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    CORTES CORONAIS, T1 SEM (em cima) e COM CONTRASTE. O centro do hematoma tem isosinal em T1, contrastando com a periferia com hipersinal. Isto pode dever-se a uma maior densidade desta região ou a um retardo na formação de metahemoglobina nesta áreaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    CORTES CORONAIS, T1 COM CONTRASTE mostram hemorragia no local habitual da hemorragia hipertensiva, qual seja, atingindo o putamen e a cápsula externa. Há um hematoma subagudo, em forma de lente biconvexa, demonstrado por hipersinal em T1, com centro mais compacto (aparece com leve hiposinal), e com discreto efeito de…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    T1 COM CONTRASTE mostra a mesma área de hemorragia já vista sem contraste (primeiro corte à E) e outra mais acima (terceiro corte). Há edema e aumento de volume do lobo temporal D, continuando-se pela ínsula. Não há impregnação das lesõesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CORTES CORONAIS, T1 SEM CONTRASTE mostram áreas de hipersinal no córtex devidas a metahemoblogina (hemorragias). Nos lobos frontais, há lesão no córtex nos giros retos (bilateral), no giro do cíngulo D e nos giros supraorbitários medial e lateral D. No lobo temporal D há acometimento de todo o córtex da parte anterior…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Sem contraste. Observa-se grande aumento de volume do lobo temporal D, com o córtex hiperdenso devido a hemorragias petequiais. Aspecto semelhante é observado no córtex insular (imagem mais à D). Há também intenso edema da substância branca do lobo temporal D (aspecto hipodenso, ou mais escuro)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Com contraste, há impregnação das mesmas áreas que já eram hiperdensas sem contraste, porque houve quebra da barreira hemoencefálica. O intenso edema provoca hérnia de uncus para dentro da cisterna supraquiasmática (no corte mais à E, ver figs abaixo com indicações)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Patologia geral

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