marcação (estimada em 80-90% sem contagem), há núcleos não marcados (corados em azul pela hematoxilina de fundo), que são também importantes para validar a reação. Núcleos em apoptose aparecem com cromatina densa e homogênea, não marcadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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p53. Apesar da elevada percentagem de marcação (estimada em 80-90% sem contagem), há núcleos não marcados (corados em azul pela hematoxilina de fundo), que são também importantes para validar a reação. Núcleos em apoptose aparecem com cromatina densa e homogênea, não marcadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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p53. Apesar da elevada percentagem de marcação (estimada em 80-90% sem contagem), há núcleos não marcados (corados em azul pela hematoxilina de fundo), que são também importantes para validar a reação. Núcleos em apoptose aparecem com cromatina densa e homogênea, não marcadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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p53. Apesar da elevada percentagem de marcação (estimada em 80-90% sem contagem), há núcleos não marcados (corados em azul pela hematoxilina de fundo), que são também importantes para validar a reação. Núcleos em apoptose aparecem com cromatina densa e homogênea, não marcadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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p53. Apesar da elevada percentagem de marcação (estimada em 80-90% sem contagem), há núcleos não marcados (corados em azul pela hematoxilina de fundo), que são também importantes para validar a reação. Núcleos em apoptose aparecem com cromatina densa e homogênea, não marcadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ependimoblastomas
Demonstra os vasos e a arquitetura do tumor. Os eixos conjuntivo-vasculares são circundados por coroas de células neoplásicas, dando o aspecto pseudopapilífero já comentado em HE. Isto ocorre por morte das células a uma certa distância dos vasos, já que só as mais próximas obtêm nutrição suficienteDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Demonstra os vasos e a arquitetura do tumor. Os eixos conjuntivo-vasculares são circundados por coroas de células neoplásicas, dando o aspecto pseudopapilífero já comentado em HE. Isto ocorre por morte das células a uma certa distância dos vasos, já que só as mais próximas obtêm nutrição suficienteDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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p53. Apesar da elevada percentagem de marcação (estimada em 80-90% sem contagem), há núcleos não marcados (corados em azul pela hematoxilina de fundo), que são também importantes para validar a reação. Núcleos em apoptose aparecem com cromatina densa e homogênea, não marcadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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p53. Apesar da elevada percentagem de marcação (estimada em 80-90% sem contagem), há núcleos não marcados (corados em azul pela hematoxilina de fundo), que são também importantes para validar a reação. Núcleos em apoptose aparecem com cromatina densa e homogênea, não marcadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- HistologiaTricrômico de Masson Direitos aprovados
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Tricrômico de Masson. Antiga coloração para tecido conjuntivo (para técnica, clique ), documentou a riqueza em fibras colágenas das ilhotas vasculares, em meio ao tecido de aspecto glial dos nódulos observados na RMDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. Antiga coloração para tecido conjuntivo (para técnica, clique ), documentou a riqueza em fibras colágenas das ilhotas vasculares, em meio ao tecido de aspecto glial dos nódulos observados na RMDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. Antiga coloração para tecido conjuntivo (para técnica, clique ), documentou a riqueza em fibras colágenas das ilhotas vasculares, em meio ao tecido de aspecto glial dos nódulos observados na RMDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. Antiga coloração para tecido conjuntivo (para técnica, clique ), documentou a riqueza em fibras colágenas das ilhotas vasculares, em meio ao tecido de aspecto glial dos nódulos observados na RMDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. Antiga coloração para tecido conjuntivo (para técnica, clique ), documentou a riqueza em fibras colágenas das ilhotas vasculares, em meio ao tecido de aspecto glial dos nódulos observados na RMDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina. Ilhotas conjuntivo- vasculares eram ricas em fibras reticulínicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. Antiga coloração para tecido conjuntivo (para técnica, clique ), documentou a riqueza em fibras colágenas das ilhotas vasculares, em meio ao tecido de aspecto glial dos nódulos observados na RMDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ilhotas conjuntivo-vasculares. Destacam-se do tecido glial por sua cor intensamente azul, indicando abundância de fibras colágenas, com pontos vermelhos representando as hemácias em seus finos capilares. O aspecto sugere que sejam formadas por fibroblastos ou células endoteliais proliferadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ilhotas conjuntivo-vasculares. Destacam-se do tecido glial por sua cor intensamente azul, indicando abundância de fibras colágenas, com pontos vermelhos representando as hemácias em seus finos capilares. O aspecto sugere que sejam formadas por fibroblastos ou células endoteliais proliferadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurônios entre as ilhotasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ilhotas conjuntivo-vasculares. Destacam-se do tecido glial por sua cor intensamente azul, indicando abundância de fibras colágenas, com pontos vermelhos representando as hemácias em seus finos capilares. O aspecto sugere que sejam formadas por fibroblastos ou células endoteliais proliferadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina. Ilhotas conjuntivo- vasculares eram ricas em fibras reticulínicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ilhotas conjuntivo-vasculares. Destacam-se do tecido glial por sua cor intensamente azul, indicando abundância de fibras colágenas, com pontos vermelhos representando as hemácias em seus finos capilares. O aspecto sugere que sejam formadas por fibroblastos ou células endoteliais proliferadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Classificação original: Não classificado