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Capítulo visual · Doenças e lesões

Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

Sagital, T1 sem contraste

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    p53. Marca alta proporção dos núcleos das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Imagem anatomopatológica associada a Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Padrões arquiteturais. O predominante é de células fusiformes em feixes entrelaçados ou arranjo estoriforme. Ocasionalmente, as células assumem padrão epitelióide, e sua disposição perivascular cria um aspecto pseudopapilífero. O mesmo foi documentado no tumor fibroso solitário , enfatizando a semelhança (ou identidad…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Necrose. Áreas de necrose não são comuns nem extensasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Necrose. Áreas de necrose não são comuns nem extensasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Áreas fibróticas paucicelulares alternam com áreas densamente celularesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaReticulina● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Fibras reticulínicas também variam de abundantes a escassasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaReticulina● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Fibras reticulínicas também variam de abundantes a escassasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Infiltração dural. A dura-máter, que se cora em azul, está envolvida pelo tumor, em vermelho. Notar a infiltração das células neoplásicas entre os feixes colágenosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson● Direitos aprovados

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    Tricrômico de Masson. Como diferencia fibras colágenas (em azul) de elementos celulares (em vermelho), o tricrômico de Masson (para procedimento técnico, clique ) é de grande valia no estudo dos tumores conjuntivos. No tumor fibroso solitário, demonstra a coexistência de áreas ricas e pobres em colágeno e, conversamen…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaReticulina● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Reticulina. As fibras reticulínicas são uma variedade de colágeno, também produzida pelas células neoplásicas. Para texto sobre estas fibras intersticiais do tecido conjuntivo, clique . No tumor fibroso solitário, as fibras reticulínicas são vistas em maior ou menor quantidade conforme a área, indo desde muito abundan…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaReticulina● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Reticulina. As fibras reticulínicas são uma variedade de colágeno, também produzida pelas células neoplásicas. Para texto sobre estas fibras intersticiais do tecido conjuntivo, clique . No tumor fibroso solitário, as fibras reticulínicas são vistas em maior ou menor quantidade conforme a área, indo desde muito abundan…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    1A4. Positividade em vasos e células neoplásicas isoladasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    1A4. Positividade em vasos e células neoplásicas isoladasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    BCL-2 . Positividade citoplasmática nas células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Vasos menores podem também ser dilatados, chamando a atenção a extrema delgadez da parede, constituída por apenas uma camada de células endoteliais. A luz ampla dos vasos, que geralmente não contêm sangue, sugere que sejam suportados pelo tecido neoplásico, e não por parede própriaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Vasos menores podem também ser dilatados, chamando a atenção a extrema delgadez da parede, constituída por apenas uma camada de células endoteliais. A luz ampla dos vasos, que geralmente não contêm sangue, sugere que sejam suportados pelo tecido neoplásico, e não por parede própriaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    BCL-2 . Positividade citoplasmática nas células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    BCL-2 . Positividade citoplasmática nas células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    p53. Positivo em intensidade e proporção variáveis nos núcleos das células neoplásicas. Significado nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica● Direitos aprovados

    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    p53. Positivo em intensidade e proporção variáveis nos núcleos das células neoplásicas. Significado nos escapaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes molesAbrir lâmina virtual de Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Desmina. Filamento intermediário próprio de músculo esquelético (para breve texto , clique). Aqui observado em um casoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Já na classificação da OMS de 2013 dos tumores ósseos e de partes moles

    Desmina. Filamento intermediário próprio de músculo esquelético (para breve texto , clique). Aqui observado em um casoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    HHF-35. Anticorpo contra actinas musculares (para breve texto , clique) foi positivo em vasos maiores e no citoplasma de células isoladas em um casoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Ossos e partes moles

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