Capítulo visual · Doenças e lesões
Neurofilamento
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- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Neurofilamento
Proliferação vascular exuberante, às vezes com pseudoglomérulos e/ou trombose, aparecia como massas celulares em azul pálido, e contrastava com as células neoplásicas positivas para GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Neurofilamento
Proteína glial ácida fibrilar (GFAP), um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos, foi positiva no citoplasma da maioria das células neoplásicas, com exceções (ver células negativas, quadro abaixo)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Neurofilamento
Proteína glial ácida fibrilar (GFAP), um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos, foi positiva no citoplasma da maioria das células neoplásicas, com exceções (ver células negativas, quadro abaixo)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Neurofilamento
Proteína glial ácida fibrilar (GFAP), um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos, foi positiva no citoplasma da maioria das células neoplásicas, com exceções (ver células negativas, quadro abaixo)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
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Proteína glial ácida fibrilar (GFAP), um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos, foi positiva no citoplasma da maioria das células neoplásicas, com exceções (ver células negativas, quadro abaixo)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Neurofilamento
Proteína glial ácida fibrilar (GFAP), um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos, foi positiva no citoplasma da maioria das células neoplásicas, com exceções (ver células negativas, quadro abaixo)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Neurofilamento
Mitoses típicas e atípicas são notadas em células GFAP positivasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados
Neurofilamento
Proteína glial ácida fibrilar (GFAP), um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos, foi positiva no citoplasma da maioria das células neoplásicas, com exceções (ver células negativas, quadro abaixo)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados
Neurofilamento
Este fato ilustra a heterogeneidade genética das células neoplásicas, que podem deixar de expressar um antígeno típico da linhagem astrocitária. O mesmo foi notado, mais raramente, com vimentina (abaixo)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurofilamento
Proliferação vascular exuberante, às vezes com pseudoglomérulos e/ou trombose, aparecia como massas celulares em azul pálido, e contrastava com as células neoplásicas positivas para GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurofilamento
Proteína glial ácida fibrilar (GFAP), um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos, foi positiva no citoplasma da maioria das células neoplásicas, com exceções (ver células negativas, quadro abaixo)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurofilamento
Proliferação vascular exuberante, às vezes com pseudoglomérulos e/ou trombose, aparecia como massas celulares em azul pálido, e contrastava com as células neoplásicas positivas para GFAPDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Neurofilamento
Proteína glial ácida fibrilar (GFAP), um filamento intermediário do citoesqueleto próprio de astrócitos, foi positiva no citoplasma da maioria das células neoplásicas, com exceções (ver células negativas, quadro abaixo)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurofilamento
Este fato ilustra a heterogeneidade genética das células neoplásicas, que podem deixar de expressar um antígeno típico da linhagem astrocitária. O mesmo foi notado, mais raramente, com vimentina (abaixo)Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados
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VIM. Vimentina, um filamento intermediário ubiquitário e virtualmente sempre presente em astrócitos, era fortemente positiva nas células neoplásicas, com raras exceçõesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados
Neurofilamento
VIM. Vimentina, um filamento intermediário ubiquitário e virtualmente sempre presente em astrócitos, era fortemente positiva nas células neoplásicas, com raras exceçõesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados
Neurofilamento
VIM. Vimentina, um filamento intermediário ubiquitário e virtualmente sempre presente em astrócitos, era fortemente positiva nas células neoplásicas, com raras exceçõesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados
Neurofilamento
VIM. Vimentina, um filamento intermediário ubiquitário e virtualmente sempre presente em astrócitos, era fortemente positiva nas células neoplásicas, com raras exceçõesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados
Neurofilamento
VIM. Vimentina, um filamento intermediário ubiquitário e virtualmente sempre presente em astrócitos, era fortemente positiva nas células neoplásicas, com raras exceçõesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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CD34. Positivo em vasos, inclusive proliferadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurofilamento
CD34. Positivo em vasos, inclusive proliferadosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurofilamento
GFAP. Proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário do citoplasma próprio de astrócitos e células ependimárias, demonstrou astrócitos reacionais esparsos em meio ao infiltrado inflamatório que compõe a doença de Rosai-Dorfman. Eram mais abundantes na periferia da lesão, rareando ou estando ausentes nas reg…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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GFAP. Proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário do citoplasma próprio de astrócitos e células ependimárias, demonstrou astrócitos reacionais esparsos em meio ao infiltrado inflamatório que compõe a doença de Rosai-Dorfman. Eram mais abundantes na periferia da lesão, rareando ou estando ausentes nas reg…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Neurofilamento
GFAP. Proteína glial ácida fibrilar, um filamento intermediário do citoplasma próprio de astrócitos e células ependimárias, demonstrou astrócitos reacionais esparsos em meio ao infiltrado inflamatório que compõe a doença de Rosai-Dorfman. Eram mais abundantes na periferia da lesão, rareando ou estando ausentes nas reg…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: neurofilamento
Classificação original: Sistema nervoso