Capítulo visual · Doenças e lesões

Meningomielocele

O espécime constava de vários fragmentos achatados e pardacentos, alguns lembrando pele, incluídos em parafina na sua totalidade. Ao lado, a lâmina corada por tricrômico de Masson. Os fragmentos são constituídos em parte por pele, em que o tecido conjuntivo da derme se destaca…

  • 85 lâminas catalogadas
  • 85 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 24 de 85 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Pele. Aspecto normalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Superfície desepitelizada. O tecido nervoso, correspondente à medula espinal anômala resultante do não fechamento do tubo neural, praticamente aflorava à superfície externa, revestido apenas por uma camada de tecido conjuntivo densamente colageneizado. Nesta área não havia epidermeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Tecido glial vs. colágeno. Em outras áreas, havia uma mistura de ilhotas de tecido glial anormal e traves de tecido fibroso colágeno. Os dois tipos de tecido ficam bem destacados um do outro porque o colágeno se cora em azul e o componente glial em vermelhoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Tecido glial vs. colágeno. Em outras áreas, havia uma mistura de ilhotas de tecido glial anormal e traves de tecido fibroso colágeno. Os dois tipos de tecido ficam bem destacados um do outro porque o colágeno se cora em azul e o componente glial em vermelhoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Tecido glial vs. colágeno. Em outras áreas, havia uma mistura de ilhotas de tecido glial anormal e traves de tecido fibroso colágeno. Os dois tipos de tecido ficam bem destacados um do outro porque o colágeno se cora em azul e o componente glial em vermelhoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Tecido glial vs. colágeno. Em outras áreas, havia uma mistura de ilhotas de tecido glial anormal e traves de tecido fibroso colágeno. Os dois tipos de tecido ficam bem destacados um do outro porque o colágeno se cora em azul e o componente glial em vermelhoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Meningomielocele

    O tecido glial anormal era constituído por astrócitos fibrosos, cujo citoplasma se cora em vermelho no Masson. Entre os corpos celulares nota-se a densa trama fibrilar típica do tecido neuroectodérmicoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes. As raízes chamavam a atenção pelo seu caráter fasciculado e eram observadas em todos os planos de corte, de longitudinal a transversal. Em algumas, em aumento forte, era possível ver axônios mielínicos, em que a mielina se cora em vermelhoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes. As raízes chamavam a atenção pelo seu caráter fasciculado e eram observadas em todos os planos de corte, de longitudinal a transversal. Em algumas, em aumento forte, era possível ver axônios mielínicos, em que a mielina se cora em vermelhoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes. As raízes chamavam a atenção pelo seu caráter fasciculado e eram observadas em todos os planos de corte, de longitudinal a transversal. Em algumas, em aumento forte, era possível ver axônios mielínicos, em que a mielina se cora em vermelhoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes. As raízes chamavam a atenção pelo seu caráter fasciculado e eram observadas em todos os planos de corte, de longitudinal a transversal. Em algumas, em aumento forte, era possível ver axônios mielínicos, em que a mielina se cora em vermelhoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes em corte longitudinalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes em corte longitudinalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes em corte longitudinalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes em corte longitudinalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes em corte longitudinalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes em corte longitudinalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Raízes em corte longitudinalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Meningomielocele

    O tecido glial anormal era constituído por astrócitos fibrosos, cujo citoplasma se cora em vermelho no Masson. Entre os corpos celulares nota-se a densa trama fibrilar típica do tecido neuroectodérmicoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Meningomielocele

    O tecido glial anormal era constituído por astrócitos fibrosos, cujo citoplasma se cora em vermelho no Masson. Entre os corpos celulares nota-se a densa trama fibrilar típica do tecido neuroectodérmicoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Meningomielocele

    O tecido glial anormal era constituído por astrócitos fibrosos, cujo citoplasma se cora em vermelho no Masson. Entre os corpos celulares nota-se a densa trama fibrilar típica do tecido neuroectodérmicoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Superfície desepitelizada. O tecido nervoso, correspondente à medula espinal anômala resultante do não fechamento do tubo neural, praticamente aflorava à superfície externa, revestido apenas por uma camada de tecido conjuntivo densamente colageneizado. Nesta área não havia epidermeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Meningomielocele

    Superfície desepitelizada. O tecido nervoso, correspondente à medula espinal anômala resultante do não fechamento do tubo neural, praticamente aflorava à superfície externa, revestido apenas por uma camada de tecido conjuntivo densamente colageneizado. Nesta área não havia epidermeDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Meningomielocele

    O tecido glial anormal era constituído por astrócitos fibrosos, cujo citoplasma se cora em vermelho no Masson. Entre os corpos celulares nota-se a densa trama fibrilar típica do tecido neuroectodérmicoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: meningomielocele

Classificação original: Sistema nervoso