Capítulo visual · Doenças e lesões
Esclerose múltipla
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Astrócitos xantomatosos. Como visto com HE, muitos astrócitos apresentavam gotículas citoplasmáticas, de provável natureza lipídica, que se destacavam do citoplasma homogêneo em voltaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos xantomatosos. Como visto com HE, muitos astrócitos apresentavam gotículas citoplasmáticas, de provável natureza lipídica, que se destacavam do citoplasma homogêneo em voltaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos xantomatosos. Como visto com HE, muitos astrócitos apresentavam gotículas citoplasmáticas, de provável natureza lipídica, que se destacavam do citoplasma homogêneo em voltaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos xantomatosos. Como visto com HE, muitos astrócitos apresentavam gotículas citoplasmáticas, de provável natureza lipídica, que se destacavam do citoplasma homogêneo em voltaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos xantomatosos. Como visto com HE, muitos astrócitos apresentavam gotículas citoplasmáticas, de provável natureza lipídica, que se destacavam do citoplasma homogêneo em voltaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos xantomatosos. Como visto com HE, muitos astrócitos apresentavam gotículas citoplasmáticas, de provável natureza lipídica, que se destacavam do citoplasma homogêneo em voltaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Lâminas escaneadas, HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Com GFAP foram bem demonstrados astrócitos hipertróficos nas camadas profundas do córtex e na substância branca lesada. Nesta última, os astrócitos reativos formavam um reticulado frouxo, em cujos espaços eram encontradas células grânulo-adiposasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Com GFAP foram bem demonstrados astrócitos hipertróficos nas camadas profundas do córtex e na substância branca lesada. Nesta última, os astrócitos reativos formavam um reticulado frouxo, em cujos espaços eram encontradas células grânulo-adiposasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Com GFAP foram bem demonstrados astrócitos hipertróficos nas camadas profundas do córtex e na substância branca lesada. Nesta última, os astrócitos reativos formavam um reticulado frouxo, em cujos espaços eram encontradas células grânulo-adiposasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Com GFAP foram bem demonstrados astrócitos hipertróficos nas camadas profundas do córtex e na substância branca lesada. Nesta última, os astrócitos reativos formavam um reticulado frouxo, em cujos espaços eram encontradas células grânulo-adiposasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Com GFAP foram bem demonstrados astrócitos hipertróficos nas camadas profundas do córtex e na substância branca lesada. Nesta última, os astrócitos reativos formavam um reticulado frouxo, em cujos espaços eram encontradas células grânulo-adiposasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Com GFAP foram bem demonstrados astrócitos hipertróficos nas camadas profundas do córtex e na substância branca lesada. Nesta última, os astrócitos reativos formavam um reticulado frouxo, em cujos espaços eram encontradas células grânulo-adiposasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Com GFAP foram bem demonstrados astrócitos hipertróficos nas camadas profundas do córtex e na substância branca lesada. Nesta última, os astrócitos reativos formavam um reticulado frouxo, em cujos espaços eram encontradas células grânulo-adiposasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Com GFAP foram bem demonstrados astrócitos hipertróficos nas camadas profundas do córtex e na substância branca lesada. Nesta última, os astrócitos reativos formavam um reticulado frouxo, em cujos espaços eram encontradas células grânulo-adiposasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Vimentina é inespecífica e marca astrócitos gemistocíticos, células grânulo-adiposas e vasos. Mesmo astrócitos normais do córtex não afetados são demonstrados. Os resultados assemelham-se aos já mostrados com GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Vimentina é inespecífica e marca astrócitos gemistocíticos, células grânulo-adiposas e vasos. Mesmo astrócitos normais do córtex não afetados são demonstrados. Os resultados assemelham-se aos já mostrados com GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Vimentina é inespecífica e marca astrócitos gemistocíticos, células grânulo-adiposas e vasos. Mesmo astrócitos normais do córtex não afetados são demonstrados. Os resultados assemelham-se aos já mostrados com GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Vimentina é inespecífica e marca astrócitos gemistocíticos, células grânulo-adiposas e vasos. Mesmo astrócitos normais do córtex não afetados são demonstrados. Os resultados assemelham-se aos já mostrados com GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Vimentina é inespecífica e marca astrócitos gemistocíticos, células grânulo-adiposas e vasos. Mesmo astrócitos normais do córtex não afetados são demonstrados. Os resultados assemelham-se aos já mostrados com GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Vimentina é inespecífica e marca astrócitos gemistocíticos, células grânulo-adiposas e vasos. Mesmo astrócitos normais do córtex não afetados são demonstrados. Os resultados assemelham-se aos já mostrados com GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: esclerose múltipla
Classificação original: Não classificado