Capítulo visual · Colorações e marcadores
GFAP
GFAP ( glial fibrillary acidic protein ) é um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos. Mostra a concentração de astrócitos na formação hipocampal e estruturas vizinhas. Aqui, scan obtido com 600 dpi ( dots per inch ), foto seguinte com 1200 dpi. Para det…
- 788 lâminas catalogadas
- 788 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 788 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Infarto e astrócitos gemistocíticos. Na área de infarto os neurônios desapareceram e os astrócitos sofreram hipertrofia e hiperplasia, constituindo uma cicatriz glial ou gliose. Os astrócitos normais têm citoplasma escasso que se resolve em finos prolongamentos. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma volumoso com…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Infarto e astrócitos gemistocíticos. Na área de infarto os neurônios desapareceram e os astrócitos sofreram hipertrofia e hiperplasia, constituindo uma cicatriz glial ou gliose. Os astrócitos normais têm citoplasma escasso que se resolve em finos prolongamentos. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma volumoso com…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Infarto e astrócitos gemistocíticos. Na área de infarto os neurônios desapareceram e os astrócitos sofreram hipertrofia e hiperplasia, constituindo uma cicatriz glial ou gliose. Os astrócitos normais têm citoplasma escasso que se resolve em finos prolongamentos. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma volumoso com…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Infarto e astrócitos gemistocíticos. Na área de infarto os neurônios desapareceram e os astrócitos sofreram hipertrofia e hiperplasia, constituindo uma cicatriz glial ou gliose. Os astrócitos normais têm citoplasma escasso que se resolve em finos prolongamentos. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma volumoso com…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Infarto e astrócitos gemistocíticos. Na área de infarto os neurônios desapareceram e os astrócitos sofreram hipertrofia e hiperplasia, constituindo uma cicatriz glial ou gliose. Os astrócitos normais têm citoplasma escasso que se resolve em finos prolongamentos. Os astrócitos gemistocíticos têm citoplasma volumoso com…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Giro denteado. Entre os corpos celulares dos neurônios granulosos do giro denteado, e na camada molecular onde se encontram os dendritos dos mesmos, há poucos corpos celulares de astrócitos. Observam-se prolongamentos de astrócitos cujos corpos estão no setor CA4 do hipocampo. O aspecto lembra o observado no setor CA1Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Giro denteado. Entre os corpos celulares dos neurônios granulosos do giro denteado, e na camada molecular onde se encontram os dendritos dos mesmos, há poucos corpos celulares de astrócitos. Observam-se prolongamentos de astrócitos cujos corpos estão no setor CA4 do hipocampo. O aspecto lembra o observado no setor CA1Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Giro denteado. Entre os corpos celulares dos neurônios granulosos do giro denteado, e na camada molecular onde se encontram os dendritos dos mesmos, há poucos corpos celulares de astrócitos. Observam-se prolongamentos de astrócitos cujos corpos estão no setor CA4 do hipocampo. O aspecto lembra o observado no setor CA1Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Giro denteado. Entre os corpos celulares dos neurônios granulosos do giro denteado, e na camada molecular onde se encontram os dendritos dos mesmos, há poucos corpos celulares de astrócitos. Observam-se prolongamentos de astrócitos cujos corpos estão no setor CA4 do hipocampo. O aspecto lembra o observado no setor CA1Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Giro denteado. Entre os corpos celulares dos neurônios granulosos do giro denteado, e na camada molecular onde se encontram os dendritos dos mesmos, há poucos corpos celulares de astrócitos. Observam-se prolongamentos de astrócitos cujos corpos estão no setor CA4 do hipocampo. O aspecto lembra o observado no setor CA1Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Giro denteado. Entre os corpos celulares dos neurônios granulosos do giro denteado, e na camada molecular onde se encontram os dendritos dos mesmos, há poucos corpos celulares de astrócitos. Observam-se prolongamentos de astrócitos cujos corpos estão no setor CA4 do hipocampo. O aspecto lembra o observado no setor CA1Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Giro denteado. Entre os corpos celulares dos neurônios granulosos do giro denteado, e na camada molecular onde se encontram os dendritos dos mesmos, há poucos corpos celulares de astrócitos. Observam-se prolongamentos de astrócitos cujos corpos estão no setor CA4 do hipocampo. O aspecto lembra o observado no setor CA1Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Giro denteado. Entre os corpos celulares dos neurônios granulosos do giro denteado, e na camada molecular onde se encontram os dendritos dos mesmos, há poucos corpos celulares de astrócitos. Observam-se prolongamentos de astrócitos cujos corpos estão no setor CA4 do hipocampo. O aspecto lembra o observado no setor CA1Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Setor CA4 - astrócitos. Delicados astrócitos fibrosos encontram-se dispersos entre os neurônios polimórficos de CA4. Para mais detalhes destes neurônios, ver outras técnicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Setor CA4 - astrócitos. Delicados astrócitos fibrosos encontram-se dispersos entre os neurônios polimórficos de CA4. Para mais detalhes destes neurônios, ver outras técnicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Setor CA4 - astrócitos. Delicados astrócitos fibrosos encontram-se dispersos entre os neurônios polimórficos de CA4. Para mais detalhes destes neurônios, ver outras técnicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Setor CA4 - astrócitos. Delicados astrócitos fibrosos encontram-se dispersos entre os neurônios polimórficos de CA4. Para mais detalhes destes neurônios, ver outras técnicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Setor CA4 - astrócitos. Delicados astrócitos fibrosos encontram-se dispersos entre os neurônios polimórficos de CA4. Para mais detalhes destes neurônios, ver outras técnicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Setor CA4 - astrócitos. Delicados astrócitos fibrosos encontram-se dispersos entre os neurônios polimórficos de CA4. Para mais detalhes destes neurônios, ver outras técnicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Relações entre astrócitos e vasos. Astrócitos mantêm contato com a parede de capilares e vasos maiores através de seus prolongamentos. A superfície externa dos capilares é GFAP positiva devido a estes prolongamentos, ou 'pés sugadores', que induzem nas células endoteliais as propriedades da barreira hemoencefálica. Pa…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Setor CA4 - astrócitos. Delicados astrócitos fibrosos encontram-se dispersos entre os neurônios polimórficos de CA4. Para mais detalhes destes neurônios, ver outras técnicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Relações entre astrócitos e vasos. Astrócitos mantêm contato com a parede de capilares e vasos maiores através de seus prolongamentos. A superfície externa dos capilares é GFAP positiva devido a estes prolongamentos, ou 'pés sugadores', que induzem nas células endoteliais as propriedades da barreira hemoencefálica. Pa…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Setor CA4 - astrócitos. Delicados astrócitos fibrosos encontram-se dispersos entre os neurônios polimórficos de CA4. Para mais detalhes destes neurônios, ver outras técnicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
GFAP
Setor CA4 - astrócitos. Delicados astrócitos fibrosos encontram-se dispersos entre os neurônios polimórficos de CA4. Para mais detalhes destes neurônios, ver outras técnicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Classificação original: Não classificado