1. Histopatologia
  2. ›
  3. Atlas
  4. ›
  5. Sistema nervoso

Capítulo visual · Doenças e lesões

Filamento intermediário

Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplos

  • 85 lâminas catalogadas
  • 85 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 24 de 85 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

Filtrar24 de 24 referências
  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Estas células neoplásicas estão marcadas para GFAP no citoplasma. Lembram astrócitos gemistocíticos, com núcleo excêntrico, citoplasma abundante e esboços de prolongamentos. As células vizinhas, porém, são negativas. Abaixo, mais exemplosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    CD56. Observou-se positividade focal para CD56 (NCAM) em células isoladas ou em grupos. Esta marcação é observada em células de linhagem neuroectodérmica e, portanto, esperada neste tumor. Houve também positividade para CD57 (Leu-7), mais difusa e não demonstrada aqui. Para pequeno texto sobre estes antígenos, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    CD56. Observou-se positividade focal para CD56 (NCAM) em células isoladas ou em grupos. Esta marcação é observada em células de linhagem neuroectodérmica e, portanto, esperada neste tumor. Houve também positividade para CD57 (Leu-7), mais difusa e não demonstrada aqui. Para pequeno texto sobre estes antígenos, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Ki-67. Positivo em alta proporção de núcleos, da ordem de 30-40% (estimativa visual sem contagem)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    Ki-67. Positivo em alta proporção de núcleos, da ordem de 30-40% (estimativa visual sem contagem)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    VIM. _ Vimentina é um filamento intermediário, componente do citoesqueleto de vários tipos de células, incluindo astrócitos e células conjuntivas. Neste caso, a grande maioria das células expressa vimentina, bem mais numerosas que as que expressam GFAP. A reação é positiva no citoplasma e é favorável a demonstrar os e…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    VIM. _ Vimentina é um filamento intermediário, componente do citoesqueleto de vários tipos de células, incluindo astrócitos e células conjuntivas. Neste caso, a grande maioria das células expressa vimentina, bem mais numerosas que as que expressam GFAP. A reação é positiva no citoplasma e é favorável a demonstrar os e…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    VIM. _ Vimentina é um filamento intermediário, componente do citoesqueleto de vários tipos de células, incluindo astrócitos e células conjuntivas. Neste caso, a grande maioria das células expressa vimentina, bem mais numerosas que as que expressam GFAP. A reação é positiva no citoplasma e é favorável a demonstrar os e…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    VIM. _ Vimentina é um filamento intermediário, componente do citoesqueleto de vários tipos de células, incluindo astrócitos e células conjuntivas. Neste caso, a grande maioria das células expressa vimentina, bem mais numerosas que as que expressam GFAP. A reação é positiva no citoplasma e é favorável a demonstrar os e…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    VIM. _ Vimentina é um filamento intermediário, componente do citoesqueleto de vários tipos de células, incluindo astrócitos e células conjuntivas. Neste caso, a grande maioria das células expressa vimentina, bem mais numerosas que as que expressam GFAP. A reação é positiva no citoplasma e é favorável a demonstrar os e…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    VIM. _ Vimentina é um filamento intermediário, componente do citoesqueleto de vários tipos de células, incluindo astrócitos e células conjuntivas. Neste caso, a grande maioria das células expressa vimentina, bem mais numerosas que as que expressam GFAP. A reação é positiva no citoplasma e é favorável a demonstrar os e…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    VIM. _ Vimentina é um filamento intermediário, componente do citoesqueleto de vários tipos de células, incluindo astrócitos e células conjuntivas. Neste caso, a grande maioria das células expressa vimentina, bem mais numerosas que as que expressam GFAP. A reação é positiva no citoplasma e é favorável a demonstrar os e…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    VIM. _ Vimentina é um filamento intermediário, componente do citoesqueleto de vários tipos de células, incluindo astrócitos e células conjuntivas. Neste caso, a grande maioria das células expressa vimentina, bem mais numerosas que as que expressam GFAP. A reação é positiva no citoplasma e é favorável a demonstrar os e…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Filamento intermediário

    GFAP (proteína glial ácida fibrilar) foi positiva no citoplasma de grande parte das células tumorais, indicando diferenciação astrocitária. A marcação era nítida, restrita ao citoplasma, com núcleos negativos (azuis). Contudo, cerca da metade das células não marcouDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Filamento intermediário

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Página 1 de 4Próxima página

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: filamento intermediário

Classificação original: Ossos e partes moles

  • Consultar fonte original