Capítulo visual · Doenças e lesões

Glicoproteína de adesão para células neurais

GFAP. Há forte positividade difusa para GFAP no citoplasma das células neoplásicas, indicando riqueza neste filamento intermediário próprio de astrócitos. As pseudorosetas perivasculares ficam bem evidentes. Vasos não se marcam

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Glicoproteína de adesão para células neurais

    Quadro comparativo. Imunohistoquímica, microscopia eletrônica. Em imunohistoquímica, o centro das rosetas é positivo para CD57 e colágeno IV, negativo para GFAP, vimentina, CD56, EMA e laminina. Em ME, é eletrodenso e amorfo, com textura compatível com fibras elásticas. Detalhes da ultraestrutura em outras páginas ( 1…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Glicoproteína de adesão para células neurais

    Quadro comparativo. Imunohistoquímica, microscopia eletrônica. Em imunohistoquímica, o centro das rosetas é positivo para CD57 e colágeno IV, negativo para GFAP, vimentina, CD56, EMA e laminina. Em ME, é eletrodenso e amorfo, com textura compatível com fibras elásticas. Detalhes da ultraestrutura em outras páginas ( 1…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Glicoproteína de adesão para células neurais

    EMA. Antígeno epitelial de membrana é freqüentemente positivo em ependimomas em padrão dot (um ponto no citoplasma) ou em luzes de pequenas rosetas ependimárias. Aqui há exemplos dos dois tipos. A positividade está situada na membrana de cílios ou microvilos, que são especializações de superfície das células ependimár…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    EMA. Antígeno epitelial de membrana é freqüentemente positivo em ependimomas em padrão dot (um ponto no citoplasma) ou em luzes de pequenas rosetas ependimárias. Aqui há exemplos dos dois tipos. A positividade está situada na membrana de cílios ou microvilos, que são especializações de superfície das células ependimár…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    EMA. Antígeno epitelial de membrana é freqüentemente positivo em ependimomas em padrão dot (um ponto no citoplasma) ou em luzes de pequenas rosetas ependimárias. Aqui há exemplos dos dois tipos. A positividade está situada na membrana de cílios ou microvilos, que são especializações de superfície das células ependimár…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    EMA. Antígeno epitelial de membrana é freqüentemente positivo em ependimomas em padrão dot (um ponto no citoplasma) ou em luzes de pequenas rosetas ependimárias. Aqui há exemplos dos dois tipos. A positividade está situada na membrana de cílios ou microvilos, que são especializações de superfície das células ependimár…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Glicoproteína de adesão para células neurais

    EMA. Antígeno epitelial de membrana é freqüentemente positivo em ependimomas em padrão dot (um ponto no citoplasma) ou em luzes de pequenas rosetas ependimárias. Aqui há exemplos dos dois tipos. A positividade está situada na membrana de cílios ou microvilos, que são especializações de superfície das células ependimár…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Glicoproteína de adesão para células neurais

    AE1AE3. Há positividade para este anticorpo contra queratinas principalmente nos prolongamentos das células que formam as pseudorosetas perivasculares. As rosetas de centro hialino foram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    AE1AE3. Há positividade para este anticorpo contra queratinas principalmente nos prolongamentos das células que formam as pseudorosetas perivasculares. As rosetas de centro hialino foram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    AE1AE3. Há positividade para este anticorpo contra queratinas principalmente nos prolongamentos das células que formam as pseudorosetas perivasculares. As rosetas de centro hialino foram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    AE1AE3. Há positividade para este anticorpo contra queratinas principalmente nos prolongamentos das células que formam as pseudorosetas perivasculares. As rosetas de centro hialino foram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    COL IV, Rosetas de centro hialino. O centro hialino das rosetas é consistentemente positivo para colágeno IV, sugerindo que o material hialino no centro da roseta tenha um componente de membrana basal, possivelmente de vasos que posteriormente degeneraramDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    COL IV, Rosetas de centro hialino. O centro hialino das rosetas é consistentemente positivo para colágeno IV, sugerindo que o material hialino no centro da roseta tenha um componente de membrana basal, possivelmente de vasos que posteriormente degeneraramDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    COL IV, Rosetas de centro hialino. O centro hialino das rosetas é consistentemente positivo para colágeno IV, sugerindo que o material hialino no centro da roseta tenha um componente de membrana basal, possivelmente de vasos que posteriormente degeneraramDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    COL IV, Rosetas de centro hialino. O centro hialino das rosetas é consistentemente positivo para colágeno IV, sugerindo que o material hialino no centro da roseta tenha um componente de membrana basal, possivelmente de vasos que posteriormente degeneraramDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    COL IV, Rosetas de centro hialino. O centro hialino das rosetas é consistentemente positivo para colágeno IV, sugerindo que o material hialino no centro da roseta tenha um componente de membrana basal, possivelmente de vasos que posteriormente degeneraramDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Glicoproteína de adesão para células neurais

    Laminina, como colágeno IV, é um componente de membranas basais. Foi positiva nos vasos tumorais de maneira análoga à deste, e demonstra em alguns várias camadas de membrana basal, aparentemente depositada em vários ciclos pelas células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Laminina, como colágeno IV, é um componente de membranas basais. Foi positiva nos vasos tumorais de maneira análoga à deste, e demonstra em alguns várias camadas de membrana basal, aparentemente depositada em vários ciclos pelas células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: glicoproteína de adesão para células neurais

Classificação original: Não classificado