Capítulo visual · Colorações e marcadores
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. A reação para proteína glial ácida fibrilar ( glial fibrillary acidic protein ou GFAP) demonstrou astrócitos no tecido nervoso, realçando as diferenças entre substância branca e cinzenta já notadas em HE ). A substância cinzenta forma nódulos mais claros, com neurônios i…
- 82 lâminas catalogadas
- 82 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 82 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. A reação para proteína glial ácida fibrilar ( glial fibrillary acidic protein ou GFAP) demonstrou astrócitos no tecido nervoso, realçando as diferenças entre substância branca e cinzenta já notadas em HE ). A substância cinzenta forma nódulos mais claros, com neurônios imaturos, delimitados por traves de substân…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. A reação para proteína glial ácida fibrilar ( glial fibrillary acidic protein ou GFAP) demonstrou astrócitos no tecido nervoso, realçando as diferenças entre substância branca e cinzenta já notadas em HE ). A substância cinzenta forma nódulos mais claros, com neurônios imaturos, delimitados por traves de substân…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. A reação para proteína glial ácida fibrilar ( glial fibrillary acidic protein ou GFAP) demonstrou astrócitos no tecido nervoso, realçando as diferenças entre substância branca e cinzenta já notadas em HE ). A substância cinzenta forma nódulos mais claros, com neurônios imaturos, delimitados por traves de substân…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. A reação para proteína glial ácida fibrilar ( glial fibrillary acidic protein ou GFAP) demonstrou astrócitos no tecido nervoso, realçando as diferenças entre substância branca e cinzenta já notadas em HE ). A substância cinzenta forma nódulos mais claros, com neurônios imaturos, delimitados por traves de substân…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. A reação para proteína glial ácida fibrilar ( glial fibrillary acidic protein ou GFAP) demonstrou astrócitos no tecido nervoso, realçando as diferenças entre substância branca e cinzenta já notadas em HE ). A substância cinzenta forma nódulos mais claros, com neurônios imaturos, delimitados por traves de substân…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. A reação para proteína glial ácida fibrilar ( glial fibrillary acidic protein ou GFAP) demonstrou astrócitos no tecido nervoso, realçando as diferenças entre substância branca e cinzenta já notadas em HE ). A substância cinzenta forma nódulos mais claros, com neurônios imaturos, delimitados por traves de substân…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. A reação para proteína glial ácida fibrilar ( glial fibrillary acidic protein ou GFAP) demonstrou astrócitos no tecido nervoso, realçando as diferenças entre substância branca e cinzenta já notadas em HE ). A substância cinzenta forma nódulos mais claros, com neurônios imaturos, delimitados por traves de substân…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Substância cinzenta. Na substância cinzenta muitas células são negativas para GFAP e positivas para cromogranina . Estas são neurônios, presumivelmente imaturos pelo pequeno tamanho e citoplasma escasso (ver também HE ). Os astrócitos são dispersos entre os neurônios. Capilares aparecem proeminentemente, pois sã…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Substância cinzenta. Na substância cinzenta muitas células são negativas para GFAP e positivas para cromogranina . Estas são neurônios, presumivelmente imaturos pelo pequeno tamanho e citoplasma escasso (ver também HE ). Os astrócitos são dispersos entre os neurônios. Capilares aparecem proeminentemente, pois sã…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Substância cinzenta. Na substância cinzenta muitas células são negativas para GFAP e positivas para cromogranina . Estas são neurônios, presumivelmente imaturos pelo pequeno tamanho e citoplasma escasso (ver também HE ). Os astrócitos são dispersos entre os neurônios. Capilares aparecem proeminentemente, pois sã…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Substância cinzenta. Na substância cinzenta muitas células são negativas para GFAP e positivas para cromogranina . Estas são neurônios, presumivelmente imaturos pelo pequeno tamanho e citoplasma escasso (ver também HE ). Os astrócitos são dispersos entre os neurônios. Capilares aparecem proeminentemente, pois sã…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Substância cinzenta. Na substância cinzenta muitas células são negativas para GFAP e positivas para cromogranina . Estas são neurônios, presumivelmente imaturos pelo pequeno tamanho e citoplasma escasso (ver também HE ). Os astrócitos são dispersos entre os neurônios. Capilares aparecem proeminentemente, pois sã…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Substância cinzenta. Na substância cinzenta muitas células são negativas para GFAP e positivas para cromogranina . Estas são neurônios, presumivelmente imaturos pelo pequeno tamanho e citoplasma escasso (ver também HE ). Os astrócitos são dispersos entre os neurônios. Capilares aparecem proeminentemente, pois sã…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
Relação entre prolongamentos astrocitários e capilaresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Fonte e crédito de Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsiaAbrir lâmina virtual de Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsiaCrédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Vasos. Os vasos se destacam no GFAP por estarem totalmente envolvidos por prolongamentos astrocitários, que são responsáveis pela indução da barreira hemoencefálica nas células endoteliais. Embaixo e à direita, detalhe da relação entre um astrócito e um capilarDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Substância branca. Na substância branca, a quantidade de astrócitos e sua rede de prolongamentos é maiorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Substância branca. Na substância branca, a quantidade de astrócitos e sua rede de prolongamentos é maiorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Vasos. Os vasos se destacam no GFAP por estarem totalmente envolvidos por prolongamentos astrocitários, que são responsáveis pela indução da barreira hemoencefálica nas células endoteliais. Embaixo e à direita, detalhe da relação entre um astrócito e um capilarDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Vasos. Os vasos se destacam no GFAP por estarem totalmente envolvidos por prolongamentos astrocitários, que são responsáveis pela indução da barreira hemoencefálica nas células endoteliais. Embaixo e à direita, detalhe da relação entre um astrócito e um capilarDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Vasos. Os vasos se destacam no GFAP por estarem totalmente envolvidos por prolongamentos astrocitários, que são responsáveis pela indução da barreira hemoencefálica nas células endoteliais. Embaixo e à direita, detalhe da relação entre um astrócito e um capilarDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
Relação entre prolongamentos astrocitários e capilaresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Fonte e crédito de Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsiaAbrir lâmina virtual de Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsiaCrédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Astrócitos. Os astrócitos observados são do tipo fibroso, com prolongamentos simples e pouco ramificados. Alguns estão em íntimo contato com neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
Relação entre prolongamentos astrocitários e capilaresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Fonte e crédito de Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsiaAbrir lâmina virtual de Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsiaCrédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
GFAP. Astrócitos. Os astrócitos observados são do tipo fibroso, com prolongamentos simples e pouco ramificados. Alguns estão em íntimo contato com neurôniosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: imunohistoquímica do tecido nervoso da primeira biópsia
Classificação original: Sistema nervoso