Capítulo visual · Doenças e lesões

Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

Aspecto geral do tumor. A ultraestrutura deste fibroma condromixóide recapitula aspectos já apresentados em HE, tricrômico de Masson e imunohistoquímica para vimentina. As células neoplásicas são altamente polimórficas, com citoplasma abundante, contorno poligonal e limites ní…

  • 73 lâminas catalogadas
  • 73 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 24 de 73 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    No exemplo abaixo, há extensa área de contato entre as membranas, com densidades pontuais envolvendo ambas, que provavelmente correspondem a junções do tipo adherensDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As pseudoinclusões resultam de dobras profundas da membrana nuclear (ou carioteca) que, em virtude do plano de corte, parecem encontrar-se totalmente no interior do núcleo. Na verdade, fora daquele plano há comunicação com o citoplasma. Na pseudoinclusão é possível observar-se componentes do citoplasma, inclusive vári…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células continham geralmente um ou dois núcleos no plano de corte. A membrana nuclear era lisa em trechos e altamente irregular em outros, produzindo profundas dobras e indentações, que não raro originavam pseudoinclusões intranucleares (abaixo). A cromatina era frouxa e bem distribuída, com maior concentração na p…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    PseudoinclusõesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células continham geralmente um ou dois núcleos no plano de corte. A membrana nuclear era lisa em trechos e altamente irregular em outros, produzindo profundas dobras e indentações, que não raro originavam pseudoinclusões intranucleares (abaixo). A cromatina era frouxa e bem distribuída, com maior concentração na p…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células continham geralmente um ou dois núcleos no plano de corte. A membrana nuclear era lisa em trechos e altamente irregular em outros, produzindo profundas dobras e indentações, que não raro originavam pseudoinclusões intranucleares (abaixo). A cromatina era frouxa e bem distribuída, com maior concentração na p…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células continham geralmente um ou dois núcleos no plano de corte. A membrana nuclear era lisa em trechos e altamente irregular em outros, produzindo profundas dobras e indentações, que não raro originavam pseudoinclusões intranucleares (abaixo). A cromatina era frouxa e bem distribuída, com maior concentração na p…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células tumorais estavam dispersas em substância fundamental amorfa altamente hidratada e eletrolucente, em que se observavam finas fibrilas orientadas ao acaso, mas às vezes dispostas frouxamente em feixes. Estas não mostravam as características estriações das fibrilas de colágeno tipo I. Como o tumor é considerad…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células tumorais estavam dispersas em substância fundamental amorfa altamente hidratada e eletrolucente, em que se observavam finas fibrilas orientadas ao acaso, mas às vezes dispostas frouxamente em feixes. Estas não mostravam as características estriações das fibrilas de colágeno tipo I. Como o tumor é considerad…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    Adesão de fibrilas extracelulares à superfície celular. Dependendo do plano de corte, pode simular continuidade entre filamentos intra- e extracelulares. Evidentemente, a continuidade é só aparente, pois são proteínas diferentes em compartimentos separados pela membrana plasmática. A adesão das fibrilas extracelulares…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    Adesão de fibrilas extracelulares à superfície celular. Dependendo do plano de corte, pode simular continuidade entre filamentos intra- e extracelulares. Evidentemente, a continuidade é só aparente, pois são proteínas diferentes em compartimentos separados pela membrana plasmática. A adesão das fibrilas extracelulares…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células continham geralmente um ou dois núcleos no plano de corte. A membrana nuclear era lisa em trechos e altamente irregular em outros, produzindo profundas dobras e indentações, que não raro originavam pseudoinclusões intranucleares (abaixo). A cromatina era frouxa e bem distribuída, com maior concentração na p…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células continham geralmente um ou dois núcleos no plano de corte. A membrana nuclear era lisa em trechos e altamente irregular em outros, produzindo profundas dobras e indentações, que não raro originavam pseudoinclusões intranucleares (abaixo). A cromatina era frouxa e bem distribuída, com maior concentração na p…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaReticulina Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células eram grandes, com citoplasma abundante, compactamente preenchido por vários tipos de organelas, como retículo endoplasmático rugoso, ribossomos livres ou em rosetas (polirribossomos ou polissomos), mitocôndrias, complexo de Golgi, e elementos do citoesqueletoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células continham geralmente um ou dois núcleos no plano de corte. A membrana nuclear era lisa em trechos e altamente irregular em outros, produzindo profundas dobras e indentações, que não raro originavam pseudoinclusões intranucleares (abaixo). A cromatina era frouxa e bem distribuída, com maior concentração na p…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaReticulina Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    Nesta pseudoinclusão, observam-se ribossomos e um pequeno segmento de retículo endoplasmático rugoso, típicas organelas citoplasmáticas, indicando que se trata, efetivamente, de uma lingüeta de citoplasma insinuando-se em uma dobra da membrana nuclearDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    No exemplo abaixo, há extensa área de contato entre as membranas, com densidades pontuais envolvendo ambas, que provavelmente correspondem a junções do tipo adherensDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    No exemplo abaixo, há extensa área de contato entre as membranas, com densidades pontuais envolvendo ambas, que provavelmente correspondem a junções do tipo adherensDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    No exemplo abaixo, há extensa área de contato entre as membranas, com densidades pontuais envolvendo ambas, que provavelmente correspondem a junções do tipo adherensDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células continham geralmente um ou dois núcleos no plano de corte. A membrana nuclear era lisa em trechos e altamente irregular em outros, produzindo profundas dobras e indentações, que não raro originavam pseudoinclusões intranucleares (abaixo). A cromatina era frouxa e bem distribuída, com maior concentração na p…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células continham geralmente um ou dois núcleos no plano de corte. A membrana nuclear era lisa em trechos e altamente irregular em outros, produzindo profundas dobras e indentações, que não raro originavam pseudoinclusões intranucleares (abaixo). A cromatina era frouxa e bem distribuída, com maior concentração na p…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaReticulina Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células eram grandes, com citoplasma abundante, compactamente preenchido por vários tipos de organelas, como retículo endoplasmático rugoso, ribossomos livres ou em rosetas (polirribossomos ou polissomos), mitocôndrias, complexo de Golgi, e elementos do citoesqueletoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaReticulina Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células eram grandes, com citoplasma abundante, compactamente preenchido por vários tipos de organelas, como retículo endoplasmático rugoso, ribossomos livres ou em rosetas (polirribossomos ou polissomos), mitocôndrias, complexo de Golgi, e elementos do citoesqueletoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaReticulina Direitos aprovados

    Fibroma condromixóide em osso occipital. 5. Microscopia eletrônica

    As células eram grandes, com citoplasma abundante, compactamente preenchido por vários tipos de organelas, como retículo endoplasmático rugoso, ribossomos livres ou em rosetas (polirribossomos ou polissomos), mitocôndrias, complexo de Golgi, e elementos do citoesqueletoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Ossos e partes moles