1. Histopatologia
  2. ›
  3. Atlas
  4. ›
  5. Sistema nervoso

Capítulo visual · Casos e séries

Astrocitoma pilocítico — caso 33B

No vaso ao centro, o endotélio é descontínuo. Esta alteração propicia a trombose, vista em outros vasos deste espécime

  • 92 lâminas catalogadas
  • 92 disponíveis no Domine Aqui

Lâminas no Domine Aqui

Mostrando 24 de 92 lâminas disponíveis para abrir e ampliar aqui.

Filtrar24 de 24 referências
  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    CD34. Este marcador de endotélio vascular (entre outros tipos de células) é útil para estudar a vasculatura de tumores do sistema nervoso. Neste astrocitoma pilocítico vemos padrões distintos. Na maior parte do tumor há poucos vasos, que são finos, delicados e espaçados entre si, lembrando a vascularização do tecido n…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    CD34. Este marcador de endotélio vascular (entre outros tipos de células) é útil para estudar a vasculatura de tumores do sistema nervoso. Neste astrocitoma pilocítico vemos padrões distintos. Na maior parte do tumor há poucos vasos, que são finos, delicados e espaçados entre si, lembrando a vascularização do tecido n…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    CD34. Este marcador de endotélio vascular (entre outros tipos de células) é útil para estudar a vasculatura de tumores do sistema nervoso. Neste astrocitoma pilocítico vemos padrões distintos. Na maior parte do tumor há poucos vasos, que são finos, delicados e espaçados entre si, lembrando a vascularização do tecido n…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    CD34. Este marcador de endotélio vascular (entre outros tipos de células) é útil para estudar a vasculatura de tumores do sistema nervoso. Neste astrocitoma pilocítico vemos padrões distintos. Na maior parte do tumor há poucos vasos, que são finos, delicados e espaçados entre si, lembrando a vascularização do tecido n…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Ki-67. Apenas poucos núcleos isolados (menos de 1%) eram positivos para este marcador de células em ciclo de divisão, atestando o lento crescimento do tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Ki-67. Apenas poucos núcleos isolados (menos de 1%) eram positivos para este marcador de células em ciclo de divisão, atestando o lento crescimento do tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Ki-67. Apenas poucos núcleos isolados (menos de 1%) eram positivos para este marcador de células em ciclo de divisão, atestando o lento crescimento do tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaKi-67● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Ki-67. Apenas poucos núcleos isolados (menos de 1%) eram positivos para este marcador de células em ciclo de divisão, atestando o lento crescimento do tumorDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Infiltração meníngea. As células do astrocitoma pilocítico produzem a proteína glial ácida fibrilar (GFAP), característica dos astrócitos em geral. Esta técnica permite observar a infiltração da leptomeninge pelas células GFAP positivas, que fazem contraste com as fibras colágenas (coradas em azul claro pela hem…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Infiltração meníngea. As células do astrocitoma pilocítico produzem a proteína glial ácida fibrilar (GFAP), característica dos astrócitos em geral. Esta técnica permite observar a infiltração da leptomeninge pelas células GFAP positivas, que fazem contraste com as fibras colágenas (coradas em azul claro pela hem…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Infiltração meníngea. As células do astrocitoma pilocítico produzem a proteína glial ácida fibrilar (GFAP), característica dos astrócitos em geral. Esta técnica permite observar a infiltração da leptomeninge pelas células GFAP positivas, que fazem contraste com as fibras colágenas (coradas em azul claro pela hem…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Proliferação vascular. Os vasos proliferados são abundantes na região do tumor limítrofe à meninge e provavelmente são responsáveis pela intensa impregnação pelo contraste em RM. Com GFAP, os vasos são negativos e se destacam contra as células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Infiltração meníngea. As células do astrocitoma pilocítico produzem a proteína glial ácida fibrilar (GFAP), característica dos astrócitos em geral. Esta técnica permite observar a infiltração da leptomeninge pelas células GFAP positivas, que fazem contraste com as fibras colágenas (coradas em azul claro pela hem…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Infiltração meníngea. As células do astrocitoma pilocítico produzem a proteína glial ácida fibrilar (GFAP), característica dos astrócitos em geral. Esta técnica permite observar a infiltração da leptomeninge pelas células GFAP positivas, que fazem contraste com as fibras colágenas (coradas em azul claro pela hem…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Proliferação vascular. Os vasos proliferados são abundantes na região do tumor limítrofe à meninge e provavelmente são responsáveis pela intensa impregnação pelo contraste em RM. Com GFAP, os vasos são negativos e se destacam contra as células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Proliferação vascular. Os vasos proliferados são abundantes na região do tumor limítrofe à meninge e provavelmente são responsáveis pela intensa impregnação pelo contraste em RM. Com GFAP, os vasos são negativos e se destacam contra as células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Proliferação vascular. Os vasos proliferados são abundantes na região do tumor limítrofe à meninge e provavelmente são responsáveis pela intensa impregnação pelo contraste em RM. Com GFAP, os vasos são negativos e se destacam contra as células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Astrocitoma pilocítico. As células tumorais produzem GFAP e são marcadas pelo anticorpo contra esta proteína. Há áreas representativas dos padrões fibrilar, protoplasmático e pilocítico, mescladas e sem limites nítidos. Nas fotos abaixo, exemplos de área fibrilar com ilhotas de degeneração microcística onde são…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Áreas fibrilares com focos de degeneração microcística, contendo astrócitos protoplasmáticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Áreas fibrilares com focos de degeneração microcística, contendo astrócitos protoplasmáticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Áreas fibrilares com focos de degeneração microcística, contendo astrócitos protoplasmáticosDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Áreas fibrilares e/ou pilocíticas. São formadas por células estreladas ou bipolares com prolongamentos longos, que formam um reticulado (próprio do padrão fibrilar) ou feixes (próprios do padrão pilocítico). Os dois padrões podem coexistir. Fibras de Rosenthal são comunsDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Áreas fibrilares e/ou pilocíticas. São formadas por células estreladas ou bipolares com prolongamentos longos, que formam um reticulado (próprio do padrão fibrilar) ou feixes (próprios do padrão pilocítico). Os dois padrões podem coexistir. Fibras de Rosenthal são comunsDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaReticulina● Direitos aprovados

    Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    GFAP. Áreas fibrilares e/ou pilocíticas. São formadas por células estreladas ou bipolares com prolongamentos longos, que formam um reticulado (próprio do padrão fibrilar) ou feixes (próprios do padrão pilocítico). Os dois padrões podem coexistir. Fibras de Rosenthal são comunsDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Fonte e crédito de Astrocitoma pilocítico — caso 33B

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Página anteriorPágina 2 de 4Próxima página

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: nptastropilo33b

Classificação original: Não classificado

  • Consultar fonte original