Capítulo visual · Colorações e marcadores
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HE. Aspecto geral da lesão. O material curetado da lesão lítica occipital mostrava denso infiltrado inflamatório de aspecto e composição celular variáveis conforme a área, com predomínio de macrófagos, eosinófilos ou linfócitos. Não havia restos de tecido ósseo, mitoses ou nec…
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CD68. CD68, um marcador de macrófagos (para breve texto , clique), está presente nos lisossomos destas células, e não distingue entre macrófagos comuns e células de Langerhans. Estas são positivas para CD68, como para CD1A e S-100. Contudo, há poucas células com o núcleo chanfrado característico, que não se marcaramDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD68. Positividade citoplasmática em células de Langerhans e macrófagos comunsDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD68. CD68, um marcador de macrófagos (para breve texto , clique), está presente nos lisossomos destas células, e não distingue entre macrófagos comuns e células de Langerhans. Estas são positivas para CD68, como para CD1A e S-100. Contudo, há poucas células com o núcleo chanfrado característico, que não se marcaramDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD68. CD68, um marcador de macrófagos (para breve texto , clique), está presente nos lisossomos destas células, e não distingue entre macrófagos comuns e células de Langerhans. Estas são positivas para CD68, como para CD1A e S-100. Contudo, há poucas células com o núcleo chanfrado característico, que não se marcaramDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD3, marcador de linfócitos T, revelou um maior número destas células na histiocitose de Langerhans que os linfócitos BDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Ki-67. Positividade em cerca de 10-15% das células da lesão em geralDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD3, marcador de linfócitos T, revelou um maior número destas células na histiocitose de Langerhans que os linfócitos BDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD3, marcador de linfócitos T, revelou um maior número destas células na histiocitose de Langerhans que os linfócitos BDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD20. CD20, um marcador de linfócitos B, foi pesquisado neste caso para avaliar a proporção destas células no infiltrado. Estão presentes, porém não são numerosas, distribuídas de forma aleatória. Macrófagos e células de Langerhans são obviamente negativosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD20. CD20, um marcador de linfócitos B, foi pesquisado neste caso para avaliar a proporção destas células no infiltrado. Estão presentes, porém não são numerosas, distribuídas de forma aleatória. Macrófagos e células de Langerhans são obviamente negativosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD20. CD20, um marcador de linfócitos B, foi pesquisado neste caso para avaliar a proporção destas células no infiltrado. Estão presentes, porém não são numerosas, distribuídas de forma aleatória. Macrófagos e células de Langerhans são obviamente negativosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD1A. CD1A é uma molécula glicoproteica transmembrana com papel na apresentação de antígenos pelas células de Langerhans (para breve texto , clique), sendo usada para demonstrar estas células em tecido. Nesta histiocitose em calota craniana, as células realçadas por CD1A tendem a formar agrupamentos, mas várias são vi…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Classificação original: Não classificado