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Capítulo visual · Doenças e lesões

Cisto dermoide — caso 1

Lâmina escaneada de um dos fragmentos, mostrando um segmento de cápsula de tecido fibroso denso e, em uma das faces, tecido mais celular que, em maior aumento, demonstrou tratar-se de reação inflamatória de corpo estranho. Detalhes abaixo

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    Cisto dermoide — caso 1

    São macrófagos multinucleados, com abundante citoplasma róseo. Agrupam-se em torno dos pelos do conteúdo do cisto, na tentativa de englobá-losDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Cisto dermoide — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Cisto dermoide — caso 1

    Constituída por espessas fibras colágenas arranjadas em camadas paralelas, com escassa celularidade, atestando a longa cronicidade do processoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Cisto dermoide — caso 1

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    Cisto dermoide — caso 1

    Parede do cisto - granuloma de corpo estranho a hastes pilaresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

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    Cisto dermoide — caso 1

    Constituída por espessas fibras colágenas arranjadas em camadas paralelas, com escassa celularidade, atestando a longa cronicidade do processoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Em ressonância magnética, as gotículas lipídicas aderidas à cápsula do teratoma, ou em outras regiões do espaço subaracnóideo, dão forte hipersinal, especialmente em T1, devido aos ácidos graxos que participam da composição dos triglicérides. Para estes exames, clique: destaques , detalhesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Em ressonância magnética, as gotículas lipídicas aderidas à cápsula do teratoma, ou em outras regiões do espaço subaracnóideo, dão forte hipersinal, especialmente em T1, devido aos ácidos graxos que participam da composição dos triglicérides. Para estes exames, clique: destaques , detalhesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Em ressonância magnética, as gotículas lipídicas aderidas à cápsula do teratoma, ou em outras regiões do espaço subaracnóideo, dão forte hipersinal, especialmente em T1, devido aos ácidos graxos que participam da composição dos triglicérides. Para estes exames, clique: destaques , detalhesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Em ressonância magnética, as gotículas lipídicas aderidas à cápsula do teratoma, ou em outras regiões do espaço subaracnóideo, dão forte hipersinal, especialmente em T1, devido aos ácidos graxos que participam da composição dos triglicérides. Para estes exames, clique: destaques , detalhesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Constava de fios de cabelo branco, misturados com flocos sebáceos, e fragmentos irregulares de tecido branco firme, lembrando cápsula fibrosaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Constava de fios de cabelo branco, misturados com flocos sebáceos, e fragmentos irregulares de tecido branco firme, lembrando cápsula fibrosaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Constava de fios de cabelo branco, misturados com flocos sebáceos, e fragmentos irregulares de tecido branco firme, lembrando cápsula fibrosaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Constava de fios de cabelo branco, misturados com flocos sebáceos, e fragmentos irregulares de tecido branco firme, lembrando cápsula fibrosaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Encontradas na face externa da cápsula, derivam de extravasamento do conteúdo do cisto, com emulsificação no líquor. Os lípides livres agregam-se em gotículas, que provocam reação inflamatória de corpo estranho e fibrose à sua volta. Há correlação destes achados com as imagens de ressonância magnéticaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Constituída por espessas fibras colágenas arranjadas em camadas paralelas, com escassa celularidade, atestando a longa cronicidade do processoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Imagem anatomopatológica associada a macroscopicamente, conforme a página originalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Contudo, é importante notar que não foram observadas estruturas epiteliais no material enviado, seja epitélio de revestimento, glândulas sudoríparas, sebáceas, ou folículos pilosos. Provavelmente, estes elementos atrofiaram por compressão no passado, à medida que o conteúdo do cisto se acumulavaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Contudo, é importante notar que não foram observadas estruturas epiteliais no material enviado, seja epitélio de revestimento, glândulas sudoríparas, sebáceas, ou folículos pilosos. Provavelmente, estes elementos atrofiaram por compressão no passado, à medida que o conteúdo do cisto se acumulavaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Contudo, é importante notar que não foram observadas estruturas epiteliais no material enviado, seja epitélio de revestimento, glândulas sudoríparas, sebáceas, ou folículos pilosos. Provavelmente, estes elementos atrofiaram por compressão no passado, à medida que o conteúdo do cisto se acumulavaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Contudo, é importante notar que não foram observadas estruturas epiteliais no material enviado, seja epitélio de revestimento, glândulas sudoríparas, sebáceas, ou folículos pilosos. Provavelmente, estes elementos atrofiaram por compressão no passado, à medida que o conteúdo do cisto se acumulavaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Macrófagos xantomatosos na parede do cistoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    A superfície interna do cisto era marcada por macrófagos xantomatosos e lamelas córneas. As células córneas descamadas e os pelos atestam a natureza teratomatosa do cisto (correspondendo, portanto, a um cisto dermóide ou teratoma maduro). Para exemplos de teratoma maduro de ovário, clique ( 1 ) ( 2 ) ( 3 )Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    A superfície interna do cisto era marcada por macrófagos xantomatosos e lamelas córneas. As células córneas descamadas e os pelos atestam a natureza teratomatosa do cisto (correspondendo, portanto, a um cisto dermóide ou teratoma maduro). Para exemplos de teratoma maduro de ovário, clique ( 1 ) ( 2 ) ( 3 )Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Cisto dermoide — caso 1

    Eram observadas tanto na face luminal quanto na externa do cisto. São restos de células descamadas, queratinizadas e anucleadas, em tudo semelhantes às da camada córnea da epiderme, e às observadas nos cistos epidérmicos. Para exemplo de um destes, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Cisto dermoide — caso 1

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: macroscopicamente

Classificação original: Não classificado

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