Capítulo visual · Doenças e lesões
Gliossarcoma
GFAP, área 3. Nesta região, o tumor infiltrava a leptomeninge do sulco e penetrava no parênquima ao longo dos espaços perivasculares de Virchow-Robin. Nestes, observam-se manguitos de células neoplásicas, algumas pequenas e com escassas atipias, outras maiores, com núcleos hip…
- 141 lâminas catalogadas
- 141 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 141 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Macroscopia Direitos aprovados
Gliossarcoma
Gliossarcoma. Vasos. Ausência de proliferação vascular. A ausência de proliferação endotelial e pseudoglomérulos chamava a atenção, e estava em forte contraste com as áreas de glioblastoma multiforme vistas no primeiro espécime . Aqui, os vasos, embora numerosos, apresentavam estrutura simples e paredes finas, com luz…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Gliossarcoma
Gliossarcoma. Vasos. Ausência de proliferação vascular. A ausência de proliferação endotelial e pseudoglomérulos chamava a atenção, e estava em forte contraste com as áreas de glioblastoma multiforme vistas no primeiro espécime . Aqui, os vasos, embora numerosos, apresentavam estrutura simples e paredes finas, com luz…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Gliossarcoma
Gliossarcoma. Vasos. Ausência de proliferação vascular. A ausência de proliferação endotelial e pseudoglomérulos chamava a atenção, e estava em forte contraste com as áreas de glioblastoma multiforme vistas no primeiro espécime . Aqui, os vasos, embora numerosos, apresentavam estrutura simples e paredes finas, com luz…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Gliossarcoma
Gliossarcoma. Vasos. Ausência de proliferação vascular. A ausência de proliferação endotelial e pseudoglomérulos chamava a atenção, e estava em forte contraste com as áreas de glioblastoma multiforme vistas no primeiro espécime . Aqui, os vasos, embora numerosos, apresentavam estrutura simples e paredes finas, com luz…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Gliossarcoma
Gliossarcoma. Vasos. Ausência de proliferação vascular. A ausência de proliferação endotelial e pseudoglomérulos chamava a atenção, e estava em forte contraste com as áreas de glioblastoma multiforme vistas no primeiro espécime . Aqui, os vasos, embora numerosos, apresentavam estrutura simples e paredes finas, com luz…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Macroscopia Direitos aprovados
Gliossarcoma
Gliossarcoma. Vasos. Ausência de proliferação vascular. A ausência de proliferação endotelial e pseudoglomérulos chamava a atenção, e estava em forte contraste com as áreas de glioblastoma multiforme vistas no primeiro espécime . Aqui, os vasos, embora numerosos, apresentavam estrutura simples e paredes finas, com luz…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP, área 3. Nesta região, o tumor infiltrava a leptomeninge do sulco e penetrava no parênquima ao longo dos espaços perivasculares de Virchow-Robin. Nestes, observam-se manguitos de células neoplásicas, algumas pequenas e com escassas atipias, outras maiores, com núcleos hipercromáticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP, área 3. Nesta região, o tumor infiltrava a leptomeninge do sulco e penetrava no parênquima ao longo dos espaços perivasculares de Virchow-Robin. Nestes, observam-se manguitos de células neoplásicas, algumas pequenas e com escassas atipias, outras maiores, com núcleos hipercromáticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaReticulina Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP, área 2. Nesta região, o tumor era totalmente negativo para GFAP, com morfologia aproximando-se de um sarcoma. Na mesma região havia positividade para fibras reticulínicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP, área 3. Nesta região, o tumor infiltrava a leptomeninge do sulco e penetrava no parênquima ao longo dos espaços perivasculares de Virchow-Robin. Nestes, observam-se manguitos de células neoplásicas, algumas pequenas e com escassas atipias, outras maiores, com núcleos hipercromáticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP, área 1. Neste fragmento há íntima mistura de células que expressam ou não GFAP. As células são indiscutivelmente neoplásicas, de aspecto imaturo, alongadas, fusiformes e dispostas em feixes multidirecionados. A positividade para GFAP é forte e citoplasmática. Há também infiltrado inflamatório predominantemente l…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP, área 1. Neste fragmento há íntima mistura de células que expressam ou não GFAP. As células são indiscutivelmente neoplásicas, de aspecto imaturo, alongadas, fusiformes e dispostas em feixes multidirecionados. A positividade para GFAP é forte e citoplasmática. Há também infiltrado inflamatório predominantemente l…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP, área 1. Neste fragmento há íntima mistura de células que expressam ou não GFAP. As células são indiscutivelmente neoplásicas, de aspecto imaturo, alongadas, fusiformes e dispostas em feixes multidirecionados. A positividade para GFAP é forte e citoplasmática. Há também infiltrado inflamatório predominantemente l…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP, área 1. Neste fragmento há íntima mistura de células que expressam ou não GFAP. As células são indiscutivelmente neoplásicas, de aspecto imaturo, alongadas, fusiformes e dispostas em feixes multidirecionados. A positividade para GFAP é forte e citoplasmática. Há também infiltrado inflamatório predominantemente l…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
Área com grandes células atípicas, algumas multinucleadas, mas negativas para GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
Área com grandes células atípicas, algumas multinucleadas, mas negativas para GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP. Área 1, detalhes. Abaixo, área com predomínio de pequenas células fusiformes marcadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP. Área 1, detalhes. Abaixo, área com predomínio de pequenas células fusiformes marcadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
Área com grandes células atípicas, algumas multinucleadas, mas negativas para GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP. Área 1, detalhes. Abaixo, área com predomínio de pequenas células fusiformes marcadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP. Área 1, detalhes. Abaixo, área com predomínio de pequenas células fusiformes marcadasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
Área com grandes células atípicas, algumas multinucleadas, mas negativas para GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP, área 1. Neste fragmento há íntima mistura de células que expressam ou não GFAP. As células são indiscutivelmente neoplásicas, de aspecto imaturo, alongadas, fusiformes e dispostas em feixes multidirecionados. A positividade para GFAP é forte e citoplasmática. Há também infiltrado inflamatório predominantemente l…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Gliossarcoma
GFAP, área 3. Nesta região, o tumor infiltrava a leptomeninge do sulco e penetrava no parênquima ao longo dos espaços perivasculares de Virchow-Robin. Nestes, observam-se manguitos de células neoplásicas, algumas pequenas e com escassas atipias, outras maiores, com núcleos hipercromáticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: gliossarcoma
Classificação original: Ossos e partes moles