Capítulo visual · Casos e séries
Criptococose — caso 2
Lâminas escaneadas. Lâminas escaneadas da pequena amostra de biópsia meníngea, mostrando lesões encapsuladas de centro necrótico e parcialmente calcificado. Nestas, era fácil encontrar fungos com as feições morfológicas de criptococos. No tricrômico de Masson, grande parte do…
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Criptococose — caso 2
O mucicarmim, um corante para mucinas (para procedimento técnico, clique ) é adequado à demonstração da cápsula mucopolissacarídica, formada por finíssimas fibrilas que irradiam a partir da parede celular dos fungos. Para esta em microscopia eletrônica , clique. A parede celular também se coraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui
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Criptococose — caso 2
O mucicarmim, um corante para mucinas (para procedimento técnico, clique ) é adequado à demonstração da cápsula mucopolissacarídica, formada por finíssimas fibrilas que irradiam a partir da parede celular dos fungos. Para esta em microscopia eletrônica , clique. A parede celular também se coraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
O mucicarmim, um corante para mucinas (para procedimento técnico, clique ) é adequado à demonstração da cápsula mucopolissacarídica, formada por finíssimas fibrilas que irradiam a partir da parede celular dos fungos. Para esta em microscopia eletrônica , clique. A parede celular também se coraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
O mucicarmim, um corante para mucinas (para procedimento técnico, clique ) é adequado à demonstração da cápsula mucopolissacarídica, formada por finíssimas fibrilas que irradiam a partir da parede celular dos fungos. Para esta em microscopia eletrônica , clique. A parede celular também se coraDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
PAS. A reação histoquímica do PAS (ácido periódico + reativo de Schiff, para procedimento técnico clique) cora fortemente em vermelho magenta a parede celular dos fungos. A cápsula mucopolissacarídica é revelada só em alguns fungos, onde se apresenta com a estrutura radiada melhor demonstrada em microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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PAS. A reação histoquímica do PAS (ácido periódico + reativo de Schiff, para procedimento técnico clique) cora fortemente em vermelho magenta a parede celular dos fungos. A cápsula mucopolissacarídica é revelada só em alguns fungos, onde se apresenta com a estrutura radiada melhor demonstrada em microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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PAS. A reação histoquímica do PAS (ácido periódico + reativo de Schiff, para procedimento técnico clique) cora fortemente em vermelho magenta a parede celular dos fungos. A cápsula mucopolissacarídica é revelada só em alguns fungos, onde se apresenta com a estrutura radiada melhor demonstrada em microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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PAS. A reação histoquímica do PAS (ácido periódico + reativo de Schiff, para procedimento técnico clique) cora fortemente em vermelho magenta a parede celular dos fungos. A cápsula mucopolissacarídica é revelada só em alguns fungos, onde se apresenta com a estrutura radiada melhor demonstrada em microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
PAS. A reação histoquímica do PAS (ácido periódico + reativo de Schiff, para procedimento técnico clique) cora fortemente em vermelho magenta a parede celular dos fungos. A cápsula mucopolissacarídica é revelada só em alguns fungos, onde se apresenta com a estrutura radiada melhor demonstrada em microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
PAS. A reação histoquímica do PAS (ácido periódico + reativo de Schiff, para procedimento técnico clique) cora fortemente em vermelho magenta a parede celular dos fungos. A cápsula mucopolissacarídica é revelada só em alguns fungos, onde se apresenta com a estrutura radiada melhor demonstrada em microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
PAS. A reação histoquímica do PAS (ácido periódico + reativo de Schiff, para procedimento técnico clique) cora fortemente em vermelho magenta a parede celular dos fungos. A cápsula mucopolissacarídica é revelada só em alguns fungos, onde se apresenta com a estrutura radiada melhor demonstrada em microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
PAS. A reação histoquímica do PAS (ácido periódico + reativo de Schiff, para procedimento técnico clique) cora fortemente em vermelho magenta a parede celular dos fungos. A cápsula mucopolissacarídica é revelada só em alguns fungos, onde se apresenta com a estrutura radiada melhor demonstrada em microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
PAS. A reação histoquímica do PAS (ácido periódico + reativo de Schiff, para procedimento técnico clique) cora fortemente em vermelho magenta a parede celular dos fungos. A cápsula mucopolissacarídica é revelada só em alguns fungos, onde se apresenta com a estrutura radiada melhor demonstrada em microscopia eletrônicaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
Cápsula fibrosaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fungos. Em meio ao material necrótico, observam-se numerosos fungos compatíveis com Cryptococcus neoformansDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Cápsula fibrosaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
de duas fotos do mesmo campo em alturas de foco diferentes, capturando um brotamento simplesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Masson. Cápsula fibrosaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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- Imagem anatomopatológicaTricrômico de Masson Direitos aprovados
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Masson. Cápsula fibrosaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
Fungos. Em meio ao material necrótico, observam-se numerosos fungos compatíveis com Cryptococcus neoformansDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
Brotamento simples. É a forma habitual de reprodução das leveduras. A reprodução por brotamento múltiplo é característica do Paracoccidioides brasiliensis ( 1 )( 2 )( 3 )Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
Brotamento simples. É a forma habitual de reprodução das leveduras. A reprodução por brotamento múltiplo é característica do Paracoccidioides brasiliensis ( 1 )( 2 )( 3 )Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Criptococose — caso 2
Formas em cuia. Fungos colapsados que assumem aspecto em meia lua provavelmente correspondem a células necróticas ou degeneradas, que perderam os elementos vitais (núcleo e citoplasma) do interior da célula, restando apenas a parede celularDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Brotamento simples. É a forma habitual de reprodução das leveduras. A reprodução por brotamento múltiplo é característica do Paracoccidioides brasiliensis ( 1 )( 2 )( 3 )Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.
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Fonte e crédito
Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.
Nome original do catálogo: nptcripto2
Classificação original: Não classificado