Capítulo visual · Colorações e marcadores

Imunohistoquímica

A marcação permite distinguir o tecido neoplásico do tecido conjuntivo, células inflamatórias e tecido de granulação, e demonstra nitidamente o caráter infiltrativo do adenoma. Porém, em adenomas de hipófise, lembrar que infiltração não é critério para o diagnóstico de carcino…

  • 2.923 lâminas catalogadas
  • 2.923 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 24 de 2.923 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

Filtrar24 de 24 referências
  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Ki-67. Foi positivo só em raríssimos núcleos de células neoplásicas (<<1%), indicando crescimento extremamente lento da neoplasia. Para dirimir dúvida sobre a legitimidade da reação, recorremos às células do sangue, particularmente a um fragmento de medula óssea, em que alta proporção das células é positivaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Ki-67. Foi positivo só em raríssimos núcleos de células neoplásicas (<<1%), indicando crescimento extremamente lento da neoplasia. Para dirimir dúvida sobre a legitimidade da reação, recorremos às células do sangue, particularmente a um fragmento de medula óssea, em que alta proporção das células é positivaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    EMA. Antígeno epitelial de membrana (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    EMA. Antígeno epitelial de membrana (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    EMA. Antígeno epitelial de membrana (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    EMA. Antígeno epitelial de membrana (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    EMA. Idem. CEADescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    NSE. Enolase neurônio-específica (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    NSE. Enolase neurônio-específica (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    NSE. Enolase neurônio-específica (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Ki-67. Positividade em raríssimos núcleos de células neoplásicas (<<1%)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    CEA. Antígeno cárcino-embriônico (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    CEA. Antígeno cárcino-embriônico (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    CEA. Antígeno cárcino-embriônico (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    CEA. Antígeno cárcino-embriônico (para breve texto, clique ), positivo no citoplasma das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Imagem anatomopatológica associada a imunohistoquímica, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Imagem anatomopatológica associada a imunohistoquímica, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Imagem anatomopatológica associada a imunohistoquímica, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    AE1AE3 é uma mistura de dois anticorpos monoclonais (AE1 e AE3) obtidos contra queratinas epidérmicas humanas. AE1 reconhece a maioria das queratinas ácidas (tipo I). AE3 reconhece todas as queratinas básicas conhecidas. A combinação tem amplo espectro de positividade para todos os tipos de epitélios e suas neoplasiasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    AE1AE3 é uma mistura de dois anticorpos monoclonais (AE1 e AE3) obtidos contra queratinas epidérmicas humanas. AE1 reconhece a maioria das queratinas ácidas (tipo I). AE3 reconhece todas as queratinas básicas conhecidas. A combinação tem amplo espectro de positividade para todos os tipos de epitélios e suas neoplasiasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    AE1AE3 é uma mistura de dois anticorpos monoclonais (AE1 e AE3) obtidos contra queratinas epidérmicas humanas. AE1 reconhece a maioria das queratinas ácidas (tipo I). AE3 reconhece todas as queratinas básicas conhecidas. A combinação tem amplo espectro de positividade para todos os tipos de epitélios e suas neoplasiasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    AE1AE3 é uma mistura de dois anticorpos monoclonais (AE1 e AE3) obtidos contra queratinas epidérmicas humanas. AE1 reconhece a maioria das queratinas ácidas (tipo I). AE3 reconhece todas as queratinas básicas conhecidas. A combinação tem amplo espectro de positividade para todos os tipos de epitélios e suas neoplasiasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    AE1AE3. Células fantasma. Ao contrário do que se poderia esperar, as células fantasma de modo geral não se marcam para queratinas. Isto é mais verdadeiro para as células maiores, mais volumosas, de contorno globoso, situadas no centro dos agrupamentos de células fantasma. Há marcação de algumas células menores, achata…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    AE1AE3. Células fantasma. Ao contrário do que se poderia esperar, as células fantasma de modo geral não se marcam para queratinas. Isto é mais verdadeiro para as células maiores, mais volumosas, de contorno globoso, situadas no centro dos agrupamentos de células fantasma. Há marcação de algumas células menores, achata…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: imunohistoquímica

Classificação original: Não classificado