Capítulo visual · Doenças e lesões

Nódulo inflamatório córtico-subcortical

GFAP. Lâminas escaneadas. O estudo dos preparados com scanner em resolução 1200 dpi ( dots per inch ) permite uma visão mesoscópica inestimável para compreensão da topografia das alterações. Na imagem abaixo temos o giro mais afetado, com seus nódulos inflamatórios recobertos…

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    GFAP. A imunohistoquímica para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, o filamento intermediário próprio de astrócitos e de células ependimárias), demonstra a gliose (hiperplasia astrocitária reacional) nas áreas que sofreram lesão isquêmica já vistas na HE . A lesão é atribuível à patologia meningovascular, que levou à…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    GFAP. A imunohistoquímica para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, o filamento intermediário próprio de astrócitos e de células ependimárias), demonstra a gliose (hiperplasia astrocitária reacional) nas áreas que sofreram lesão isquêmica já vistas na HE . A lesão é atribuível à patologia meningovascular, que levou à…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. A imunohistoquímica para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, o filamento intermediário próprio de astrócitos e de células ependimárias), demonstra a gliose (hiperplasia astrocitária reacional) nas áreas que sofreram lesão isquêmica já vistas na HE . A lesão é atribuível à patologia meningovascular, que levou à…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. A imunohistoquímica para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, o filamento intermediário próprio de astrócitos e de células ependimárias), demonstra a gliose (hiperplasia astrocitária reacional) nas áreas que sofreram lesão isquêmica já vistas na HE . A lesão é atribuível à patologia meningovascular, que levou à…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. A imunohistoquímica para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, o filamento intermediário próprio de astrócitos e de células ependimárias), demonstra a gliose (hiperplasia astrocitária reacional) nas áreas que sofreram lesão isquêmica já vistas na HE . A lesão é atribuível à patologia meningovascular, que levou à…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. A imunohistoquímica para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, o filamento intermediário próprio de astrócitos e de células ependimárias), demonstra a gliose (hiperplasia astrocitária reacional) nas áreas que sofreram lesão isquêmica já vistas na HE . A lesão é atribuível à patologia meningovascular, que levou à…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Nódulo inflamatório córtico-subcortical

    Ilhotas de astrócitos hipertróficos capturadas pelo processo inflamatório. Ver em HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Ilhotas de astrócitos hipertróficos capturadas pelo processo inflamatório. Ver em HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Nódulo inflamatório córtico-subcortical

    Ilhotas de astrócitos hipertróficos capturadas pelo processo inflamatório. Ver em HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. A imunohistoquímica para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, o filamento intermediário próprio de astrócitos e de células ependimárias), demonstra a gliose (hiperplasia astrocitária reacional) nas áreas que sofreram lesão isquêmica já vistas na HE . A lesão é atribuível à patologia meningovascular, que levou à…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    GFAP. A imunohistoquímica para GFAP (proteína glial ácida fibrilar, o filamento intermediário próprio de astrócitos e de células ependimárias), demonstra a gliose (hiperplasia astrocitária reacional) nas áreas que sofreram lesão isquêmica já vistas na HE . A lesão é atribuível à patologia meningovascular, que levou à…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Nódulo inflamatório córtico-subcortical

    GFAP. Lâminas escaneadas. O estudo dos preparados com scanner em resolução 1200 dpi ( dots per inch ) permite uma visão mesoscópica inestimável para compreensão da topografia das alterações. Na imagem abaixo temos o giro mais afetado, com seus nódulos inflamatórios recobertos pela leptomeninge espessada, especialmente…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

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    GFAP. Lâminas escaneadas. O estudo dos preparados com scanner em resolução 1200 dpi ( dots per inch ) permite uma visão mesoscópica inestimável para compreensão da topografia das alterações. Na imagem abaixo temos o giro mais afetado, com seus nódulos inflamatórios recobertos pela leptomeninge espessada, especialmente…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Nódulo inflamatório córtico-subcortical

    Nódulo inflamatório córtico-subcorticalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD20. Poucos linfócitos B no nódulo inflamatórioDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    CD20. Poucos linfócitos B no nódulo inflamatórioDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Macrófagos nos espaços perivasculares de Virchow-RobinDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Nódulo inflamatório córtico-subcortical

    Nódulo inflamatório córtico-subcorticalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Nódulo inflamatório córtico-subcortical

    Nódulo inflamatório córtico-subcorticalDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Nódulo inflamatório córtico-subcortical

    Córtex com lesão isquêmica e gliose. Há depleção quase completa dos neurônios, e predomínio de astrócitos hipertróficos sinalizando cicatrização (gliose). Espaços perivasculares de Virchow-Robin estão espessados e distendidos por células inflamatórias, principalmente macrófagos xantomatososDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Nódulo inflamatório córtico-subcortical

    Córtex com lesão isquêmica e gliose. Há depleção quase completa dos neurônios, e predomínio de astrócitos hipertróficos sinalizando cicatrização (gliose). Espaços perivasculares de Virchow-Robin estão espessados e distendidos por células inflamatórias, principalmente macrófagos xantomatososDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Classificação original: Patologia geral