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Capítulo visual · Colorações e marcadores

Gliais, CD34 e Ki-67

O aspecto mais notável e menos usual deste tumor foi o alto índice Ki-67, da ordem de 50 a 60% numa estimativa visual de diversos campos, sem contagem. No neurocitoma central habitual, o índice Ki-67 (MIB-1) é geralmente < 2%. Quando maior que isso, os tumores são rotulados co…

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    Gliais, CD34 e Ki-67

    Já para proteína S-100, ao contrário da vimentina, extensas áreas do tumor, eram positivas. A marcação é nuclear e citoplasmática, e os vasos servem de controle interno negativoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Gliais, CD34 e Ki-67

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    S-100. Áreas mesclando células positivas e negativas. É sempre confortador um controle interno negativo quando grande parte dos elementos em estudo são positivos. A negatividade em pelo menos algumas células afasta a possibilidade de artefato ou reação de fundo. O oposto é também verdadeiro, no caso de uma reação onde…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Gliais, CD34 e Ki-67

    Este marcador do endotélio vascular demonstra com elegância a delicada vascularização deste neurocitoma central. Os vasos são muito numerosos, de paredes muito finas, e regularmente espaçados. Não há nenhuma sugestão de proliferação endotelial ou pseudoglomérulos, como nos gliomas malignosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Gliais, CD34 e Ki-67

    Nesta área de pseudorrosetas perivasculares, o contorno dos vasos é delineado pela positividade para CD34. Os núcleos ficam a certa distância do vaso, e o espaço anucleado, aqui totalmente negativo, é constituído pelos prolongamentos das células neoplásicas. Estes espaços são fortemente positivos para sinaptofisina ,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Gliais, CD34 e Ki-67

    A grande maioria das células deste neurocitoma central eram negativas para GFAP. Aqui vemos o limite do tumor com o tecido nervoso (à direita, na foto), onde há marcação dos astrócitos reacionais. O limite é impreciso, e as células tumorais penetram entre os elementos pré-existentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    A grande maioria das células deste neurocitoma central eram negativas para GFAP. Aqui vemos o limite do tumor com o tecido nervoso (à direita, na foto), onde há marcação dos astrócitos reacionais. O limite é impreciso, e as células tumorais penetram entre os elementos pré-existentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    A grande maioria das células deste neurocitoma central eram negativas para GFAP. Aqui vemos o limite do tumor com o tecido nervoso (à direita, na foto), onde há marcação dos astrócitos reacionais. O limite é impreciso, e as células tumorais penetram entre os elementos pré-existentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    A grande maioria das células deste neurocitoma central eram negativas para GFAP. Aqui vemos o limite do tumor com o tecido nervoso (à direita, na foto), onde há marcação dos astrócitos reacionais. O limite é impreciso, e as células tumorais penetram entre os elementos pré-existentesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Gliais, CD34 e Ki-67

    As células neoplásicas de modo geral não se marcam. Há, contudo, marcação de vários prolongamentos celulares entre elas. É provável que na maioria pertençam a astrócitos pré-existentes aprisionadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    As células neoplásicas de modo geral não se marcam. Há, contudo, marcação de vários prolongamentos celulares entre elas. É provável que na maioria pertençam a astrócitos pré-existentes aprisionadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Gliais, CD34 e Ki-67

    GFAP - células tumorais. Contudo, em meio às células negativas para GFAP, havia umas poucas que se marcavam para GFAP no citoplasma e foram consideradas como tumorais com alta probabilidade. Isto se baseou na semelhança do núcleo com o das vizinhas e pela escassez do citoplasma, com poucos prolongamentos rudimentares.…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP - células tumorais. Contudo, em meio às células negativas para GFAP, havia umas poucas que se marcavam para GFAP no citoplasma e foram consideradas como tumorais com alta probabilidade. Isto se baseou na semelhança do núcleo com o das vizinhas e pela escassez do citoplasma, com poucos prolongamentos rudimentares.…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP - células tumorais. Contudo, em meio às células negativas para GFAP, havia umas poucas que se marcavam para GFAP no citoplasma e foram consideradas como tumorais com alta probabilidade. Isto se baseou na semelhança do núcleo com o das vizinhas e pela escassez do citoplasma, com poucos prolongamentos rudimentares.…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP - células tumorais. Contudo, em meio às células negativas para GFAP, havia umas poucas que se marcavam para GFAP no citoplasma e foram consideradas como tumorais com alta probabilidade. Isto se baseou na semelhança do núcleo com o das vizinhas e pela escassez do citoplasma, com poucos prolongamentos rudimentares.…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: gliais, CD34 e Ki-67

Classificação original: Sistema nervoso

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