Capítulo visual · Colorações e marcadores
Imunohistoquímica
A marcação permite distinguir o tecido neoplásico do tecido conjuntivo, células inflamatórias e tecido de granulação, e demonstra nitidamente o caráter infiltrativo do adenoma. Porém, em adenomas de hipófise, lembrar que infiltração não é critério para o diagnóstico de carcino…
- 2.923 lâminas catalogadas
- 2.923 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 2.923 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Positividade em cerca de 3% dos núcleos das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Marcava cerca de 3% dos núcleos, numa estimativa visual grosseira, sem contagem. Nas células binucleadas geralmente ambos núcleos eram positivos. Foi observada apenas uma figura de mitose (única entre todos preparados utilizados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Marcava cerca de 3% dos núcleos, numa estimativa visual grosseira, sem contagem. Nas células binucleadas geralmente ambos núcleos eram positivos. Foi observada apenas uma figura de mitose (única entre todos preparados utilizados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Marcava cerca de 3% dos núcleos, numa estimativa visual grosseira, sem contagem. Nas células binucleadas geralmente ambos núcleos eram positivos. Foi observada apenas uma figura de mitose (única entre todos preparados utilizados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Marcava cerca de 3% dos núcleos, numa estimativa visual grosseira, sem contagem. Nas células binucleadas geralmente ambos núcleos eram positivos. Foi observada apenas uma figura de mitose (única entre todos preparados utilizados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Marcava cerca de 3% dos núcleos, numa estimativa visual grosseira, sem contagem. Nas células binucleadas geralmente ambos núcleos eram positivos. Foi observada apenas uma figura de mitose (única entre todos preparados utilizados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Marcava cerca de 3% dos núcleos, numa estimativa visual grosseira, sem contagem. Nas células binucleadas geralmente ambos núcleos eram positivos. Foi observada apenas uma figura de mitose (única entre todos preparados utilizados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Marcava cerca de 3% dos núcleos, numa estimativa visual grosseira, sem contagem. Nas células binucleadas geralmente ambos núcleos eram positivos. Foi observada apenas uma figura de mitose (única entre todos preparados utilizados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Lambda ( l ). Como esperado, em se tratando de uma neoplasia de plasmócitos, portanto uma proliferação monoclonal, apenas um tipo de cadeia leve, no caso kappa, é expressada. Cadeia lambda é universalmente negativaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Kappa ( k ). Havia restrição de cadeia kappa, isto é, as células expressavam apenas este tipo de cadeia leve, sem cadeia lambda (abaixo). Plasmócitos normais, como num infiltrado inflamatório inespecífico, expressam ou kappa ou lambda, em números relativamente equilibrados. Algumas células mostravam escassa expressão,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Kappa ( k ). Havia restrição de cadeia kappa, isto é, as células expressavam apenas este tipo de cadeia leve, sem cadeia lambda (abaixo). Plasmócitos normais, como num infiltrado inflamatório inespecífico, expressam ou kappa ou lambda, em números relativamente equilibrados. Algumas células mostravam escassa expressão,…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
MPX (mieloperoxidase). Fortemente positiva em leucócitos circulantes (dentro de vasos), negativa no tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Marcava cerca de 3% dos núcleos, numa estimativa visual grosseira, sem contagem. Nas células binucleadas geralmente ambos núcleos eram positivos. Foi observada apenas uma figura de mitose (única entre todos preparados utilizados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Ki-67. Marcava cerca de 3% dos núcleos, numa estimativa visual grosseira, sem contagem. Nas células binucleadas geralmente ambos núcleos eram positivos. Foi observada apenas uma figura de mitose (única entre todos preparados utilizados)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Imagem anatomopatológica associada a imunohistoquímica, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Imagem anatomopatológica associada a imunohistoquímica, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Imagem anatomopatológica associada a imunohistoquímica, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. Este filamento intermediário próprio dos astrócitos é seu marcador mais confiável. Aqui parte das células tumorais apresenta marcação citoplasmática e de seus prolongamentos, e parte das células é negativa. Estas, interpretamos como oligodendrócitos devido à freqüente observação de halo claro perinuclearDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. Este filamento intermediário próprio dos astrócitos é seu marcador mais confiável. Aqui parte das células tumorais apresenta marcação citoplasmática e de seus prolongamentos, e parte das células é negativa. Estas, interpretamos como oligodendrócitos devido à freqüente observação de halo claro perinuclearDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. Este filamento intermediário próprio dos astrócitos é seu marcador mais confiável. Aqui parte das células tumorais apresenta marcação citoplasmática e de seus prolongamentos, e parte das células é negativa. Estas, interpretamos como oligodendrócitos devido à freqüente observação de halo claro perinuclearDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. Este filamento intermediário próprio dos astrócitos é seu marcador mais confiável. Aqui parte das células tumorais apresenta marcação citoplasmática e de seus prolongamentos, e parte das células é negativa. Estas, interpretamos como oligodendrócitos devido à freqüente observação de halo claro perinuclearDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. Este filamento intermediário próprio dos astrócitos é seu marcador mais confiável. Aqui parte das células tumorais apresenta marcação citoplasmática e de seus prolongamentos, e parte das células é negativa. Estas, interpretamos como oligodendrócitos devido à freqüente observação de halo claro perinuclearDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. Astrócitos neoplásicos. São do tipo fibrilar, muitos com prolongamentos curtosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. Astrócitos neoplásicos. São do tipo fibrilar, muitos com prolongamentos curtosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: imunohistoquímica
Classificação original: Não classificado