Capítulo visual · Casos e séries

Esclerose múltipla — caso 1A

Em contraste com a devastação da substância branca, o córtex cerebral era notavelmente poupado. Não havia lesão neuronal, infiltrado inflamatório perivascular, nem qualquer alteração da celularidade que pudesse sugerir neoplasia. Leptomeninge igualmente sem particularidades

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  • MacroscopiaReticulina Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    A substância branca encontrava-se acentuadamente rarefeita, constituída por um reticulado de astrócitos hipertróficos, com macrófagos xantomatosos entre eles. O tecido era tão frouxo que lembrava alvéolos pulmonaresDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaHE Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    MICROSCOPIA - HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaHE Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    MICROSCOPIA - HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaHE Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    MICROSCOPIA - HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • HistologiaHE Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    MICROSCOPIA - HEDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Histologia Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Havia preservação da espessura e estrutura do córtex em todas áreas examinadas. Leptomeninges sem alterações. Infiltrado inflamatório perivascular era mínimo ou ausenteDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Células grânulo-adiposas. São macrófagos com citoplasma abarrotado de lípides provenientes da mielina degenerada. Parte provêm de modificação da micróglia autóctone (ver CD68 ), parte vem de monócitos do sangue que adentram a área lesadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Células grânulo-adiposas. São macrófagos com citoplasma abarrotado de lípides provenientes da mielina degenerada. Parte provêm de modificação da micróglia autóctone (ver CD68 ), parte vem de monócitos do sangue que adentram a área lesadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Células grânulo-adiposas. São macrófagos com citoplasma abarrotado de lípides provenientes da mielina degenerada. Parte provêm de modificação da micróglia autóctone (ver CD68 ), parte vem de monócitos do sangue que adentram a área lesadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Células grânulo-adiposas. São macrófagos com citoplasma abarrotado de lípides provenientes da mielina degenerada. Parte provêm de modificação da micróglia autóctone (ver CD68 ), parte vem de monócitos do sangue que adentram a área lesadaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaImuno-histoquímica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    NSE. A reação imunohistoquímica para enolase neurônio-específica demonstrou a preservação do córtex e o virtual desaparecimento dos elementos normais da substância brancaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    VIM. A reação imunohistoquímica para vimentina, que é positiva em astrócitos, acentuava a delicadeza da gliose fibrilar na substância branca e seu aspecto em favo de mel. A camada mais profunda do córtex aparecia mais escura devido à gliose limítrofe à lesãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaVimentina Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    VIM. A reação imunohistoquímica para vimentina, que é positiva em astrócitos, acentuava a delicadeza da gliose fibrilar na substância branca e seu aspecto em favo de mel. A camada mais profunda do córtex aparecia mais escura devido à gliose limítrofe à lesãoDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Em contraste com a devastação da substância branca, o córtex cerebral era notavelmente poupado. Não havia lesão neuronal, infiltrado inflamatório perivascular, nem qualquer alteração da celularidade que pudesse sugerir neoplasia. Leptomeninge igualmente sem particularidadesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Em contraste com a devastação da substância branca, o córtex cerebral era notavelmente poupado. Não havia lesão neuronal, infiltrado inflamatório perivascular, nem qualquer alteração da celularidade que pudesse sugerir neoplasia. Leptomeninge igualmente sem particularidadesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Em contraste com a devastação da substância branca, o córtex cerebral era notavelmente poupado. Não havia lesão neuronal, infiltrado inflamatório perivascular, nem qualquer alteração da celularidade que pudesse sugerir neoplasia. Leptomeninge igualmente sem particularidadesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Em contraste com a devastação da substância branca, o córtex cerebral era notavelmente poupado. Não havia lesão neuronal, infiltrado inflamatório perivascular, nem qualquer alteração da celularidade que pudesse sugerir neoplasia. Leptomeninge igualmente sem particularidadesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose múltipla — caso 1A

    Em contraste com a devastação da substância branca, o córtex cerebral era notavelmente poupado. Não havia lesão neuronal, infiltrado inflamatório perivascular, nem qualquer alteração da celularidade que pudesse sugerir neoplasia. Leptomeninge igualmente sem particularidadesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Em contraste com a devastação da substância branca, o córtex cerebral era notavelmente poupado. Não havia lesão neuronal, infiltrado inflamatório perivascular, nem qualquer alteração da celularidade que pudesse sugerir neoplasia. Leptomeninge igualmente sem particularidadesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose múltipla — caso 1A

    Em contraste com a devastação da substância branca, o córtex cerebral era notavelmente poupado. Não havia lesão neuronal, infiltrado inflamatório perivascular, nem qualquer alteração da celularidade que pudesse sugerir neoplasia. Leptomeninge igualmente sem particularidadesDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Astrócitos gemistocíticos xantomatosos. Os astrócitos gemistocíticos tinham o aspecto habitual, com citoplasma róseo abundante e núcleo excêntrico. Em aumento forte, em especial com objetiva de imersão, a maioria apresentava gotículas, presumivelmente de lípides, que davam aspecto xantomatoso ao citoplasma. A alteraçã…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Esclerose múltipla — caso 1A

    Astrócitos gemistocíticos xantomatosos. Os astrócitos gemistocíticos tinham o aspecto habitual, com citoplasma róseo abundante e núcleo excêntrico. Em aumento forte, em especial com objetiva de imersão, a maioria apresentava gotículas, presumivelmente de lípides, que davam aspecto xantomatoso ao citoplasma. A alteraçã…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imagem anatomopatológica Direitos aprovados

    Esclerose múltipla — caso 1A

    Astrócitos gemistocíticos xantomatosos. Os astrócitos gemistocíticos tinham o aspecto habitual, com citoplasma róseo abundante e núcleo excêntrico. Em aumento forte, em especial com objetiva de imersão, a maioria apresentava gotículas, presumivelmente de lípides, que davam aspecto xantomatoso ao citoplasma. A alteraçã…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Esclerose múltipla — caso 1A

    Astrócitos gemistocíticos xantomatosos. Os astrócitos gemistocíticos tinham o aspecto habitual, com citoplasma róseo abundante e núcleo excêntrico. Em aumento forte, em especial com objetiva de imersão, a maioria apresentava gotículas, presumivelmente de lípides, que davam aspecto xantomatoso ao citoplasma. A alteraçã…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: nptesclemult1a

Classificação original: Não classificado