Capítulo visual · Doenças e lesões
Glioma cordóide do terceiro ventrículo
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Glioma cordóide do terceiro ventrículo
AE1AE3. Houve positividade focal para este coquetel de citoqueratinas, que foi pesquisado em virtude da suspeita inicial de cordoma. Cordomas são difusamente positivos para AE1AE3. Aqui a positividade foi focal, em poucos grupos de células. É sabido que AE1AE3 pode dar reação cruzada com GFAP. Porém, no presente caso,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Área mais frouxa. Nas áreas mais frouxas, em que as células estão separadas por abundante matriz extracelular, a marcação parece mais difusa e universal que nas áreas mais compactas. Também se observa melhor o contorno celular, que não raro toma aspecto estrelado, com prolongamentos, lembrando astrócitosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Área mais frouxa. Pelo exame destas áreas tem-se uma boa idéia de quanto do tumor é efetivamente células, e quanto é interstício. A matriz extracelular, em certas regiões, corresponde a mais que 50% do volume do tecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Glioma cordóide do terceiro ventrículo
Área mais compacta. A marcação é apenas citoplasmática e delineia bem o contorno celular. Embora a maioria das células tenha forma poligonal, algumas mostram prolongamentos próprios de astrócitos. Também se nota marcação de blocos de células, que contrastam com a negatividade de áreas vizinhasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: glioma cordóide do terceiro ventrículo
Classificação original: Sistema nervoso