Capítulo visual · Doenças e lesões

M. 12 a

Sem contraste. Calcificações grosseiras no córtex occipital E, com diminuição volumétrica do hemisfério E

  • 13 lâminas catalogadas
  • 13 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 13 de 13 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

Filtrar13 de 13 referências
  • Histologia Direitos aprovados

    M. 12 a

    Sem contraste. Calcificações grosseiras no córtex occipital E, com diminuição volumétrica do hemisfério EDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    M. 12 a

    Sem contraste. Calcificações grosseiras no córtex occipital E, com diminuição volumétrica do hemisfério EDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    M. 12 a

    Sem contraste. Calcificações grosseiras no córtex occipital E, com diminuição volumétrica do hemisfério EDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    M. 12 a

    T2. Calcificações aparecem como focos de ausência de sinal acompanhando o contorno dos giros como uma fita. Alargamento dos sulcos salientado pelo brilho do líquor. Hemisfério D é normalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    M. 12 a

    T2. Calcificações aparecem como focos de ausência de sinal acompanhando o contorno dos giros como uma fita. Alargamento dos sulcos salientado pelo brilho do líquor. Hemisfério D é normalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    M. 12 a

    T2. Calcificações aparecem como focos de ausência de sinal acompanhando o contorno dos giros como uma fita. Alargamento dos sulcos salientado pelo brilho do líquor. Hemisfério D é normalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    M. 12 a

    T2. Calcificações aparecem como focos de ausência de sinal acompanhando o contorno dos giros como uma fita. Alargamento dos sulcos salientado pelo brilho do líquor. Hemisfério D é normalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    M. 12 a

    Com contraste. Não há impregnaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    M. 12 a

    Com contraste. Não há impregnaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    M. 12 a

    Com contraste. Não há impregnaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    M. 12 a

    CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTE, INVERSÃO RECUPERAÇÃO (IR). Esta seqüência (IR) dá máximo contraste e definição entre substância branca e cinzenta. Observa-se atrofia dos giros e alargamento dos sulcos na topografia do lobo occipital E. Calcificações não são bem notadas neste método (melhor apreciadas com TC, acima)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    M. 12 a

    CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTE, INVERSÃO RECUPERAÇÃO (IR). Esta seqüência (IR) dá máximo contraste e definição entre substância branca e cinzenta. Observa-se atrofia dos giros e alargamento dos sulcos na topografia do lobo occipital E. Calcificações não são bem notadas neste método (melhor apreciadas com TC, acima)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    M. 12 a

    CORTES AXIAIS, T1 SEM CONTRASTE, INVERSÃO RECUPERAÇÃO (IR). Esta seqüência (IR) dá máximo contraste e definição entre substância branca e cinzenta. Observa-se atrofia dos giros e alargamento dos sulcos na topografia do lobo occipital E. Calcificações não são bem notadas neste método (melhor apreciadas com TC, acima)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de M. 12 a

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Não classificado