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Capítulo visual · Doenças e lesões

Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

Sagital, T1 sem contraste

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  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson● Direitos aprovados

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    Masson - vasos. O Masson, destacando as fibras colágenas, enfatiza a pobreza delas em torno dos vasos tumorais. Nos vasos maiores pode haver uma fina camada de adventícia. Nos menores, praticamente não há nem isso, e as células neoplásicas fazem contato com as células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaReticulina● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Reticulina. Repete as nuances entre áreas ricas e pobres em fibras reticulínicas já comentada nos TFSDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaReticulina● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Fibras reticulínicas também variam de abundantes a escassasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaReticulina● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Reticulina. Repete as nuances entre áreas ricas e pobres em fibras reticulínicas já comentada nos TFSDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Boa delimitação entre tumor e cérebroDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Vasos menores podem também ser dilatados, chamando a atenção a extrema delgadez da parede, constituída por apenas uma camada de células endoteliais. A luz ampla dos vasos, que geralmente não contêm sangue, sugere que sejam suportados pelo tecido neoplásico, e não por parede própriaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Vasos menores podem também ser dilatados, chamando a atenção a extrema delgadez da parede, constituída por apenas uma camada de células endoteliais. A luz ampla dos vasos, que geralmente não contêm sangue, sugere que sejam suportados pelo tecido neoplásico, e não por parede própriaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Boa delimitação entre tumor e cérebroDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Boa delimitação entre tumor e cérebroDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Vasos menores podem também ser dilatados, chamando a atenção a extrema delgadez da parede, constituída por apenas uma camada de células endoteliais. A luz ampla dos vasos, que geralmente não contêm sangue, sugere que sejam suportados pelo tecido neoplásico, e não por parede própriaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Células redondas / soltas / aspecto rabdóideDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Tricrômico de Masson. Como diferencia fibras colágenas (em azul) de elementos celulares (em vermelho), o tricrômico de Masson (para procedimento técnico, clique ) é de grande valia no estudo dos tumores conjuntivos. No tumor fibroso solitário, demonstra a coexistência de áreas ricas e pobres em colágeno e, conversamen…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Tricrômico de Masson. Como diferencia fibras colágenas (em azul) de elementos celulares (em vermelho), o tricrômico de Masson (para procedimento técnico, clique ) é de grande valia no estudo dos tumores conjuntivos. No tumor fibroso solitário, demonstra a coexistência de áreas ricas e pobres em colágeno e, conversamen…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaReticulina● Direitos aprovados

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    Reticulina. As fibras reticulínicas são uma variedade de colágeno, também produzida pelas células neoplásicas. Para texto sobre estas fibras intersticiais do tecido conjuntivo, clique . No tumor fibroso solitário, as fibras reticulínicas são vistas em maior ou menor quantidade conforme a área, indo desde muito abundan…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Reticulina. As fibras reticulínicas são uma variedade de colágeno, também produzida pelas células neoplásicas. Para texto sobre estas fibras intersticiais do tecido conjuntivo, clique . No tumor fibroso solitário, as fibras reticulínicas são vistas em maior ou menor quantidade conforme a área, indo desde muito abundan…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    BCL-2 em linfócitos. Células pequenas marcadas são provavelmente linfócitos BDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    BCL-2 . Positividade citoplasmática nas células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Poucas mitoses, quase sempre típicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Necrose. Áreas de necrose não são comuns nem extensasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Padrões arquiteturais. O predominante é de células fusiformes em feixes entrelaçados ou arranjo estoriforme. Ocasionalmente, as células assumem padrão epitelióide, e sua disposição perivascular cria um aspecto pseudopapilífero. O mesmo foi documentado no tumor fibroso solitário , enfatizando a semelhança (ou identidad…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    O calibre dos vasos, que não sofreram colapso após a retirada do tumor, sugere alto fluxo, compatível com as imagens de flow void em ressonância magnética (clique para exemplos) e que prenuncia copioso sangramento cirúrgicoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Infiltração cerebral. O mesmo caso acima, que tinha infiltração dural, apresentava agressão direta ao tecido cerebralDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaReticulina● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Fibras reticulínicas também variam de abundantes a escassasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Poucas mitoses, quase sempre típicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Ossos e partes moles

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