Capítulo visual · Casos e séries

Astrocitoma pilocítico — caso 33A

O astrocitoma pilocítico tem várias texturas. No fragmento assinalado há pequenas ilhotas mais frouxas contendo astrócitos protoplasmáticos. Notam-se também microcalcificações (pontos basófilos)

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Os prolongamentos celulares são mais grossos, e muitos contêm gotículas ou corpúsculos hialinos que se destacam, chamados 'fibras de Rosenthal'. São altamente características, embora não patognomônicas, dos astrocitomas pilocíticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Microcalcificações são observadas esparsamente e só em alguns fragmentos deste tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Os prolongamentos celulares são mais grossos, e muitos contêm gotículas ou corpúsculos hialinos que se destacam, chamados 'fibras de Rosenthal'. São altamente características, embora não patognomônicas, dos astrocitomas pilocíticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Os prolongamentos celulares são mais grossos, e muitos contêm gotículas ou corpúsculos hialinos que se destacam, chamados 'fibras de Rosenthal'. São altamente características, embora não patognomônicas, dos astrocitomas pilocíticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Os prolongamentos celulares são mais grossos, e muitos contêm gotículas ou corpúsculos hialinos que se destacam, chamados 'fibras de Rosenthal'. São altamente características, embora não patognomônicas, dos astrocitomas pilocíticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Os prolongamentos celulares são mais grossos, e muitos contêm gotículas ou corpúsculos hialinos que se destacam, chamados 'fibras de Rosenthal'. São altamente características, embora não patognomônicas, dos astrocitomas pilocíticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Área frouxa de aspecto fibrilar. Os poucos vasos destas áreas não apresentam proliferação endotelialDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Aparecem como ilhotas muito frouxas e ricas em líquido, contendo astrócitos do tipo protoplasmático - células com citoplasma escasso e prolongamentos mal definidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Aparecem como ilhotas muito frouxas e ricas em líquido, contendo astrócitos do tipo protoplasmático - células com citoplasma escasso e prolongamentos mal definidosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Os prolongamentos celulares são mais grossos, e muitos contêm gotículas ou corpúsculos hialinos que se destacam, chamados 'fibras de Rosenthal'. São altamente características, embora não patognomônicas, dos astrocitomas pilocíticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Área frouxa de aspecto fibrilar. Os poucos vasos destas áreas não apresentam proliferação endotelialDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Infiltração leptomeníngea com reação desmoplásicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Em certas áreas observam-se vasos proliferados, dilatados, tortuosos, com paredes espessas e hialinizadas. Alguns sofreram trombose e recanalizaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Em certas áreas observam-se vasos proliferados, dilatados, tortuosos, com paredes espessas e hialinizadas. Alguns sofreram trombose e recanalizaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Em certas áreas observam-se vasos proliferados, dilatados, tortuosos, com paredes espessas e hialinizadas. Alguns sofreram trombose e recanalizaçãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Fragmentos irregulares, esbranquiçados, alguns muito hidratados, de aspecto gelatinoso, fotografados em água devido a fragilidade. Para mais imagens de RM, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Fragmentos irregulares, esbranquiçados, alguns muito hidratados, de aspecto gelatinoso, fotografados em água devido a fragilidade. Para mais imagens de RM, cliqueDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Tricrômico de Masson. Esta técnica permite diferenciar fibras colágenas, que se coram em azul, do tecido neoplásico do astrocitoma, que se cora em vermelho. Fica assim nítida a infiltração da leptomeninge pelo tumor e a reação desmoplásica estimulada pelas células tumorais. Também destaca a proliferação vascular obser…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Tricrômico de Masson. Esta técnica permite diferenciar fibras colágenas, que se coram em azul, do tecido neoplásico do astrocitoma, que se cora em vermelho. Fica assim nítida a infiltração da leptomeninge pelo tumor e a reação desmoplásica estimulada pelas células tumorais. Também destaca a proliferação vascular obser…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Tricrômico de Masson. Esta técnica permite diferenciar fibras colágenas, que se coram em azul, do tecido neoplásico do astrocitoma, que se cora em vermelho. Fica assim nítida a infiltração da leptomeninge pelo tumor e a reação desmoplásica estimulada pelas células tumorais. Também destaca a proliferação vascular obser…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Tricrômico de Masson. Esta técnica permite diferenciar fibras colágenas, que se coram em azul, do tecido neoplásico do astrocitoma, que se cora em vermelho. Fica assim nítida a infiltração da leptomeninge pelo tumor e a reação desmoplásica estimulada pelas células tumorais. Também destaca a proliferação vascular obser…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Infiltração leptomeníngea com reação desmoplásicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Tricrômico de Masson. Esta técnica permite diferenciar fibras colágenas, que se coram em azul, do tecido neoplásico do astrocitoma, que se cora em vermelho. Fica assim nítida a infiltração da leptomeninge pelo tumor e a reação desmoplásica estimulada pelas células tumorais. Também destaca a proliferação vascular obser…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33A

    Tricrômico de Masson. Esta técnica permite diferenciar fibras colágenas, que se coram em azul, do tecido neoplásico do astrocitoma, que se cora em vermelho. Fica assim nítida a infiltração da leptomeninge pelo tumor e a reação desmoplásica estimulada pelas células tumorais. Também destaca a proliferação vascular obser…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: nptastropilo33a

Classificação original: Não classificado