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Astrocitoma pilocítico — caso 26

Áreas microcísticas. Em escassas áreas, era possível observar textura mais frouxa, com material amorfo basófilo entre as células. Aproxima-se do padrão protoplasmático com degeneração microcística comum nos astrocitomas pilocíticos

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    GFAP. Positivo forte e difuso citoplasmático nos astrócitos tumorais, como esperadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    GFAP. Positivo forte e difuso citoplasmático nos astrócitos tumorais, como esperadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    GFAP. Positivo forte e difuso citoplasmático nos astrócitos tumorais, como esperadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    GFAP. Positivo forte e difuso citoplasmático nos astrócitos tumorais, como esperadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Ki-67. Marcação de proporção maior de núcleos (em torno de 10%) que o esperado num astrocitoma pilocítico clássico, compatível com a recidiva do tumor em apenas 4 meses. Algumas áreas, contudo, foram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Ki-67. Marcação de proporção maior de núcleos (em torno de 10%) que o esperado num astrocitoma pilocítico clássico, compatível com a recidiva do tumor em apenas 4 meses. Algumas áreas, contudo, foram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Ki-67. Marcação de proporção maior de núcleos (em torno de 10%) que o esperado num astrocitoma pilocítico clássico, compatível com a recidiva do tumor em apenas 4 meses. Algumas áreas, contudo, foram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaKi-67 Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Ki-67. Marcação de proporção maior de núcleos (em torno de 10%) que o esperado num astrocitoma pilocítico clássico, compatível com a recidiva do tumor em apenas 4 meses. Algumas áreas, contudo, foram negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    VIM. Resultados semelhantes aos do GFAP, como esperadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    VIM. Resultados semelhantes aos do GFAP, como esperadoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Áreas microcísticas. Em escassas áreas, era possível observar textura mais frouxa, com material amorfo basófilo entre as células. Aproxima-se do padrão protoplasmático com degeneração microcística comum nos astrocitomas pilocíticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Áreas microcísticas. Em escassas áreas, era possível observar textura mais frouxa, com material amorfo basófilo entre as células. Aproxima-se do padrão protoplasmático com degeneração microcística comum nos astrocitomas pilocíticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Neoplasia fusocelular, com células arranjadas em feixes multidirecionados. As células são de modo geral bipolares, com prolongamentos finos e eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Áreas pilocíticas. Correspondiam à maior parte do tumor. Células bipolares, muito alongadas, com prolongamentos fortemente eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Áreas pilocíticas. Correspondiam à maior parte do tumor. Células bipolares, muito alongadas, com prolongamentos fortemente eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Neoplasia fusocelular, com células arranjadas em feixes multidirecionados. As células são de modo geral bipolares, com prolongamentos finos e eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Neoplasia fusocelular, com células arranjadas em feixes multidirecionados. As células são de modo geral bipolares, com prolongamentos finos e eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Áreas pilocíticas. Correspondiam à maior parte do tumor. Células bipolares, muito alongadas, com prolongamentos fortemente eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Neoplasia fusocelular, com células arranjadas em feixes multidirecionados. As células são de modo geral bipolares, com prolongamentos finos e eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Neoplasia fusocelular, com células arranjadas em feixes multidirecionados. As células são de modo geral bipolares, com prolongamentos finos e eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Neoplasia fusocelular, com células arranjadas em feixes multidirecionados. As células são de modo geral bipolares, com prolongamentos finos e eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Neoplasia fusocelular, com células arranjadas em feixes multidirecionados. As células são de modo geral bipolares, com prolongamentos finos e eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 26

    Neoplasia fusocelular, com células arranjadas em feixes multidirecionados. As células são de modo geral bipolares, com prolongamentos finos e eosinófilos em disposição paralelaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: nptastropilo26

Classificação original: Não classificado