Capítulo visual · Casos e séries
Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Tricrômico de Masson. Por permitir diferenciar colágeno (corado em azul), esta coloração é muito útil para distinguir tecido glial de conjuntivo em neoplasias como a do presente caso. A parte interna do cisto é rica em tecido conjuntivo e nela estão os capilares proliferados.…
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
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Tricrômico de Masson. Por permitir diferenciar colágeno (corado em azul), esta coloração é muito útil para distinguir tecido glial de conjuntivo em neoplasias como a do presente caso. A parte interna do cisto é rica em tecido conjuntivo e nela estão os capilares proliferados. Também na parte interna está o tecido neop…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Tricrômico de Masson. Por permitir diferenciar colágeno (corado em azul), esta coloração é muito útil para distinguir tecido glial de conjuntivo em neoplasias como a do presente caso. A parte interna do cisto é rica em tecido conjuntivo e nela estão os capilares proliferados. Também na parte interna está o tecido neop…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Tricrômico de Masson. Por permitir diferenciar colágeno (corado em azul), esta coloração é muito útil para distinguir tecido glial de conjuntivo em neoplasias como a do presente caso. A parte interna do cisto é rica em tecido conjuntivo e nela estão os capilares proliferados. Também na parte interna está o tecido neop…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Tricrômico de Masson. Por permitir diferenciar colágeno (corado em azul), esta coloração é muito útil para distinguir tecido glial de conjuntivo em neoplasias como a do presente caso. A parte interna do cisto é rica em tecido conjuntivo e nela estão os capilares proliferados. Também na parte interna está o tecido neop…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
O tecido conjuntivo rico em capilares é, na realidade, parte do astrocitoma pilocítico. Porém, nestas áreas, devido à grande dilatação do cisto, o tecido tumoral se esgarçou e praticamente desapareceu, restando poucas células propriamente neoplásicas (astrócitos pilocíticos). Ficou apenas o componente conjuntivo (fibr…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
O tecido conjuntivo rico em capilares é, na realidade, parte do astrocitoma pilocítico. Porém, nestas áreas, devido à grande dilatação do cisto, o tecido tumoral se esgarçou e praticamente desapareceu, restando poucas células propriamente neoplásicas (astrócitos pilocíticos). Ficou apenas o componente conjuntivo (fibr…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Este astrocitoma pilocítico produziu abundante tecido conjuntivo com fibras colágenas que formam feixes abaixo da superfície do cisto tumoral. Há também colágeno entre as células neoplásicas, presumivelmente produzido por elas própriasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Este astrocitoma pilocítico produziu abundante tecido conjuntivo com fibras colágenas que formam feixes abaixo da superfície do cisto tumoral. Há também colágeno entre as células neoplásicas, presumivelmente produzido por elas própriasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Este astrocitoma pilocítico produziu abundante tecido conjuntivo com fibras colágenas que formam feixes abaixo da superfície do cisto tumoral. Há também colágeno entre as células neoplásicas, presumivelmente produzido por elas própriasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Em outras áreas do tumor, o colágeno está restrito aos vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Camada de gliose reacional. Aqui não há colágeno entre as células, que são astrócitos gemistocíticos não tumorais. O pouco colágeno existente está nas paredes dos vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Camada de gliose reacional. Aqui não há colágeno entre as células, que são astrócitos gemistocíticos não tumorais. O pouco colágeno existente está nas paredes dos vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Camada de gliose reacional. Aqui não há colágeno entre as células, que são astrócitos gemistocíticos não tumorais. O pouco colágeno existente está nas paredes dos vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Camada de gliose reacional. Aqui não há colágeno entre as células, que são astrócitos gemistocíticos não tumorais. O pouco colágeno existente está nas paredes dos vasosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imagem anatomopatológicaReticulina Direitos aprovados
Astrocitoma pilocítico — caso 31B
Reticulina. A impregnação argêntica para fibras reticulínicas mostra-as em torno dos vasos e no interstício do tumor. Presumivelmente, são produzidas pelas próprias células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Reticulina. A impregnação argêntica para fibras reticulínicas mostra-as em torno dos vasos e no interstício do tumor. Presumivelmente, são produzidas pelas próprias células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: nptastropilo31b
Classificação original: Não classificado