Capítulo visual · Doenças e lesões
Necrose
Comparação entre a imagem axial de ressonância magnética em T1 com contraste e o nódulo tumoral maior, na face externa e ao corte. É notável a impregnação por contraste em praticamente todo o interior da massa, algo não usual em glioblastomas 'puros'. Nestes o centro é totalme…
- 254 lâminas catalogadas
- 254 disponíveis no Domine Aqui
Lâminas no Domine Aqui
Mostrando 24 de 254 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Mitoses, geralmente típicas nas áreas pleomórficasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Mitoses. São típicas e atípicas, em grande númeroDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Mitoses. São típicas e atípicas, em grande númeroDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Mitoses. São típicas e atípicas, em grande númeroDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Mitoses. São típicas e atípicas, em grande númeroDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Mitoses. São típicas e atípicas, em grande númeroDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Mitoses. São típicas e atípicas, em grande númeroDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Áreas pleomórficas pobres em reticulinaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Áreas pleomórficas pobres em reticulinaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Detalhes. Células negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Áreas pleomórficas pobres em reticulinaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Masson, Reticulina, Oil Red ODescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Masson, Reticulina, Oil Red ODescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Masson, Reticulina, Oil Red ODescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- HistologiaHE Direitos aprovados
Necrose
Masson, Reticulina, Oil Red ODescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Necrose
As células constituintes do glioblastoma são astrócitos, o que se demonstra na reação imunohistoquímica para GFAP . O tecido é hipercelular, as células são aberrantes, com núcleos hipercromáticos, cromatina densa, nucléolos. O citoplasma forma prolongamentos que se entrelaçam na trama fibrilar própria dos gliomasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Necrose
As células constituintes do glioblastoma são astrócitos, o que se demonstra na reação imunohistoquímica para GFAP . O tecido é hipercelular, as células são aberrantes, com núcleos hipercromáticos, cromatina densa, nucléolos. O citoplasma forma prolongamentos que se entrelaçam na trama fibrilar própria dos gliomasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Necrose
As células constituintes do glioblastoma são astrócitos, o que se demonstra na reação imunohistoquímica para GFAP . O tecido é hipercelular, as células são aberrantes, com núcleos hipercromáticos, cromatina densa, nucléolos. O citoplasma forma prolongamentos que se entrelaçam na trama fibrilar própria dos gliomasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Necrose
As células constituintes do glioblastoma são astrócitos, o que se demonstra na reação imunohistoquímica para GFAP . O tecido é hipercelular, as células são aberrantes, com núcleos hipercromáticos, cromatina densa, nucléolos. O citoplasma forma prolongamentos que se entrelaçam na trama fibrilar própria dos gliomasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Necrose
As células constituintes do glioblastoma são astrócitos, o que se demonstra na reação imunohistoquímica para GFAP . O tecido é hipercelular, as células são aberrantes, com núcleos hipercromáticos, cromatina densa, nucléolos. O citoplasma forma prolongamentos que se entrelaçam na trama fibrilar própria dos gliomasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Necrose
As células constituintes do glioblastoma são astrócitos, o que se demonstra na reação imunohistoquímica para GFAP . O tecido é hipercelular, as células são aberrantes, com núcleos hipercromáticos, cromatina densa, nucléolos. O citoplasma forma prolongamentos que se entrelaçam na trama fibrilar própria dos gliomasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Necrose
As células constituintes do glioblastoma são astrócitos, o que se demonstra na reação imunohistoquímica para GFAP . O tecido é hipercelular, as células são aberrantes, com núcleos hipercromáticos, cromatina densa, nucléolos. O citoplasma forma prolongamentos que se entrelaçam na trama fibrilar própria dos gliomasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Necrose
Glioblastoma, GFAP, antigenos neuronaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaHE Direitos aprovados
Necrose
Glioblastoma, GFAP, antigenos neuronaisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Classificação original: Ossos e partes moles