Capítulo visual · Doenças e lesões
Astrocitoma pilocítico — caso 41A
Proliferação de capilares é uma das características de gliomas de alto grau e conta como um dos critérios da OMS para graduação de malignidade. Contudo, é também observada em astrocitomas pilocíticos, que recebem grau I segundo a OMS
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Astrocitoma pilocítico — caso 41A
A chamada 'degeneração microcística' é habitual em áreas protoplasmáticas de astrocitomas pilocíticos. Material mucóide, provavelmente produzido pelas próprias células neoplásicas, acumula-se entre elas, acentuando a textura frouxa do tecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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A chamada 'degeneração microcística' é habitual em áreas protoplasmáticas de astrocitomas pilocíticos. Material mucóide, provavelmente produzido pelas próprias células neoplásicas, acumula-se entre elas, acentuando a textura frouxa do tecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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A chamada 'degeneração microcística' é habitual em áreas protoplasmáticas de astrocitomas pilocíticos. Material mucóide, provavelmente produzido pelas próprias células neoplásicas, acumula-se entre elas, acentuando a textura frouxa do tecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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A chamada 'degeneração microcística' é habitual em áreas protoplasmáticas de astrocitomas pilocíticos. Material mucóide, provavelmente produzido pelas próprias células neoplásicas, acumula-se entre elas, acentuando a textura frouxa do tecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos protoplasmáticos. Celularidade moderada, núcleos de cromatina densa, mas sem atipias, prolongamentos citoplasmáticos inconspícuos, muito delgados, mesclando-se aos de outras células, formando um retículo. Ausência de mitoses ou áreas de necrose. Em certas áreas observavam-se microcistosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos protoplasmáticos. Celularidade moderada, núcleos de cromatina densa, mas sem atipias, prolongamentos citoplasmáticos inconspícuos, muito delgados, mesclando-se aos de outras células, formando um retículo. Ausência de mitoses ou áreas de necrose. Em certas áreas observavam-se microcistosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos protoplasmáticos. Celularidade moderada, núcleos de cromatina densa, mas sem atipias, prolongamentos citoplasmáticos inconspícuos, muito delgados, mesclando-se aos de outras células, formando um retículo. Ausência de mitoses ou áreas de necrose. Em certas áreas observavam-se microcistosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos protoplasmáticos. Celularidade moderada, núcleos de cromatina densa, mas sem atipias, prolongamentos citoplasmáticos inconspícuos, muito delgados, mesclando-se aos de outras células, formando um retículo. Ausência de mitoses ou áreas de necrose. Em certas áreas observavam-se microcistosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos protoplasmáticos. Celularidade moderada, núcleos de cromatina densa, mas sem atipias, prolongamentos citoplasmáticos inconspícuos, muito delgados, mesclando-se aos de outras células, formando um retículo. Ausência de mitoses ou áreas de necrose. Em certas áreas observavam-se microcistosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos protoplasmáticos. Celularidade moderada, núcleos de cromatina densa, mas sem atipias, prolongamentos citoplasmáticos inconspícuos, muito delgados, mesclando-se aos de outras células, formando um retículo. Ausência de mitoses ou áreas de necrose. Em certas áreas observavam-se microcistosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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A chamada 'degeneração microcística' é habitual em áreas protoplasmáticas de astrocitomas pilocíticos. Material mucóide, provavelmente produzido pelas próprias células neoplásicas, acumula-se entre elas, acentuando a textura frouxa do tecidoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 41AAbrir lâmina virtual de Astrocitoma pilocítico — caso 41ACrédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Astrocitoma pilocítico — caso 41A
Aqui, os capilares proliferados geralmente preservam sua luz, e não se observa empilhamento das células endoteliais, ao contrário do notado nos gliomas malignos. Os pequenos vasos se dispõem lado a lado em fileiras lembrando guirlandas de flores. Em ressonância magnética, esta feição corresponde a áreas de impregnação…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Aqui, os capilares proliferados geralmente preservam sua luz, e não se observa empilhamento das células endoteliais, ao contrário do notado nos gliomas malignos. Os pequenos vasos se dispõem lado a lado em fileiras lembrando guirlandas de flores. Em ressonância magnética, esta feição corresponde a áreas de impregnação…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Aqui, os capilares proliferados geralmente preservam sua luz, e não se observa empilhamento das células endoteliais, ao contrário do notado nos gliomas malignos. Os pequenos vasos se dispõem lado a lado em fileiras lembrando guirlandas de flores. Em ressonância magnética, esta feição corresponde a áreas de impregnação…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Nesta coloração para tecido conjuntivo, os implantes do astrocitoma aparecem como lóbulos em róseo ou lilás e o tecido colágeno em azul. As células tumorais crescem infiltrando o tecido conjuntivo do fundo de saco dural. A adventícia dos pequenos vasos também se destaca em azul pela riqueza em colágenoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Nesta coloração para tecido conjuntivo, os implantes do astrocitoma aparecem como lóbulos em róseo ou lilás e o tecido colágeno em azul. As células tumorais crescem infiltrando o tecido conjuntivo do fundo de saco dural. A adventícia dos pequenos vasos também se destaca em azul pela riqueza em colágenoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: Masson. Implantes tumorais no tecido conjuntivo da pia-aracnóide do fundo de saco dural
Classificação original: Não classificado