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Embora o aspecto em HE das células neoplásicas seja o de astrócitos, apenas uma parcela delas (menos de 50%) se marca para GFAP. Células marcadas e não marcadas são vistas lado a lado. Este fenômeno é bem conhecido na literatura sobre o astrocitoma subependimário de células gi…

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    GFAP. Positividade em pseudorrosetas. O achado de que as pseudorrosetas de Homer Wright neste caso são densamente povoadas por prolongamentos GFAP positivos, portanto astrocitários, torna o presente exemplo de neurocitoma central particularmente interessante. Havíamos observado diferenciação astrocitária nas células t…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. Positividade em pseudorrosetas. O achado de que as pseudorrosetas de Homer Wright neste caso são densamente povoadas por prolongamentos GFAP positivos, portanto astrocitários, torna o presente exemplo de neurocitoma central particularmente interessante. Havíamos observado diferenciação astrocitária nas células t…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. Positividade em células. A grande maioria das células positivas para GFAP são pequenas, com prolongamentos curtos ou simplificados, tornando improvável que sejam células pré-existentes. Na literatura (ver texto) admite-se que parte das células do neurocitoma central pode exibir diferenciação glial, ao lado das o…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. Positividade em pseudorrosetas. O achado de que as pseudorrosetas de Homer Wright neste caso são densamente povoadas por prolongamentos GFAP positivos, portanto astrocitários, torna o presente exemplo de neurocitoma central particularmente interessante. Havíamos observado diferenciação astrocitária nas células t…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. Positividade em pseudorrosetas. O achado de que as pseudorrosetas de Homer Wright neste caso são densamente povoadas por prolongamentos GFAP positivos, portanto astrocitários, torna o presente exemplo de neurocitoma central particularmente interessante. Havíamos observado diferenciação astrocitária nas células t…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. Positividade em células. A grande maioria das células positivas para GFAP são pequenas, com prolongamentos curtos ou simplificados, tornando improvável que sejam células pré-existentes. Na literatura (ver texto) admite-se que parte das células do neurocitoma central pode exibir diferenciação glial, ao lado das o…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. Positividade em células. A grande maioria das células positivas para GFAP são pequenas, com prolongamentos curtos ou simplificados, tornando improvável que sejam células pré-existentes. Na literatura (ver texto) admite-se que parte das células do neurocitoma central pode exibir diferenciação glial, ao lado das o…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. Positividade em prolongamentos astrocitários perivasculares. Pequenos vasos no tumor freqüentemente mostram-se circundados por prolongamentos celulares GFAP positivos. Como no tecido nervoso normal há relação íntima entre os prolongamentos dos astrócitos com vasos, aparentemente estas pequenas células primitivas…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Os resultados com vimentina praticamente reproduzem os com GFAP acima. Há marcação de uma parcela das pequenas células tumorais, e das pseudorrosetas de Homer Wright. Os vasos sempre são positivos para vimentina, já que este filamento intermediário ubiquitário está presente nas células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Os resultados com vimentina praticamente reproduzem os com GFAP acima. Há marcação de uma parcela das pequenas células tumorais, e das pseudorrosetas de Homer Wright. Os vasos sempre são positivos para vimentina, já que este filamento intermediário ubiquitário está presente nas células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Os resultados com vimentina praticamente reproduzem os com GFAP acima. Há marcação de uma parcela das pequenas células tumorais, e das pseudorrosetas de Homer Wright. Os vasos sempre são positivos para vimentina, já que este filamento intermediário ubiquitário está presente nas células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Os resultados com vimentina praticamente reproduzem os com GFAP acima. Há marcação de uma parcela das pequenas células tumorais, e das pseudorrosetas de Homer Wright. Os vasos sempre são positivos para vimentina, já que este filamento intermediário ubiquitário está presente nas células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Os resultados com vimentina praticamente reproduzem os com GFAP acima. Há marcação de uma parcela das pequenas células tumorais, e das pseudorrosetas de Homer Wright. Os vasos sempre são positivos para vimentina, já que este filamento intermediário ubiquitário está presente nas células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Os resultados com vimentina praticamente reproduzem os com GFAP acima. Há marcação de uma parcela das pequenas células tumorais, e das pseudorrosetas de Homer Wright. Os vasos sempre são positivos para vimentina, já que este filamento intermediário ubiquitário está presente nas células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Os resultados com vimentina praticamente reproduzem os com GFAP acima. Há marcação de uma parcela das pequenas células tumorais, e das pseudorrosetas de Homer Wright. Os vasos sempre são positivos para vimentina, já que este filamento intermediário ubiquitário está presente nas células endoteliaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    VIM. Positividade em pseudorrosetas. O mesmo se diga da positividade nas pseudorrosetas de Homer Wright, que reproduz fielmente o aspecto já demonstrado acima com GFAP. Os prolongamentos positivos muito provavelmente se originam nas células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    VIM. Positividade em pseudorrosetas. O mesmo se diga da positividade nas pseudorrosetas de Homer Wright, que reproduz fielmente o aspecto já demonstrado acima com GFAP. Os prolongamentos positivos muito provavelmente se originam nas células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    VIM. Positividade em pseudorrosetas. O mesmo se diga da positividade nas pseudorrosetas de Homer Wright, que reproduz fielmente o aspecto já demonstrado acima com GFAP. Os prolongamentos positivos muito provavelmente se originam nas células tumoraisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

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    VIM. Positividade em células. Muitas células que podemos considerar confiavelmente tumorais marcam-se para vimentina. São células pequenas, cujos núcleos são morfologicamene muito semelhantes aos das células vizinhas não marcadas. O citoplasma é escasso e pobre em prolongamentos. Seria extremamente improvável que foss…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

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    VIM. Positividade em células. Muitas células que podemos considerar confiavelmente tumorais marcam-se para vimentina. São células pequenas, cujos núcleos são morfologicamene muito semelhantes aos das células vizinhas não marcadas. O citoplasma é escasso e pobre em prolongamentos. Seria extremamente improvável que foss…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

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  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

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    VIM. Positividade em células. Muitas células que podemos considerar confiavelmente tumorais marcam-se para vimentina. São células pequenas, cujos núcleos são morfologicamene muito semelhantes aos das células vizinhas não marcadas. O citoplasma é escasso e pobre em prolongamentos. Seria extremamente improvável que foss…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: marcadores gliais

Classificação original: Não classificado