Capítulo visual · Doenças e lesões
Exame em detalhe
Celularidade variável. A quantidade de células neoplásicas por unidade de área variava em diferentes regiões do tumor, de baixa a moderada. Não foram observadas mitoses em HE. Há, porém, raras em Ki-67
- 74 lâminas catalogadas
- 74 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 74 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Exame em detalhe
Não foi feita imunohistoquímica para identificação da linhagem. Assim, fica a dúvida se seriam mesmo neurônios do tecido nervoso vizinho, incorporados ao tumor, ou células neoplásicas com morfologia imitando neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Exame em detalhe
Não foi feita imunohistoquímica para identificação da linhagem. Assim, fica a dúvida se seriam mesmo neurônios do tecido nervoso vizinho, incorporados ao tumor, ou células neoplásicas com morfologia imitando neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
Células compatíveis com astrócitos reacionais. Outras células lembravam astrócitos gemistocíticos, o que foi comprovado por positividade para GFAP (abaixo). Foram consideradas células remanescentes do tecido nervoso infiltrado pela neoplasiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Exame em detalhe
Não foi feita imunohistoquímica para identificação da linhagem. Assim, fica a dúvida se seriam mesmo neurônios do tecido nervoso vizinho, incorporados ao tumor, ou células neoplásicas com morfologia imitando neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Exame em detalhe
Não foi feita imunohistoquímica para identificação da linhagem. Assim, fica a dúvida se seriam mesmo neurônios do tecido nervoso vizinho, incorporados ao tumor, ou células neoplásicas com morfologia imitando neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados
Exame em detalhe
Vimentina foi universalmente positiva no citoplasma das células neoplásicas, e também em vasos do tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados
Exame em detalhe
Vimentina foi universalmente positiva no citoplasma das células neoplásicas, e também em vasos do tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados
Exame em detalhe
Vimentina foi universalmente positiva no citoplasma das células neoplásicas, e também em vasos do tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados
Exame em detalhe
Vimentina foi universalmente positiva no citoplasma das células neoplásicas, e também em vasos do tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Exame em detalhe
Ki-67. Positivo em raros núcleos de células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Exame em detalhe
GFAP. Diversas células positivas para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário próprio de astrócitos) foram encontradas esparsas pelo tumor. Isto confirma a natureza infiltrativa da neoplasia, que captura células do tecido nervoso limítrofe à medida que cresce. Não raro, estes astrócitos situava…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Exame em detalhe
Ki-67. A marcação era observada apenas em núcleos esparsos (<1% das células), com áreas totalmente negativas. Foram observadas raras mitoses, demonstradas abaixo. Notar que em algumas delas o citoplasma da célula em mitose também se marca. Em uma única, não se marcou. Não foi rara a marcação de núcleos aos pares. Como…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Exame em detalhe
Ki-67. A marcação era observada apenas em núcleos esparsos (<1% das células), com áreas totalmente negativas. Foram observadas raras mitoses, demonstradas abaixo. Notar que em algumas delas o citoplasma da célula em mitose também se marca. Em uma única, não se marcou. Não foi rara a marcação de núcleos aos pares. Como…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Exame em detalhe
Ki-67. A marcação era observada apenas em núcleos esparsos (<1% das células), com áreas totalmente negativas. Foram observadas raras mitoses, demonstradas abaixo. Notar que em algumas delas o citoplasma da célula em mitose também se marca. Em uma única, não se marcou. Não foi rara a marcação de núcleos aos pares. Como…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: exame em detalhe
Classificação original: Ossos e partes moles