Capítulo visual · Doenças e lesões
Material reprocessado pós inclusão em parafina
Retículo endoplasmático liso e rugoso abundante, por vezes com grande dilatação das cisternas
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CD68, HAM-56Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Retículo endoplasmático liso e rugoso abundante, por vezes com grande dilatação das cisternasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Mitose. Placa metafásica típicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Mitose. Placa metafásica típicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Os núcleos das células granulares apresentavam-se bem preservados, com cromatina bem distribuída, e condensada abaixo da membrana nuclear. Em algumas, havia indentações e dobras da membrana nuclearDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Os núcleos das células granulares apresentavam-se bem preservados, com cromatina bem distribuída, e condensada abaixo da membrana nuclear. Em algumas, havia indentações e dobras da membrana nuclearDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Nucléolos. Alguns astrócitos gemistocíticos mostram nucléolos. O encontro de nucléolos sugere alta atividade de síntese proteica, pois é no nucléolo que os ribossomos são sintetizados. No caso, o astrócito (não neoplásico), está sintetizando abundante quantidade de filamentos intermediários, elementos do citoesqueleto…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Células granulares são astrócitos neoplásicos ricos em lisossomos. O motivo para estas células neoplásicas conterem tal abundância de lisossomos nos escapa. Poderia decorrer da superprodução de membranas ou organelas anômalas, ou de uma dificuldade intrínseca da célula de digerir esses elementos, talvez pela falta de…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Células granulares são astrócitos neoplásicos ricos em lisossomos. O motivo para estas células neoplásicas conterem tal abundância de lisossomos nos escapa. Poderia decorrer da superprodução de membranas ou organelas anômalas, ou de uma dificuldade intrínseca da célula de digerir esses elementos, talvez pela falta de…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Axônios mielínicos entre as células granulares e astrócitos gemistocíticos na substância brancaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrócitos gemistocíticos coexistiam com as células granulares na substância brancaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Apesar deste material ter sido reprocessado de um bloco de parafina, há uma notável preservação da ultraestrutura. Os filamentos intermediários do citoesqueleto, devido à sua estrutura rígida, são os melhor conservados. São também visíveis as cisternas do retículo endoplasmático rugoso, com ribossomos aderidos. A memb…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Apesar deste material ter sido reprocessado de um bloco de parafina, há uma notável preservação da ultraestrutura. Os filamentos intermediários do citoesqueleto, devido à sua estrutura rígida, são os melhor conservados. São também visíveis as cisternas do retículo endoplasmático rugoso, com ribossomos aderidos. A memb…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Na foto ao lado, parte do citoplasma de uma célula granulosa (embaixo) e parte do citoplasma de um astrócito gemistocítico, em contato. Os núcleos das duas células estão fora do plano de corte. Notar a riqueza em lisossomos na célula granulosa e sua ausência no astrócito, onde há grande abundância de filamentos interm…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Na foto ao lado, parte do citoplasma de uma célula granulosa (embaixo) e parte do citoplasma de um astrócito gemistocítico, em contato. Os núcleos das duas células estão fora do plano de corte. Notar a riqueza em lisossomos na célula granulosa e sua ausência no astrócito, onde há grande abundância de filamentos interm…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Na foto ao lado, parte do citoplasma de uma célula granulosa (embaixo) e parte do citoplasma de um astrócito gemistocítico, em contato. Os núcleos das duas células estão fora do plano de corte. Notar a riqueza em lisossomos na célula granulosa e sua ausência no astrócito, onde há grande abundância de filamentos interm…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Axônios mielínicos entre as células granulares e astrócitos gemistocíticos na substância brancaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Na foto ao lado, parte do citoplasma de uma célula granulosa (embaixo) e parte do citoplasma de um astrócito gemistocítico, em contato. Os núcleos das duas células estão fora do plano de corte. Notar a riqueza em lisossomos na célula granulosa e sua ausência no astrócito, onde há grande abundância de filamentos interm…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Em analogia à lipofuscina das células normais fora do ciclo de divisão celular, estes lisossomos de células neoplásicas corresponderiam a acúmulos de um descarte que a célula não consegue eliminar, permanecendo no citoplasma. Já observamos um ependimoma pigmentado , cujas material intracitoplasmático também deve corre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Em analogia à lipofuscina das células normais fora do ciclo de divisão celular, estes lisossomos de células neoplásicas corresponderiam a acúmulos de um descarte que a célula não consegue eliminar, permanecendo no citoplasma. Já observamos um ependimoma pigmentado , cujas material intracitoplasmático também deve corre…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Classificação original: Não classificado