Capítulo visual · Doenças e lesões

Lesão nodular fibrótica e calcificada

No corno anterior do ventrículo lateral direito (à direita nas fotos) foi encontrada histologicamente pequena lesão nodular (seta), necrótica e com calcificações, que poderia corresponder a imagens observadas na ressonância de setembro de 2011 (6 meses antes do óbito) e na TC…

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    Lesão nodular fibrótica e calcificada

    Microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Lesão nodular fibrótica e calcificada

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    Lesão nodular fibrótica e calcificada

    O revestimento ependimário dos ventrículos estava freqüentemente interrompido, com exposição da glia subependimária (de astrócitos fibrosos) na superfície. O epêndima é uma monocamada de células neuroectodérmicas colunares. Quando lesado, não se regenera. Os astrócitos fibrosos expostos na superfície ventricular podem…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    O revestimento ependimário dos ventrículos estava freqüentemente interrompido, com exposição da glia subependimária (de astrócitos fibrosos) na superfície. O epêndima é uma monocamada de células neuroectodérmicas colunares. Quando lesado, não se regenera. Os astrócitos fibrosos expostos na superfície ventricular podem…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    O revestimento ependimário dos ventrículos estava freqüentemente interrompido, com exposição da glia subependimária (de astrócitos fibrosos) na superfície. O epêndima é uma monocamada de células neuroectodérmicas colunares. Quando lesado, não se regenera. Os astrócitos fibrosos expostos na superfície ventricular podem…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Gliose subependimária. Os astrócitos fibrosos que ficam abaixo do epêndima (referidos genericamente como glia subependimária) sofrem hiperplasia e hipertrofia pelo estímulo inflamatório. Podem tomar a forma de astrócitos gemistocíticos (citoplasma abundante), ou permanecer com morfologia de astrócitos fibrilares (maio…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Gliose subependimária. Os astrócitos fibrosos que ficam abaixo do epêndima (referidos genericamente como glia subependimária) sofrem hiperplasia e hipertrofia pelo estímulo inflamatório. Podem tomar a forma de astrócitos gemistocíticos (citoplasma abundante), ou permanecer com morfologia de astrócitos fibrilares (maio…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Gliose subependimária. Os astrócitos fibrosos que ficam abaixo do epêndima (referidos genericamente como glia subependimária) sofrem hiperplasia e hipertrofia pelo estímulo inflamatório. Podem tomar a forma de astrócitos gemistocíticos (citoplasma abundante), ou permanecer com morfologia de astrócitos fibrilares (maio…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Gliose subependimária. Os astrócitos fibrosos que ficam abaixo do epêndima (referidos genericamente como glia subependimária) sofrem hiperplasia e hipertrofia pelo estímulo inflamatório. Podem tomar a forma de astrócitos gemistocíticos (citoplasma abundante), ou permanecer com morfologia de astrócitos fibrilares (maio…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Lesão nodular fibrótica e calcificada

    Vasos severamente acometidos em meio a exsudato purulento. Há necrose da parede (aspecto eosinófilo homogêneo, sem núcleos) e a luz está ocluída por trombos recentes de fibrina e/ou neutrófilosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: lesão nodular fibrótica e calcificada

Classificação original: Não classificado