Capítulo visual · Doenças e lesões

Ependimoma do IVº ventrículo

Pseudorosetas perivasculares. São as estruturas mais comuns nos ependimomas, dando ao tumor, em pequeno aumento, o característico aspecto em pele de leopardo, ou pele de onça. Isto se deve ao caráter alongado das células tumorais, que enviam um prolongamento citoplasmático ao…

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  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    Ki-67. Positividade variável, desde cerca de 5% das células até negativoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    GFAP. Positividade variável: forte em áreas ricamente fibrilares e fraco ou negativo em áreas com pseudorosetas perivascularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    GFAP. Positividade variável: forte em áreas ricamente fibrilares e fraco ou negativo em áreas com pseudorosetas perivascularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    GFAP. Positividade variável: forte em áreas ricamente fibrilares e fraco ou negativo em áreas com pseudorosetas perivascularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    GFAP. Positividade variável: forte em áreas ricamente fibrilares e fraco ou negativo em áreas com pseudorosetas perivascularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    GFAP. Positividade variável: forte em áreas ricamente fibrilares e fraco ou negativo em áreas com pseudorosetas perivascularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    GFAP. Positividade variável: forte em áreas ricamente fibrilares e fraco ou negativo em áreas com pseudorosetas perivascularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    VIM. Positividade mais forte e difusa que com GFAP. Positiva em pseudorosetas perivasculares e nas células com pigmentoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    VIM. Positividade mais forte e difusa que com GFAP. Positiva em pseudorosetas perivasculares e nas células com pigmentoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    VIM. Positividade mais forte e difusa que com GFAP. Positiva em pseudorosetas perivasculares e nas células com pigmentoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    VIM. Positividade mais forte e difusa que com GFAP. Positiva em pseudorosetas perivasculares e nas células com pigmentoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    VIM. Positividade mais forte e difusa que com GFAP. Positiva em pseudorosetas perivasculares e nas células com pigmentoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    VIM. Positividade mais forte e difusa que com GFAP. Positiva em pseudorosetas perivasculares e nas células com pigmentoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    Pseudorosetas perivasculares. São as estruturas mais comuns nos ependimomas, dando ao tumor, em pequeno aumento, o característico aspecto em pele de leopardo , ou pele de onça . Isto se deve ao caráter alongado das células tumorais, que enviam um prolongamento citoplasmático ao vaso, ficando o corpo celular com o núcl…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Ependimoma do IVº ventrículo

    Aspecto geral do tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Ependimoma do IVº ventrículo

    Pseudorosetas perivasculares. São as estruturas mais comuns nos ependimomas, dando ao tumor, em pequeno aumento, o característico aspecto em pele de leopardo , ou pele de onça . Isto se deve ao caráter alongado das células tumorais, que enviam um prolongamento citoplasmático ao vaso, ficando o corpo celular com o núcl…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    Pseudorosetas perivasculares. São as estruturas mais comuns nos ependimomas, dando ao tumor, em pequeno aumento, o característico aspecto em pele de leopardo , ou pele de onça . Isto se deve ao caráter alongado das células tumorais, que enviam um prolongamento citoplasmático ao vaso, ficando o corpo celular com o núcl…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    Pseudorosetas perivasculares. São as estruturas mais comuns nos ependimomas, dando ao tumor, em pequeno aumento, o característico aspecto em pele de leopardo , ou pele de onça . Isto se deve ao caráter alongado das células tumorais, que enviam um prolongamento citoplasmático ao vaso, ficando o corpo celular com o núcl…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    Sobre pigmentos em gliomas, ver breve revisão abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    Sobre pigmentos em gliomas, ver breve revisão abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Ependimoma do IVº ventrículo

    Sobre pigmentos em gliomas, ver breve revisão abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    Sobre pigmentos em gliomas, ver breve revisão abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    Sobre pigmentos em gliomas, ver breve revisão abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Ependimoma do IVº ventrículo

    Sobre pigmentos em gliomas, ver breve revisão abaixoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: ependimoma do IVº ventrículo

Classificação original: Não classificado