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Capítulo visual · Colorações e marcadores

Imunohistoquímica

A marcação permite distinguir o tecido neoplásico do tecido conjuntivo, células inflamatórias e tecido de granulação, e demonstra nitidamente o caráter infiltrativo do adenoma. Porém, em adenomas de hipófise, lembrar que infiltração não é critério para o diagnóstico de carcino…

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  • Imuno-histoquímicaVimentina● Direitos aprovados

    Imunohistoquímica

    Vimentina. Astrócitos. Em áreas onde fibroblastos e astrócitos coexistem, ambos são marcados. Os fibroblastos distinguem-se pelo citoplasma mais abundante, às vezes de aspecto gemistocítico, e núcleos também maioresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaVimentina● Direitos aprovados

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  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

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    CD34. Este antígeno oncofetal é expressado na face luminal dos vasos e nesta qualidade é útil para estudar a vascularização de tumores. Aqui documenta a rica rede capilar do ganglioglioma desmoplásico infantil. São vasos muito finos, sem proliferação endotelial, e distribuídos homogeneamente pelo tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

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    GFAP - fibroblastos. Não se marcam por GFAP, assim são facilmente distinguíveis dos astrócitos e visualizáveis como núcleos bem alongados e finos, e um filete de citoplasma saindo dos polos do núcleo. Em áreas, são praticamente o único elemento celular. Abaixo, fotografamos alguns, de preferência sempre com um astróci…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: imunohistoquímica

Classificação original: Não classificado

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