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Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

GFAP. Mitoses. Mitoses, tanto típicas como atípicas, eram de encontro freqüente. As atípicas geralmente mostravam uma placa metafásica com cromossomos desalinhados em um ou ambos os lados. Essa disposição, que pode ser interpretada como um 'atraso' dos cromossomos ao incorpora…

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    A completa negatividade de algumas células para GFAP, assim como vimentina e S-100 denota a ampla variabilidade de expressão fenotípica das células neoplásicasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Células grandes atípicas. A grande maioria das células volumosas e altamente pleomórficas foi positiva. Aqui incluem-se células multinucleadas e mitoses atípicas. Havia certa variação na intensidade da reação citoplasmática, e umas poucas células foram totalmente negativas (reunidas no quadro abaixo). Em ocasion…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Mitoses. Mitoses, tanto típicas como atípicas, eram de encontro freqüente. As atípicas geralmente mostravam uma placa metafásica com cromossomos desalinhados em um ou ambos os lados. Essa disposição, que pode ser interpretada como um 'atraso' dos cromossomos ao incorporar-se à placa, poderia resultar em perdas c…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Mitoses. Mitoses, tanto típicas como atípicas, eram de encontro freqüente. As atípicas geralmente mostravam uma placa metafásica com cromossomos desalinhados em um ou ambos os lados. Essa disposição, que pode ser interpretada como um 'atraso' dos cromossomos ao incorporar-se à placa, poderia resultar em perdas c…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Mitoses. Mitoses, tanto típicas como atípicas, eram de encontro freqüente. As atípicas geralmente mostravam uma placa metafásica com cromossomos desalinhados em um ou ambos os lados. Essa disposição, que pode ser interpretada como um 'atraso' dos cromossomos ao incorporar-se à placa, poderia resultar em perdas c…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Mitoses. Mitoses, tanto típicas como atípicas, eram de encontro freqüente. As atípicas geralmente mostravam uma placa metafásica com cromossomos desalinhados em um ou ambos os lados. Essa disposição, que pode ser interpretada como um 'atraso' dos cromossomos ao incorporar-se à placa, poderia resultar em perdas c…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Mitoses. Mitoses, tanto típicas como atípicas, eram de encontro freqüente. As atípicas geralmente mostravam uma placa metafásica com cromossomos desalinhados em um ou ambos os lados. Essa disposição, que pode ser interpretada como um 'atraso' dos cromossomos ao incorporar-se à placa, poderia resultar em perdas c…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Periferia do tumor, com infiltrado linfocitário. O espécime continha a margem do tumor e sua transição para o tecido nervoso limítrofe. Nos fragmentos abaixo pode-se observar que as células neoplásicas aberrantes não avançam sobre áreas vizinhas, mas parecem contidas por um denso infiltrado inflamatório linfocit…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Periferia do tumor, com infiltrado linfocitário. O espécime continha a margem do tumor e sua transição para o tecido nervoso limítrofe. Nos fragmentos abaixo pode-se observar que as células neoplásicas aberrantes não avançam sobre áreas vizinhas, mas parecem contidas por um denso infiltrado inflamatório linfocit…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    Células aberrantes GFAP negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Periferia do tumor, com infiltrado linfocitário. O espécime continha a margem do tumor e sua transição para o tecido nervoso limítrofe. Nos fragmentos abaixo pode-se observar que as células neoplásicas aberrantes não avançam sobre áreas vizinhas, mas parecem contidas por um denso infiltrado inflamatório linfocit…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Periferia do tumor, com infiltrado linfocitário. O espécime continha a margem do tumor e sua transição para o tecido nervoso limítrofe. Nos fragmentos abaixo pode-se observar que as células neoplásicas aberrantes não avançam sobre áreas vizinhas, mas parecem contidas por um denso infiltrado inflamatório linfocit…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Periferia do tumor, com infiltrado linfocitário. O espécime continha a margem do tumor e sua transição para o tecido nervoso limítrofe. Nos fragmentos abaixo pode-se observar que as células neoplásicas aberrantes não avançam sobre áreas vizinhas, mas parecem contidas por um denso infiltrado inflamatório linfocit…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Periferia do tumor, com infiltrado linfocitário. Na periferia do tumor há intenso infiltrado inflamatório crônico, que poderia ser interpretado como uma reação imunológica do organismo à expansão da neoplasiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Periferia do tumor, com infiltrado linfocitário. Na periferia do tumor há intenso infiltrado inflamatório crônico, que poderia ser interpretado como uma reação imunológica do organismo à expansão da neoplasiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Periferia do tumor, com infiltrado linfocitário. Na periferia do tumor há intenso infiltrado inflamatório crônico, que poderia ser interpretado como uma reação imunológica do organismo à expansão da neoplasiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Periferia do tumor, com infiltrado linfocitário. Na periferia do tumor há intenso infiltrado inflamatório crônico, que poderia ser interpretado como uma reação imunológica do organismo à expansão da neoplasiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Periferia do tumor, com infiltrado linfocitário. Na periferia do tumor há intenso infiltrado inflamatório crônico, que poderia ser interpretado como uma reação imunológica do organismo à expansão da neoplasiaDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Tecido nervoso limítrofe. Na região bem próxima ao tumor, observa-se gliose reacional, com astrócitos gemistocíticos, mas não há células neoplásicas visíveisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Tecido nervoso limítrofe. Na região bem próxima ao tumor, observa-se gliose reacional, com astrócitos gemistocíticos, mas não há células neoplásicas visíveisDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

    Crédito: Atlas de Anatomia Patológica — FCM/Unicamp · exibição remota no Domine Aqui

  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Células grandes atípicas. A grande maioria das células volumosas e altamente pleomórficas foi positiva. Aqui incluem-se células multinucleadas e mitoses atípicas. Havia certa variação na intensidade da reação citoplasmática, e umas poucas células foram totalmente negativas (reunidas no quadro abaixo). Em ocasion…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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  • Imuno-histoquímicaGFAP Direitos aprovados

    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    Células aberrantes GFAP negativasDescrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Mitoses. Mitoses, tanto típicas como atípicas, eram de encontro freqüente. As atípicas geralmente mostravam uma placa metafásica com cromossomos desalinhados em um ou ambos os lados. Essa disposição, que pode ser interpretada como um 'atraso' dos cromossomos ao incorporar-se à placa, poderia resultar em perdas c…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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    Xantoastrocitoma pleomórfico — caso 11B

    GFAP. Células grandes atípicas. A grande maioria das células volumosas e altamente pleomórficas foi positiva. Aqui incluem-se células multinucleadas e mitoses atípicas. Havia certa variação na intensidade da reação citoplasmática, e umas poucas células foram totalmente negativas (reunidas no quadro abaixo). Em ocasion…Descrição capturada da página de origem, sem revisão médica do Domine Aqui.

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Fonte e crédito

Atlas de Anatomia Patológica da Unicamp · Atlas de Anatomia Patológica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp; consulte os créditos da página original.

Nome original do catálogo: nptxantoastro11b

Classificação original: Não classificado