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Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

Neurônios gigantes

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    que permeia o tecido nervoso subcortical corresponde a miríades de microcalcificações, evidentes na TC sem contraste . Córtex e leptomeninges à direitaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    que permeia o tecido nervoso subcortical corresponde a miríades de microcalcificações, evidentes na TC sem contraste . Córtex e leptomeninges à direitaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    A mesoscopia dos preparados histológicos fornece uma visão de conjunto útil para avaliar-se a desorganização do tecido no túber gigante. A estrutura habitual de córtex e substância branca está substituída por bandas densas ou rarefeitas e abundantes microcalcificações. Esta lâmina escaneada com 600 dpi ( dots per inch…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    A mesoscopia dos preparados histológicos fornece uma visão de conjunto útil para avaliar-se a desorganização do tecido no túber gigante. A estrutura habitual de córtex e substância branca está substituída por bandas densas ou rarefeitas e abundantes microcalcificações. Esta lâmina escaneada com 600 dpi ( dots per inch…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Neurônios vacuoladosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    Esta lâmina do túber corada por tricrômico de Masson e escaneada com 600 dpi revela os contrastes entre as áreas mais densas e frouxas do tecido nervoso caótico que compõe a lesão. As áreas mais azuladas correspondem a calcificações. Imagem abaixo com 1200 dpiDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    Esta lâmina do túber corada por tricrômico de Masson e escaneada com 600 dpi revela os contrastes entre as áreas mais densas e frouxas do tecido nervoso caótico que compõe a lesão. As áreas mais azuladas correspondem a calcificações. Imagem abaixo com 1200 dpiDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CalcificaçõesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CalcificaçõesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    HE, calcificações. Aparecem como esférulas fortemente basófilas dispersas irregularmente, muito densas em certas regiões, raras ou ausentes em outras. Embora muito próximas entre si, não chegam a confluir, impedindo cortes. As lâminas foram obtidas sem descalcificaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    HE, calcificações. Aparecem como esférulas fortemente basófilas dispersas irregularmente, muito densas em certas regiões, raras ou ausentes em outras. Embora muito próximas entre si, não chegam a confluir, impedindo cortes. As lâminas foram obtidas sem descalcificaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    HE, calcificações. Aparecem como esférulas fortemente basófilas dispersas irregularmente, muito densas em certas regiões, raras ou ausentes em outras. Embora muito próximas entre si, não chegam a confluir, impedindo cortes. As lâminas foram obtidas sem descalcificaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Reticulina. Restrita a vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    HE, calcificações. Aparecem como esférulas fortemente basófilas dispersas irregularmente, muito densas em certas regiões, raras ou ausentes em outras. Embora muito próximas entre si, não chegam a confluir, impedindo cortes. As lâminas foram obtidas sem descalcificaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    HE, calcificações. Aparecem como esférulas fortemente basófilas dispersas irregularmente, muito densas em certas regiões, raras ou ausentes em outras. Embora muito próximas entre si, não chegam a confluir, impedindo cortes. As lâminas foram obtidas sem descalcificaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    Neurônios aberrantes. Os neurônios participantes do túber, comumente denominados 'gigantes', não lembram as células piramidais ou granulosas normais do córtex cerebral. São muito maiores, assemelhando-se mais aos neurônios multipolares da medula espinal ou os globosos dos gânglios sensitivos. Apresentam citoplasma abu…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Neurônios aberrantes. Os neurônios participantes do túber, comumente denominados 'gigantes', não lembram as células piramidais ou granulosas normais do córtex cerebral. São muito maiores, assemelhando-se mais aos neurônios multipolares da medula espinal ou os globosos dos gânglios sensitivos. Apresentam citoplasma abu…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    Astrócitos. Os astrócitos encontrados no túber assemelham-se aos astrócitos gemistocíticos reativos vistos em lesões de qualquer natureza no tecido nervoso. Têm núcleo redondo com cromatina frouxa e nucléolo delicado. O citoplasma é róseo, sem corpúsculos de Nissl. Porém, alguns são maiores, com prolongamentos citopla…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    Astrócitos. Os astrócitos encontrados no túber assemelham-se aos astrócitos gemistocíticos reativos vistos em lesões de qualquer natureza no tecido nervoso. Têm núcleo redondo com cromatina frouxa e nucléolo delicado. O citoplasma é róseo, sem corpúsculos de Nissl. Porém, alguns são maiores, com prolongamentos citopla…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Células de natureza duvidosaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose tuberosa. Túber cortical gigante. 1. Espécime, HE, Masson, reticulina

    Neurônios aberrantes. Os neurônios participantes do túber, comumente denominados 'gigantes', não lembram as células piramidais ou granulosas normais do córtex cerebral. São muito maiores, assemelhando-se mais aos neurônios multipolares da medula espinal ou os globosos dos gânglios sensitivos. Apresentam citoplasma abu…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Não classificado

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