Capítulo visual · Colorações e marcadores
Imunohistoquímica
A marcação permite distinguir o tecido neoplásico do tecido conjuntivo, células inflamatórias e tecido de granulação, e demonstra nitidamente o caráter infiltrativo do adenoma. Porém, em adenomas de hipófise, lembrar que infiltração não é critério para o diagnóstico de carcino…
- 2.923 lâminas catalogadas
- 2.923 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 2.923 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Macrófagos xantomatosos. Estas células fagocitárias eram observadas em grupos e não devem ser confundidas com as células tumorais xantomatosas acima. São menores, de tamanho regular, contorno arredondado, com núcleos pequenos e sem atipias. São também facilmente notadas em HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Como já notado em HE, os vasos do tumor eram finos e chamavam pouca a atenção. Não foram observados proliferação endotelial nem pseudoglomérulos, que são feições próprias dos gliomas de algo grau. As células endoteliais são pequenas, achatadas e espaçadas entre si. Tampouco se observam prolongamentos astrocitários dir…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Macrófagos xantomatosos. Estas células fagocitárias eram observadas em grupos e não devem ser confundidas com as células tumorais xantomatosas acima. São menores, de tamanho regular, contorno arredondado, com núcleos pequenos e sem atipias. São também facilmente notadas em HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. A demonstração mais dramática da natureza dual do gliossarcoma é obtida na imunohistoquímica para GFAP, onde os grupamentos de astrócitos (já discutidos em HE , tricrômico de Masson e reticulina ) aparecem fortemente marcados, contrastando com a total negatividade das células sarcomatosas. Contraste semelhante é…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. A demonstração mais dramática da natureza dual do gliossarcoma é obtida na imunohistoquímica para GFAP, onde os grupamentos de astrócitos (já discutidos em HE , tricrômico de Masson e reticulina ) aparecem fortemente marcados, contrastando com a total negatividade das células sarcomatosas. Contraste semelhante é…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. A demonstração mais dramática da natureza dual do gliossarcoma é obtida na imunohistoquímica para GFAP, onde os grupamentos de astrócitos (já discutidos em HE , tricrômico de Masson e reticulina ) aparecem fortemente marcados, contrastando com a total negatividade das células sarcomatosas. Contraste semelhante é…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. A demonstração mais dramática da natureza dual do gliossarcoma é obtida na imunohistoquímica para GFAP, onde os grupamentos de astrócitos (já discutidos em HE , tricrômico de Masson e reticulina ) aparecem fortemente marcados, contrastando com a total negatividade das células sarcomatosas. Contraste semelhante é…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
GFAP. A demonstração mais dramática da natureza dual do gliossarcoma é obtida na imunohistoquímica para GFAP, onde os grupamentos de astrócitos (já discutidos em HE , tricrômico de Masson e reticulina ) aparecem fortemente marcados, contrastando com a total negatividade das células sarcomatosas. Contraste semelhante é…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Áreas com diferenciação neuronal - VIM Negativas. Áreas que na HE eram compatíveis com diferenciação neuronal destacam-se pela negatividade para vimentina. Isto é verdade tanto para as células de aspecto neuronal como para o tecido intersticial ('neurópilo') entre elasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Áreas com diferenciação neuronal - VIM Negativas. Áreas que na HE eram compatíveis com diferenciação neuronal destacam-se pela negatividade para vimentina. Isto é verdade tanto para as células de aspecto neuronal como para o tecido intersticial ('neurópilo') entre elasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Áreas com diferenciação neuronal - VIM Negativas. Áreas que na HE eram compatíveis com diferenciação neuronal destacam-se pela negatividade para vimentina. Isto é verdade tanto para as células de aspecto neuronal como para o tecido intersticial ('neurópilo') entre elasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Áreas com diferenciação neuronal - VIM Negativas. Áreas que na HE eram compatíveis com diferenciação neuronal destacam-se pela negatividade para vimentina. Isto é verdade tanto para as células de aspecto neuronal como para o tecido intersticial ('neurópilo') entre elasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Áreas com diferenciação neuronal - VIM Negativas. Áreas que na HE eram compatíveis com diferenciação neuronal destacam-se pela negatividade para vimentina. Isto é verdade tanto para as células de aspecto neuronal como para o tecido intersticial ('neurópilo') entre elasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Áreas com diferenciação neuronal - VIM Negativas. Áreas que na HE eram compatíveis com diferenciação neuronal destacam-se pela negatividade para vimentina. Isto é verdade tanto para as células de aspecto neuronal como para o tecido intersticial ('neurópilo') entre elasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
Áreas com diferenciação neuronal - VIM Negativas. Áreas que na HE eram compatíveis com diferenciação neuronal destacam-se pela negatividade para vimentina. Isto é verdade tanto para as células de aspecto neuronal como para o tecido intersticial ('neurópilo') entre elasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Vimentina dá marcação citoplasmática difusa nas células neoplásicas. Ajuda a visualizar os escassos redemoínhos e destaca o tecido neoplásico do estroma colágeno que é negativo e se cora em azul pela hematoxilina de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Vimentina dá marcação citoplasmática difusa nas células neoplásicas. Ajuda a visualizar os escassos redemoínhos e destaca o tecido neoplásico do estroma colágeno que é negativo e se cora em azul pela hematoxilina de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Vimentina dá marcação citoplasmática difusa nas células neoplásicas. Ajuda a visualizar os escassos redemoínhos e destaca o tecido neoplásico do estroma colágeno que é negativo e se cora em azul pela hematoxilina de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Vimentina dá marcação citoplasmática difusa nas células neoplásicas. Ajuda a visualizar os escassos redemoínhos e destaca o tecido neoplásico do estroma colágeno que é negativo e se cora em azul pela hematoxilina de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Vimentina dá marcação citoplasmática difusa nas células neoplásicas. Ajuda a visualizar os escassos redemoínhos e destaca o tecido neoplásico do estroma colágeno que é negativo e se cora em azul pela hematoxilina de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Vimentina dá marcação citoplasmática difusa nas células neoplásicas. Ajuda a visualizar os escassos redemoínhos e destaca o tecido neoplásico do estroma colágeno que é negativo e se cora em azul pela hematoxilina de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Vimentina dá marcação citoplasmática difusa nas células neoplásicas. Ajuda a visualizar os escassos redemoínhos e destaca o tecido neoplásico do estroma colágeno que é negativo e se cora em azul pela hematoxilina de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Vimentina dá marcação citoplasmática difusa nas células neoplásicas. Ajuda a visualizar os escassos redemoínhos e destaca o tecido neoplásico do estroma colágeno que é negativo e se cora em azul pela hematoxilina de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica
VIM. Vimentina dá marcação citoplasmática difusa nas células neoplásicas. Ajuda a visualizar os escassos redemoínhos e destaca o tecido neoplásico do estroma colágeno que é negativo e se cora em azul pela hematoxilina de fundoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: imunohistoquímica
Classificação original: Não classificado