1. Histopatologia
  2. ›
  3. Atlas
  4. ›
  5. Sistema nervoso

Capítulo visual · Colorações e marcadores

Imunohistoquímica

A marcação permite distinguir o tecido neoplásico do tecido conjuntivo, células inflamatórias e tecido de granulação, e demonstra nitidamente o caráter infiltrativo do adenoma. Porém, em adenomas de hipófise, lembrar que infiltração não é critério para o diagnóstico de carcino…

  • 2.923 lâminas catalogadas
  • 2.923 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 24 de 2.923 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    GFAP. Destaca com nitidez os astrócitos que compõem a neoplasia, e deixa sem marcar os vasos e o interstício. Os padrões morfológicos já mostrados em HE na página anterior são recapitulados aquiDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    GFAP. Destaca com nitidez os astrócitos que compõem a neoplasia, e deixa sem marcar os vasos e o interstício. Os padrões morfológicos já mostrados em HE na página anterior são recapitulados aquiDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    GFAP. Destaca com nitidez os astrócitos que compõem a neoplasia, e deixa sem marcar os vasos e o interstício. Os padrões morfológicos já mostrados em HE na página anterior são recapitulados aquiDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    GFAP. Destaca com nitidez os astrócitos que compõem a neoplasia, e deixa sem marcar os vasos e o interstício. Os padrões morfológicos já mostrados em HE na página anterior são recapitulados aquiDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Mitoses. São de observação rara neste espécime, compatível com um tumor de baixo grau. Com Ki-67 são mais fáceis de achar que com HE (nenhuma fora observada). O núcleo interfásico tem cromatina bem distribuída, com nucléolo(s) aparentes. Na figura que marcamos (hipoteticamente) como prófase, a cromatina aparece num gr…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Mitoses. São de observação rara neste espécime, compatível com um tumor de baixo grau. Com Ki-67 são mais fáceis de achar que com HE (nenhuma fora observada). O núcleo interfásico tem cromatina bem distribuída, com nucléolo(s) aparentes. Na figura que marcamos (hipoteticamente) como prófase, a cromatina aparece num gr…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Mitoses. São de observação rara neste espécime, compatível com um tumor de baixo grau. Com Ki-67 são mais fáceis de achar que com HE (nenhuma fora observada). O núcleo interfásico tem cromatina bem distribuída, com nucléolo(s) aparentes. Na figura que marcamos (hipoteticamente) como prófase, a cromatina aparece num gr…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Mitoses. São de observação rara neste espécime, compatível com um tumor de baixo grau. Com Ki-67 são mais fáceis de achar que com HE (nenhuma fora observada). O núcleo interfásico tem cromatina bem distribuída, com nucléolo(s) aparentes. Na figura que marcamos (hipoteticamente) como prófase, a cromatina aparece num gr…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Macro, HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de ImunohistoquímicaAbrir lâmina virtual de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Macro, HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de ImunohistoquímicaAbrir lâmina virtual de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Neurônios. São negativos para GFAP, tomando a hematoxilina, corante de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    No presente material, GFAP mostra astrócitos reacionais, com citoplasma mais abundante que o de células normais. O corpo celular é mais globoso e os prolongamentos mais espessos. Muitos destes terminam em vasos, como já comentado em HE. Porém, com GFAP, as células dos vasos são negativas. Já com vimentina , estas são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaHE● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Neurônios. São negativos para GFAP, tomando a hematoxilina, corante de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Imunohistoquímica

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Página 1 de 122Próxima página

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: imunohistoquímica

Classificação original: Não classificado

  • Consultar fonte original
  • Consultar fonte original
  • Consultar fonte original
  • Consultar fonte original